Tubezito



Eu  achei a ideia muito gira e vou ver se pega lá em casa. O Afonso só vê o que o mano mais velho põe no Ipad porque ele ainda não vai para o Ipad sozinho, mas às vezes começam a ver coisas inocentes - o que ele mais gosta de ver são crominhos da idade dele a montar enormes construções de Lego - mas a certa altura surgem sugestões de vídeos que já não são próprios. No outro dia já estavam a ver os piores acidentes dos parques de diversões!! 

"INVESTIGADOR DEFENDE MAIS TEMPO EM FAMÍLIA DO QUE NA ESCOLA"

Concordei com tudo o que li neste artigo. Cliquem no link e leiam a opinião do  investigador Carlos Neto, que defendeu esta sexta-feira que as crianças já passam muito tempo na escola e que o importante é discutir um novo modelo de trabalho dos pais.: As atividades extracurriculares, frisou, “não compensam o facto de não se subir a uma árvore ou a um muro, de andar de bicicleta ou de patins”.

Ontem à noite, a magia aconteceu...

O meu filho mais velho escolheu o livro que íamos ler antes de dormir, mas enquanto esperávamos que o Afonso vestisse o pijama ele começou a ler... E percebeu que conseguia ler não só as palavras dos livros da escola, mas que já sabia ler ao ponto de começar a contar a história da noite. E foi uma enorme emoção. Para ele e para mim!

O que me dava jeito um clone...

Estou aqui a tentar perceber como é que vou conseguir assistir aos desfiles de Carnaval dos meus dois rapazes, sendo que são quase à mesma hora e partem de sítios diferentes... Não vou acompanhar todo o desfile, mas quero dizer adeus no início e vê-los um bocadinho. E hei-de arranjar maneira!

"Manual de bom senso nas visitas ao Recém-Nascido"

Partilhei aqui a loucura que foram as visitas à maternidade quando o meu primeiro filho nasceu e de como eu e o meu marido nos impusemos quando nasceram os dois outros filhos. Do segundo filho fomos mesmo rígidos porque estávamos traumatizados com a falta de bom senso que vivemos nas visitas ao nosso primeiro filho... E quando nasceu a Francisca já toda a gente sabia as regras. É que é incrível, mas há uma enorme falta de bom senso generalizado quando nasce uma criança. Sei que as pessoas não fazem por mal, mas caramba! Há mínimos! Não vão à espera de lanche, café e bolos... Não apareçam sem avisar, não fiquem horas a fazer sala. Ajudem! Ou, pelo menos, não atrapalhem!

O Centro Pré e Pós Parto de Entrecampos, que são pessoas mesmo Top e cheios de bom senso nestas questões, fizeram este guia maravilhoso. E assim, escusam de ser os pais a fazer cara feia, são as regras... e os pais podem ir partilhando ao longo da gravidez, assim como quem não quer a coisa. 





Momento de filho único

Esta semana o meu filho mais velho está em avaliações e ontem quando saiu da escola fomos para o nosso café de sempre para fazermos umas fichas. Um momento de trabalho e de mimo, um momento de filho único... 

A certa altura, perguntei: como correu a prova de Estudo do Meio? E ele diz: viste mal, hoje era matemática, a única matéria que não estudámos no fim de semana... Mas correu bem, não te preocupes... Ups!! É o que dá andar a mil... 

Plano de Emagrecimento #Semana 6

Ontem foi dia de ir à balança... E esta marcou menos 1kg certo. Fiquei contente por a balança reflectir o que eu sinto. Tenho menos volume, a roupa assenta melhor, já quase não tenho pneus laterais. Estou contente e super entusiasmada. Estou com 62,5kg, menos 3,400kg do que que quando comecei este processo. Tenho perdido peso de forma muito lenta e gradual, mas sinto-me lindamente porque, como já disse, estamos a falar em mudanças de hábitos alimentares e não numa dieta louca que me deixe sem energia e deprimida. Não passo fome, como os meus dois pãezinhos escuros por dia, como toda a fruta até 3 peças por dia, como frutos secos que adoro (sou fã das embalagens do Lidl), como vegetais de todas as formas e às vezes como massa integral, quando a refeição pede... como foi ontem o caso das almôndegas de frango e beringelas... Ontem além de ir à balança fiz tratamento deelectroacupunctura que ajuda a eliminar as gorduras mais persistentes e localizadas... Para a semana além de pesar vou fazer avaliação mais pormenorizada da perda de peso, de volume e medições... 



Eu, ligada às máquinas... 

Dei por mim a olhar para a Francisca...

... E a perceber que ela está a deixar de ser bebé. Apesar de ainda não andar, está a ficar crescida, mais menina e menos bebé... A cara já é de menina. Já brinca ao cu-cu, a Francisca não está cá... depois destapa a cara e ri! E eu digo, está, está! Já aponta para o que quer. Já refila. Já percebe quando me zango com ela e até faz beicinho e choraminga. Já dá beijos maravilhosos e abraços bons. Ri cheia de cócegas e foge a gatinhar. Já come todas as frutas, mas o que ela mais gosta ao pequeno almoços são as torradas e tostas mistas que os irmãos partilham com ela. Também come pães de sementes e arroz integral! Come esparguete integral com pesto e vende-se por queijo flamengo! Os seus iogurtes preferidos são os Gregos e ontem provou gelado, mas arrepiou-se. Já não vai a toda a gente e faz cara feia quando lhe querem pegar. Para ela, o mundo somos nós (pais e manos), a S., que está em nossa casa, todos os dias ao fim da tarde e a Isabel, a auxiliar do berçário que ela abraça mal vê de manhã e já nem olha para trás! As outras pessoas têm de a ir conquistando, aos poucos, sempre que estão com ela... Porque ela já estranha quem não vê regularmente. Está a deixar de ser bebé e eu dei por mim a constatar que não vão haver mais bebés nesta casa. E quando disse isto ao Afonso, em jeito de desabafo, ele saltou para o meu colo e disse: eu sou o teu bebé! Vamos brincar aos pais e às mães. Eu sou o bebé e tu és a minha mãe, boa??? Tão bom!!!!

❤️

Agora são gritos a meio da noite!

Não sei se são terrores nocturnos, pesadelos ou que é... Mas a Francisca, agora que a íamos mudar para o quarto dos irmãos, grita e chora a meio da noite como se estivesse cheia de dores, estridente... Está descontrolada, a dormir... Eu espero uns segundos/ minutos para ver se ela se resolve sozinha, porque já percebi que há momentos em que eu interfiro e ela fica ainda mais exaltada, parece possuída, mas há noites em que só acalma ao meu colo e com leite... Não sei se são terrores nocturnos, até porque ela só tem um ano, mas é um distúrbio no sono... Este processo não demora muito tempo, mas é aflitivo acordar com os gritos dela... Por sorte, no quarto ao lado, os irmãos não acordam... Mas não a podemos mudar de quarto agora.

TERRORES NOCTURNOS

Não se devem confundir terrores nocturnos com pesadelos, e a idade em que acontecem os primeiros é mais precoce. No terror nocturno, a criança grita – muitas vezes um autêntico grito de terror, mas ao contrário do pesadelo, em que o próprio está assustado, quem fica mais receoso, neste caso, são os pais -, senta-se, está agitada, parece estar a lutar contra monstros ou «possuída», às vezes quase alucinada. Mas não está acordada, como nos pesadelos.

Quando os pais se aproximam, a criança parece não perceber quem eles são e até os afasta, com comportamentos que parecem ilógicos. «Então nós estamos lá e ela parece que não nos quer!» - Quantas vezes já ouvi isso. O que acontece, no terror nocturno, é uma mudança do ciclo de sono, mais na segunda metade da noite, com um estádio que nem é de dormir nem é de acordar, uma zona cinzenta que não dá para perceber a realidade como é, mas que a inclui no sonho – e os pais podem parecer os hipotéticos monstros que a perseguiam. Tentar acalmar não resulta, para desespero dos pais – mas nunca se esqueçam que, por paradoxal que pareça, aquela figurinha a mexer-se, a gritar e a espernear, não está a sentir medo. Repito: um terror nocturno não é um pesadelo. Muitas vezes não fazer nada é a melhor solução e a criança volta a deitar-se e a dormir.

O QUE FAZER NUM TERROR NOCTURNO?

Há duas hipóteses, para os pais actuarem. Uma, que resulta pouco, é tentar que a criança acorde. Se ela acordar e percepcionar os pais, já rompeu com o estádio anterior e a partir daí poderá regressar ao sono, se bem que possa aí ter medo. Outra opção – que resulta mais frequentemente – é não a acordar e, pelo contrário, reencaminhá-la para o sono, «reescrevendo» o guião do filme. Dizendo, por exemplo, «e depois veio o Noddy e o Ruca (ou qualquer outro herói do momento), e mais o teu ursinho, e então os maus foram embora e foram todos fazer um grande ó-ó porque estavam muito cansados e foi muito bom».

Tudo isto dito em voz «off», calma e tranquila, ajeitando a criança na cama e transformando esse momento de completa disrupção numa reorganização corporal e mental. Passado um bocadinho a criança está a dormir.

Da Revista Pais & Filhos, todo o artigo aqui.

Foi um fim de semana muito cansativo...

Estou mesmo exausta. Foram dois dias cansativos. Todas as refeições em casa excepto o almoço de hoje. Cozinha sempre a ser arrumada e logo a seguir a precisar de ser outra vez arrumada, que uma casa com crianças já se sabe... Ir ao supermercado e quase ser insultada no talho do Pingo Doce porque agora tenho prioridade com a Francisca, mas não há senhas prioritárias, mas tinha mais de 15 pessoas à frente, estava com a Francisca e o Afonso e estava quase a ter de ir buscar o mais velho à catequese. Exerci o meu direito de prioridade, mas gritaram que a criança tinha de estar ao colo, e como estava a dormir no carrinho que esperasse, que um tinha sido operado ao coração, outra senhora tinha varizes e outro era de alto risco... Não imaginam o banzé que se instalou ali... E eu só queria uns bifes para grelhar para o jantar! Depois foi preciso lidar com a frustração do filho mais velho que ficou a estudar enquanto o irmão foi lanchar com a tia e um primo. E depois foi dar jantar a 5 crianças, que olharam de lado para o arroz integral com legumes, mas que lá acabaram por comer. Eram 23h quando acabei de arrumar a cozinha, que eu não consigo viver no caos, e sentei-me com o meu marido para vermos uma série... Ele, coitado, continua com o braço esquerdo engessado, e com o pé todo inchado e a perna esfolada e sem conseguir andar bem... Hoje foi o primeiro dia que saiu sem ser para ir ao hospital e custou-lhe bastante... E claro que ontem mal me sentei nem 5 minutos aguentei acordada... Às 7 a Francisca já estava acordada e às 8 tinha os 3 acordados... E depois foi o que já contei, o torneio de Judo e o almoço sem almoço... E confesso que o cansaço e a fome me deixaram com um humor de cão... Só queria chegar a casa, mas custou a arrancar os meus filhos que só queriam brincar com os primos... E há dias mesmo duros, dias em que é suposto estarmos a relaxar e a descontrair num almoço de família, mas que me faltam mãos e braços, porque há dias em que eles só querem a mãe, e há alturas em que fogem da mãe e é preciso vestir casacos e levar carrinho de bebé, mais o saco das fraldas, mais o marido com a muleta... e mais uma birra, e um bebé com sono... e uma mãe com fome que só quer é gritar!!! E eu pensava: Ainda bem que amanhã é segunda feira! Amanhã vou trabalhar para o escritório para descansar um bocadinho:-))) Mas depois, na hora de deitar, enroscaram-se os três em mim no puff para ler a história da noite e senti-me tão feliz e grata. Foi o melhor do meu dia. Porque estes três corações são o meu cansaço, mas o meu motor para viver!! 

O 1º torneio de judo do filhote mais velho!

Ele estava com nervoso miudinho, o almoço de anos da minha sogra marcado à última da hora para a hora do torneio, mas lá fomos os 5 para ver o nosso Judoca preferido. E no meio de centenas de crianças lá estava o nosso filho a mostrar o que aprendeu nos últimos meses. E a mana estava mesmo à frente a ver. Ele estava empenhado e motivado e deu o seu melhor.


Valeu a pena termos ido apesar da logística... E depois corremos e fomos para o almoço... E quando lá chegámos, mais do que atrasados, já estavam nas sobremesas... E eu estou de dieta... E hoje fiz jejum... 

Na sexta feira houve cinema em casa!

À sexta feira à noite tentamos ver um filme. Nem sempre conseguimos, mas esta sexta conseguimos e gostei muito do filme. "Mulher de Ouro" é uma história real e o filme manteve-nos acordados e interessados do início ao fim.


E ideias de pequenos almoços saudáveis e deliciosos para os miúdos?

Espreitem aqui. Eu já tirei ideias cá para casa!

E hoje a Francisca levou mais uma dose de Prevenar!

Adormeceu no carro a caminho do centro de saúde, chegámos, fomos logo chamadas pela enfermeira, despia-a com ela sempre a dormir profundamente... Só quando lhe despi o body é que abriu os olhos... Levou a vacina, um beijo e já estava a rir para o mano Afonso, que nos acompanhou! Em princípio não fará reacção, como das outras vezes. Vai voltar a ser vacinada aos 18 meses, mas antes temos a consulta dos 15 meses, também no centro de saúde com o melhor médico de família de sempre! Se há instituição que funciona a 100% é esta USF! 

Os lanches da escola

Quando o meu filho mais velho entrou em Setembro para o 1º ano do 1º ciclo iniciámos uma nova fase cá em casa: os lanches da escola. Na altura optámos por enviar apenas de casa o lanche da manhã para o lanche da tarde ser fornecido pela escola, neste caso concreto pela junta de freguesia, que é quem assegura todas as refeições da escola. Achei que não só era mais prático para mim, como o pão estaria mais fresquinho se fosse entregue à tarde e não enfiado numa lancheira de manhã. Mas logo começaram os queixumes: que tem marmelada, que o queijo não é bom, que não gosta de iogurte de banana... Eu fui deixando andar para ver se ele se adaptava, mas não... E o lanche vinha quase sempre para casa, intacto. Decidimos então que eu mandava os dois lanches do dia. Era tão importante para ele, que eu acedi ao seu pedido. Duas lancheiras, um para o meio da manhã e outra com o lanche da tarde e muita criatividade! Para a pausa da manhã vai sempre um pão (escuro, de ou de sementes) com queijo, queijo creme, fiambre de aves, queijo fresco ou, muito raramente, manteiga... E acompanha com o leite escolar que é gratuito para todos os meninos ou com um iogurte que eu mando para variar do leite. Houve uma altura em que ele ainda pediu para levar sumos, ainda negociámos para ir uma vez por semana, mas depois pareceu-me um exagero e ele concordou, até porque a professora avalia os lanches (verde: saudável e vermelho: não saudável, de acordo com uma lista de alimentos que ela tem e que nos mostrou na reunião, e que foi elaborada com o centro de saúde) e quem leva sumo sabe que o seu lanche não é saudável... Claro que não tem mal em levar um sumo quando o rei faz anos, mas é importante que os miúdos ganhem consciência do que estão a comer, do que faz bem, do que só se deve comer em dias de festa... Para o lanche da tarde  envio sempre duas coisas destas coisas: iogurte, frutos secos naturais, uma peça de fruta inteira lavada ou uma caixinha com morangos, cerejas, pão escuro, palitos de cenoura, uma fatia de bolo caseiro feito por mim... Sei que não é muito variado, mas eu tento ir alternando e até agora ainda não tive quaisquer queixas... Compro o pão de véspera ou descongelo à noite, mas é sempre pão o mais natural possível e com o mínimo de aditivos. No verão vou ter de arranjar uma placa de gelo para a lancheira térmica para garantir que está tudo em perfeitas condições na hora do lanche. E muito importante, na mochila vai sempre uma garrafa de água.

Mais um filme que quero ver

Mulheres do Século XX... Estreia hoje, no cinema! 





Não há dúvida de que a forma é toda a mesma! Sofrem todos do mesmo mal!

A Francisca teve a sua primeira demonstração de eczema. Nunca nenhum deles tinha tido eczema atrás da orelha e eu fiquei impressionada quando vi a orelha toda rasgada na parte de trás. Nem me ocorreria que fosse um eczema, mas a educadora achou que sim. Fui logo ao imunoalergologista que segue os meus filhos e ele confirmou ser um eczema, bastante comum e vulgar, nada de preocupante, e receitou a pomada  à base de cortisona que o Afonso já usa nos seus eczema. O médico disse que o frio que se tem sentido tem agravado os sintomas de eczema, mas cá em casa a minha experiência era que os eczema surgiam com o calor... Pelo menos, com o Afonso era assim... Até lhe ter surgido ontem também um eczema no pulso... O quadro alérgico destes meus três filhos é muito forte. Têm sintomas muito diferentes e patologias também distintas, mas todos sofrem com problemas respiratórios como o pai. O médico diz que isto pode passar tudo até à adolescência e que o facto de a Francisca nunca ter tido nada respiratório, zero bronquiolites, falta de ar ou manifestações de asma até ao momento já é um avanço... É a nossa versão 3.0 que já vem com melhorias!

Plano de Emagrecimento #Semana 5

Menos 300 gramas. Se ao início tive uma grande perda de peso, nestas últimas duas semanas não correu tão bem. Fiz algumas asneirinhas, pequenas, como comer massa integral em vez de apenas legumes como acompanhamento, de ter saltado refeições, comido um pãozinho extra ou bebido menos água. E a verdade é que a balança acusou logo. Em 5 semanas menos 2,400 kg é pouco, tendo em conta que quero perder entre 7 e 9kg, mas a verdade é que tenho tido uma alimentação super saudável, equilibrada e sem asneiras, mas houve jantares em que não resisti a uma massa, que mesmo sendo integral não ajuda a emagrecer... Vamos ver como corre esta semana, com mais inspiração para acompanhamentos só de vegetais... É que é preciso imaginação para não estarmos sempre a comer os mesmos acompanhamentos, para variarmos e para não fazermos asneiras. E como na semana passada com o acidente do meu marido e a sobrecarga de trabalho não tive tempo para ir comprar e preparar legumes assados ou estufados e comi massas integrais... Mas já me abasteci de vegetais, receitas e boas ideias. 

Apesar de ter perdido apenas 300g na última semana a verdade é que me sinto já mais magra, menos barriguda e a roupa já assenta melhor, sem aquele pneuzinho lateral. E  mais verdade ainda é que se come de forma muito mais saudável e equilibrada cá em casa. Não estou a fazer uma simples dieta relâmpago em que emagreço imenso e depois volto a cair nos mesmo erros. Não. É um plano de emagrecimento que assenta numa mudança da alimentação. E não sou só eu. Temos vindo a fazer alterações na alimentação de toda a família, promovendo a saúde e a dieta mediterrânica. 

Coisas que desapareceram (praticamente) lá de casa:

Pão branco - substituído por pão escuro e de sementes, o mais biológico e natural possível,
Cereais de compra - substituídos por granola caseira,
Carne de porco e todos os seus derivados
Massas normais - substituídas por massas integrais
Açúcar refinado - substituído por açúcar amarelo

Coisas que têm tendência a desaparecer lá de casa:

Manteiga - substituída por queijo Philadelphia para barrar,
Sumos de compra - substituídos por sumos de fruta naturais


Na escola dos meus filhos ontem foi dia dos afectos e da amizade!

E em cada escola, de forma adequada às idades, falaram da amizade e dos afectos e da importância dos amigos na nossa vida!


Amei a surpresa!! ❤️

Hoje vim trabalhar para o escritório e acabei de receber uma linda caixa de fruta e um cartão do meu marido... E fiquei derretida! 

Obrigada, amor da minha vida!! 

O meu olhar sobre a amamentação...

Muito se fala e discute sobre a amamentação... Deixo aqui a minha perspectiva, ou melhor, as minhas três perspectivas... Já que foram experiências diferentes. No meu primeiro filho comecei por amamentar por convicção, queria mesmo amamentar o meu filho porque achava que era o mais natural e o melhor para o meu bebé. Adorei amamentar, correu tudo bem, não tive mastites nem dores, tive apoio à amamentação no centro pré e pós-parto de entre campos na subida de leite, falei com conselheiras de aleitamento materno, e amamentar era sinónimo de felicidade, era prático. Funcionava para mim e para o meu bebé. Era novidade para mim, claro, mas foi uma “dança” que passando as inseguranças iniciais correu muito bem. Eu era feliz a amamentar o meu filho e ele crescia bem e saudável. Mamou em exclusivo até aos 4 meses, que eu entretanto comecei a trabalhar e não me dava jeito tirar leite a meio do dia e deixou de ser prático, já não funcionava para mim… Introduzimos a sopa, o biberão e a amamentação acabou por cair. No segundo filho, correu tudo ainda melhor. Era um bebé “mamão” e eu já tinha outro à vontade e destreza a dar de mamar em todo o lado, a toda a hora, sem regras, sem contar as horas, em regime livre. Para mim, dar de mamar era sinónimo de liberdade, de sair de casa sem pensar na comida do bebé, era menos uma coisa no saco. E o meu bebé crescia a olhos visto, feliz e saudável. Mamava e dormia. Mamou até aos 6 meses, altura em que fui trabalhar e foi mais difícil conciliar a amamentação com o trabalho. No terceiro filho, achava que ia ser tudo tão fácil e simples como nos outros. E se para mim amamentar era natural para a bebé ainda mais. Mas a subida de leite foi tramada e a sorte foi a enfermeira do serviço de neonatologia onde a minha bebé esteve internada logo nos primeiros dias. Além da subida dolorosa, a minha filha não mamava o suficiente, desidratou por causa dos tratamentos de fototerapia e teve de começar a beber biberão, como suplemento. Depois consegui voltar à amamentação em exclusivo e correu lindamente. Amamentei-a até aos 11 meses e só parei quando já não me apeteceu mais, já estava a trabalhar há 2 meses e já só amamentava de manhã e à noite e ela já me mordia quando estava a mamar e eu achava que era porque o meu leite já não era suficiente… Foi a mais difícil de desmamar e a que sofreu mais com este “corte”. Para mim, dar de mamar foi maravilhoso, não envolveu sacrifícios e foi algo muito meu e dos meus filhos. Comecei por dar de mamar por convicção, mas acabei sempre a dar de mamar por amor, por mimo, por comodismo de ter o leite sempre à mão… Mas apesar de para mim dar de mamar tenha sido um prazer e uma alegria não sou nada fundamentalista e acho que a amamentação só funciona se a mãe/mulher estiver confortável e feliz. Para mim amamentar não pode ser um sacrifício, tem de ser uma coisa boa… Uma mãe que chora de dor e de sofrimento enquanto dá de mamar porque acha que só é boa mãe se amamentar não faz sentido, pelo menos para mim… 

Dia de São Valentim ❤️

Eu não embirro com o dia dos Namorados e como sou um bocado pirosa até gosto... E gosto de receber flores, de ir jantar fora, de ir ao cinema... Gosto de mimos e de abraços. Na correria dos dias nem sempre dedicamos o tempo necessário ao amor, um ao outro... e hoje é um dia lamechas e piroso. E cheio de corações. E eu gosto. Tínhamos planos de jantar fora e ir ao cinema, mas o teu acidente trocou-nos as voltas... Não faz mal, havemos de ter o nosso dia de São Valentim quando recuperares e estiveres bom... E logo vemos uma comédia bem romântica e pirosa e adormecemos juntos, enrolados numa manta, em frente à televisão... És o meu amor ❤️ e o meu namorado, mesmo quando nos perdemos no reboliço dos dias, do choro das birras, do cansaço que o dia a dia nos dá... sabemos que estamos juntos, de mãos dadas... para o que der e vier.

Esta foto já é de sexta feira...


Mas repete-se todos os dias... A minha filha vem exausta da creche... E mal entra no carro adormece ferrada.

Trabalhar a partir de casa

Das coisas que mais me facilita a vida familiar é poder trabalhar a partir de casa sempre que preciso. A sério que não sei como faria se não tivesse esta possibilidade. Assim o meu trabalho fica sempre feito, dentro dos prazos e deadlines que tenho, mas posso acompanhar os meus filhos (doenças, greves, consultas médicas...) e agora ao meu marido sem dramas. Trabalho de dia e muitas vezes à noite, faço a total gestão do meu tempo, e todos saíamos a ganhar. Eu tenho um trabalho que adoro e que me realiza profissionalmente, mas posso estar presente e ficar em casa sempre que é necessário. E não falho o meu compromisso com a equipa e o projecto, porque faço a minha parte e não sobrecarrego ninguém. É uma das grandes mais valias do meu trabalho e desta profissão, pois sinto que posso dar o meu melhor nos dois lados... E isso é fantástico. E a minha gestão familiar e profissional fica mais fácil.

Nós por cá...

... Hoje foi dia de pensos na enfermagem do centro de saúde, mais consulta com o médico de família e ainda dar abertura ao processo do seguro de trabalho, uma vez que o meu marido ia para o trabalho quando se deu o acidente. Ele continua a sua recuperação, ainda tem dores, ainda se move mal e ainda faltam mais de duas semanas para a consulta de reavaliação... No fim de semana, para os miúdos não estarem fechados em casa, porque ainda não me sentia bem e segura em deixar o meu marido sozinho, não fosse ele cair ao andar pela casa, tivemos o apoio de um cunhado que os levou no sábado para almoçarem, brincarem e jantarem com o primo; e ontem foram para casa de uma amiga minha, que tem um miúdo de 11 anos que adora estar com os meus, e lá estiveram todo o dia divertidíssimos, cheios de mimo e colo... Quando os fui buscar, já depois de jantar, nem queriam vir... e dizia o Afonso: a tia Marta até meu deu a comida à boca!! Mimo extra é tão bom. E eles tiveram um fim de semana diferente, por cá ficámos nós e a pequenina e eu não tive de fazer grandes refeições, arrumei o que tinha para arrumar, dei mais atenção à Francisca e mimo ao meu marido. E até dormimos a sesta. 

A Francisca está uma crescida!

E já bebe leite Vigor! Leite do dia Meio Gordo, que tanto o médico de família como o pediatra são da opinião que depois dos 12 meses o mais correcto e saudável é passarem para o leite do dia, alinhando na alimentação da família. Não estranhou, mas não bebe tanta quantidade. No biberão das 21h juntamos duas colheres de papa para ver se aguenta a noite toda sem comer... Umas noites sim, outras nem por isso... 

E num segundo, recebemos um telefonema que nos deixa sem ar...

... Ia a conduzir para levar os filhotes mais novos à escola quando recebo uma chamada de um número desconhecido e me dizem que o meu marido teve um acidente de mota... Perguntei se ele estava consciente e bem e disseram-me que sim... E que já estava o INEM com ele. Respirei fundo, continuei a conduzir, distraí o Afonso que só perguntava quem era porque íamos em alta voz e deixei-os na escola a disfarçar o medo que sentia... Liguei de volta para o número que me tinha ligado (um senhor fantástico que parou e ajudou o meu marido até ele seguir na ambulância) e pedi mais informações e segui para Santa Maria, com um aperto enorme, sem saber como é que ele estava porque não tínhamos falado... E só descansei quando o vi a sair da ambulância, vivo, e o beijei e vi com os meus próprios olhos que o meu amor estava consciente e vivo, apesar do estado aparatoso, todo imobilizado e cheio de dores ... E só pensava no quanto temos desatinado ultimamente devido ao cansaço, e abraçámo-nos a chorar... E fiquei sempre ao lado dele até ter alta 6 horas depois... Mil exames, raio X, ecos... Não tinha o braço partido, mas fora do sítio e tiveram de lhe colocar o ombro no lugar... Agora é esperar 3 semanas com o gesso e depois ver se é necessário cirurgia, porque fez roturas de ligamentos no cotovelo... Foi um susto gigante... E o monstro que deitou a mota do meu marido ao chão fugiu, deixando-o ferido e imóvel debaixo da mota, sem querer saber se estava vivo ou morto... Quem é que vive bem com a sua consciência depois disto??? Só dou graças por não ter sido pior... Agora é descansar e depois daqui a 3 semanas logo se vê se avança logo para a fisioterapia ou se ainda tem de fazer cirurgia... E a pessoa tem o dia orientado, acha que tem tudo planeado e depois tudo muda... 

A maternidade tem desfeito muitos dos clichés que eu tinha da maternidade...

Antes de ser mãe tinha a ideia de que as meninas eram mais vaidosas que os rapazes, que os rapazes não ligavam a roupa, a penteados... Estava tão enganada. Como em tudo, deverá haver rapazes que ligam e outros que não ligam. O meu mais velho, com 7 anos acabados de fazer, é dos que liga. É chato com a roupa... que incomoda, que não gosta, que pica... é vaidoso e desde o Europeu que ficou com um gosto ao estilo futebolista, o que não me mata mas mói todos os dias... Ontem quando o pai lhe rapava o cabelo queria que o pai lhe fizesse linhas no cabelo, como um qualquer cromo da bola! E depois veio refilar comigo que se não fosse eu, que sou muito chata, o pai tinha feito as tais riscas... O meu marido é muito mais liberal, muito mais descontraído... não liga tanto às roupas como eu e acha que eles têm de se poder exprimir, também pela forma como se vestem. Eu na teoria acho que sim, que não devemos ser castradores, mas também me custa ver o meu filho vestido sei lá como... ele diz que é o estilo dele e que as miúdas gostam. E que já sabe que eu não gosto, mas que ele gosta. Tem 7 anos. E eu temo o pior na adolescência. E ainda sou eu que compro a roupa, mas depois ele baralha, mistura, deixa de lado camisas e pólos... e vai com o pai comprar ténis que eu detesto. E o resultado é tão diferente do que eu escolheria... Ainda bem que me vinguei em bebé com todas as golas, folhos, toucas e fofos que consegui... Será por isso?!! O do meio já refila para fazer coro com o irmão... Resta-me a minha Francisca, cheia de vestidos, golinhas, toucas e lacinhos... E eu que sempre gostei de ter os filhos em pandant, saiu-me o tiro pela culatra... É a vida!!

Sou a única a ficar deprimida com esta previsão?!!!

E o mais deprimente é eu pensar logo na roupa toda que vai ter de ir parar à máquina de secar em vez de secar ao sol! 

8 dentes!

A caminho dos 13 meses nasceu o 8º dente! É a minha dentuças. Tal como os irmãos os dentes nascem sem dramas, sem baba e sem dores! E aquele sorriso cheio de dentes... Que coisa mais boa!

PETIÇÃO CONTRA O PESO EXCESSIVO DAS MOCHILAS ESCOLARES EM PORTUGAL

O meu filhote mais velho deixa os livros e manuais na escola e só traz os cadernos de fichas que precisa para fazer os trabalhos de casa. Não sei se é assim em todo o 1º ciclo, espero que sim, mas não percebo porque é que nos anos seguintes não se arranja maneira de não dar cabo das costas dos miúdos. Eu assinei a petição aqui.

Mais uma malabarismo desta mãe!

Graças ao meu filho mais velho e ao marido estou muito menos comichosa e mais relaxada... Nunca tive problemas com a terra, com a lama, folhas e pedras, mas confesso que os insectos me enojavam um bocado... Também deixei de esterilizar chuchas e binerons ao segundo filho, por indicação do pediatra, e sou das que mete a chucha dos filhos à boca se não tiver água para lavar... Também deixei de ser tão medrosa com as quedas e com os perigos e adoro levá-los aos parques, aos jardins e já me habituei a vê-los pendurados nas árvores e a desafiar os limites. Tem sido uma aprendizagem porque confesso que instintivamente sou mãe galinha e protectora, mas sei que os meus filhos são muito mais felizes soltos e em liberdade, a correr pelo parque, a brincar com ramos e flores, a subir às árvores, a andar de skate, patins e bicicleta ... E tenho-me educado com a ajuda do meu marido e dos meus filhos, que me têm ensinado a equilibrar os medos de mãe com a felicidade dos filhos... 

Para mim todos os pretextos são bons para namorar!

E vou tentar aproveitar o Dia de São Valentim para um jantar e cinema!  Pode ser um dia cliché, um dia piroso... mas eu só quero um pretexto para arranjar quem me fique com as crias para eu namorar um bocadinho! Estamos mesmo a precisar de sair os dois, de jantar sem limpar rabos pelo meio, de bebermos um copo e de nos rirmos, de flirtarmos um com o outro... 

Xixi na cama...

A meio da noite ouvi chamar o meu nome... pela voz do meu filho Afonso. (Este meu filho à segunda chamada troca o Mãe pelo meu nome, e eu já percebi que é mais eficaz...) Lá fui eu. Disse-me que tinha feito xixi na cama, como nas últimas 3 noites. Vesti-lhe um pijama lavado e tirei os lençóis de cima... eu faço cama mil-folhas... e a cama estava pronta. Digo eu: já está. Anda deitar-te. E ele diz, muito indignado: Não! Eu fiz xixi na cama para ir para a tua cama! O pai leva-me sempre! E lá o levei, garantindo que era a última vez... Já falei com o meu marido e o terrível hábito de o levar para a nossa cama, que alimenta o gosto do miúdo em dormir no meio de nós. Acima de tudo, não o quero a fazer xixi na cama de propósito para ir para a nossa cama. 

E já agora? Sabem o que é uma cama mil-filhas? É uma cama à prova de vários xixis. Eu explico. Faço a cama normalmente com lençol resguardo e lençol de elástico, depois coloco 3 resguardos descartáveis sob o comprimento, novo resguardo lençol e novo lençol de elástico e depois novamente depois coloco 3 resguardos descartáveis sob o comprimento, novo resguardo lençol e novo lençol de elástico.
Quando há xixi's tiro o lenço, o lençol resguardo e os resguardas descartáveis e a cama está pronta!! 

Domingo à noite...

Não sei se é só em nossa casa, mas a nossa noite de Domingo tende a ser calamitosa. Eles estão cansados, nós estamos cansados e com menos paciência, a casa está desarrumada, a cozinha está de pantanas e há toda uma semana para preparar depois de os deitar e geralmente há discussão, ralhetes, brigas e lágrimas... E é um desconsolo, ficamos todos tristes. Felizmente depois vem segunda feira e a possibilidade de começarmos tudo de novo, na nossa melhor versão!

Hoje é dia de greve!

E a escola do meu filho mais velho fechou, como tantas outras. Já contávamos com isso, estávamos de pré aviso, e já tínhamos um plano B caso se confirmasse que a escola não tinha condições para abrir. O filhote grande fazia figas para que se confirmasse o fecho da escola e o do meio também queria gazeta... A escola estava efectivamente fechada e ele foi para o trabalho do pai, super feliz com o programa, depois vão almoçar juntos e a seguir vai ao cinema com a avó. Eu saio mais cedo e apanho-o às 16h para termos um bocadinho só para nós antes de irmos buscar os manos. Este meu filho está a precisar de mimo e exclusividade, está a precisar de colo e atenção. E hoje vai tê-la! E há bocado ligou-me do trabalho do pai só para me dar um beijo... e aquela vozinha doce ao telefone!! Oh, meu Deus!! Tão bom!!!

Temos de acreditar que os milagres acontecem!

Lembram-se da filhota dos meus amigos a quem aos 2 anos e meio foi diagnosticado um neuroblastoma? Foi em Outubro que a pequenina C. começou a sua luta, tão desigual, num prognóstico de 10% de probabilidades de vencer o maldito cancro. Pois bem! Ninguém quis saber das probabilidades, nem das metástase que já a invadiam nem da porcaria do tumor que lhe tomava todo o abdómen envolvendo todos os órgãos e artérias, como um monstro! Ninguém desistiu. Nem os pais (uns corajosos, uns valentes, uns heróis que encaram a doença com todo o o amor, força e realismo, ou não fossem os dois investigadores da área - irónico, não é?-), nem as manas, amigos, médicos... e a própria C. que de tutu cor-de-rosa enfrentou muitas horas e horas de agulhas, exames, dores e quimioterapia! A batalha está muito longe de estar ganha, mas após o 1º ciclo de quimioterapia o tumor tinha reduzido para um tamanho operável, do tamanho de um ovo, e não há vestígios de metásteses nos ossos e medula! Um pequeno Grande milagre! E a pequenina foi operada e a cirurgia um enorme sucesso! Ainda está internada em cuidados intensivos, mas o quadro não podia ser mais positivo, mais animador! É assustador o número cada vez maior de crianças com cancro, mas é incrível a forma como as crianças enfrentam a doença e levam a melhor, muitas das vezes. Nenhuma criança, nenhuma família devia passar por tal provação e eu só peço a Deus que continue a olhar por esta nossa amiga, que tem sido uma verdadeira guerreira, como todas as crianças nas mesmas circunstâncias, e que a ajude a viver! São umas família tão, mas tão fixe, que merecem mesmo um final feliz!

Os símbolos são o que significam para nós…

A minha sogra está numa cadeira de rodas há muitos anos, os meus filhos nunca a viram de outra forma... 

Num parque de estacionamento passo ao lado de um lugar reservado a deficientes e diz o meu filho Afonso, muito entusiasmado: mãe, este lugar é para a avó! Para o meu filho, cadeira de rodas é sinónimo de colo da avó Graça. Não é uma coisa negativa nem limitativa.



E as noites da Francisca?

 Não sei se é da cama de viagem onde ela dorme desde que viemos da Serra da Estrela, se foi da mudança de dois dias, se foi a fase que passou, como passam tantas fases dos bebés, se é do edredão e dos lençóis quentinhos, se é da papa no biberão das 21h… Não sei do que é, mas sei que as noites têm sido uma maravilha! Até tenho medo de estar a elogiar, mas tanto me chorei aqui das noites em claro, que acho que agora tenho de partilhar as alegrias! A Francisca bebe o biberão da noite enquanto eu conto a história de boca aos manos e cantamos as músicas de boa noite, já no escurinho, depois deito-a na sua cama e ela enrosca-se e dorme… Hoje foi das 22h às 7h45… A meio da noite choramingou uma vez porque não encontrava a chucha, ajudei e voltou a enroscar-se na fralda dela… Que paraíso. Ando outra. Andamos outros!

Plano de Emagrecimento #Semana 3

Ontem fui à balança, não uma semana depois como tenho feito e é suposto, mas 5 dias depois (por causa da minha agenda de trabalho) e tinha menos 400g… Não é mau e, acima de tudo, continuo a perder peso. Sinto-me bem e estou motivada. Ao todo, já perdi 2,100 kg! Já não falta tudo! Comecei este processo com 65,9 kg e estou com 63,8 kg. Continuo com o meu plano/ dieta alimentar e há dias em que custa mais outros em que custa menos… Mas tenho andado na linha e sem grande sacrifício… As sessões de acupunctura e electroacupunctura ajudam neste processo de emagrecimento, mas sei que só funciona se for em conjunto com um regime alimentar.

Depois de termos filhos...

Para rir um bocadinho... 


A asneira preferida da Francisca!

E já tinha tirado um dos sapatos, que é outra das actividades preferidas da minha boneca!!!

Andanças

Lá vai a minha Patanisca...


 Com este brinquedo da Chicco que é um sucesso... 




... e é versátil! Ora para a mana andar ora para o mano Afonso fazer corridas!



Foi oferecido ao meu filho mais velho e continua para as curvas! Há brinquedos que funcionam e são um sucesso. Este é um deles!

Os meus Chef's preferidos!

Adoro quando brincam juntos. É tão bom vê-los. 




E esta cozinha do Ikea continua a ser o maior sucesso cá de casa. Oferecemos ao Alexandre quando ele fez 3 anos e nunca passou de moda. Agora é mais o Afonso que brinca, passa horas a preparar cozinhados e a servir refeições, mas ontem o Alexandre juntou-se ao mano e estiveram a cozinhar juntos!