23 de janeiro de 2015

Só tem 5 anos, mas já é tão rapazinho

Ontem pediu-me para eu convidar um amigo da escola para vir connosco da escola, brincar, tomar banho e jantar. Eu falei com a mãe dele e ela disse logo que sim, só não poderia era só hoje que o filho tinha médico depois da escola. Mas marcámos já para a próxima sexta feira, sempre com a reserva de confirmação em cima da hora que isto com as crianças não vale a pena fazer planos a longo prazo. Mal acordou de manhã perguntou logo se a mãe do J. tinha respondido ao email e eu disse que sim, tínhamos falado, mas ele hoje não podia, mas que podia para a semana. Pequena birra. Mas lá o fiz ver que o bom era que a mãe tinha deixado e que assim ele tinha uma semana para saber o que é que o J. gostava  para eu fazer um jantar ao gosto da criançada. "é que sabes, mãe, o J. ainda é pior do que eu para comer..." Eu sei, filho, mas estou disposta a aceitar o desafio. E é giro ver que eles estão a ficar crescidos e que querem fazer programas com os amigos da escola. Já cá vieram alguns passar a tarde e eu gosto que o meu filho saiba que a nossa casa estará sempre aberta para receber os amigos dele. Não todos, claro, que meninos mal educados cá em casa não entram. E o meu filho sabe porque nos anos dele um dos meninos gritou comigo e foi mal educado e eu avisei logo o meu filho que cá a casa o amigo não vem. E o meu filho chorou e esperneou, gritando que gostava muito dele, mas depois percebeu. Não o impeço de ser amigo de ninguém na escola e ele até já foi a casa desse amigo, mas meninos que gritam com adultos e que guincham, não obrigado. Agora o J. e a maioria dos meninos e meninas da sala dele são impecáveis. Conhecemo-nos todos desde o berçário e da sala do ano e dou-me bem com os pais e com as mães e isso é óptimo porque permite que eles convivam fora da escola, como até nós, mãe, fazemos e até já fomos jantar fora.

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