Adenda ao post anterior!

A Francisca anda agarrada a tudo, desde sofás, móveis, cadeiras, estantes... E também anda de mão dada, e adora! Mas eu estou com a Maggie F. para mim, isso não é andar... Andar é quando eles se soltam e vão à vida deles sozinhos. E a Francisca vai à vida dela, com grande desenvoltura, mas a gatinhar! E ao meu colo também, o seu meio de transporte favorito!

Das coisas que uma mãe ouve!

No ginásio, mãe falando dos seus filhos. Diz-me uma, elogiando o seu filho que começou a andar aos 11 meses: A sua filha ainda não anda com 14 meses?! Está atrasada... Já vai andar tarde. Mas aposto que como ainda não anda já fala tudo! E eu disse que sim, fala tudo, tudinho!! (Se contarmos com o pá, dá, mãe, ão, pai...)

Amor de manos!

A Francisca ri à gargalhada sempre que vamos com a janela do carro aberta e o vento lhe faz voar os cabelos. Adora! É delicioso de ver e de ouvir.
Afonso, encantado a ouvir a irmã: Era mesmo uma irmã assim que eu queria! E começou a rir, feliz!!
(Coração de mãe baba de amor)

"O tempo dos pequenos prisioneiros"

Um bom artigo sobre a falta de tempo das crianças para brincarem. Aqui.

As festas de anos pré formatadas!

Ando doida com as festas de anos. Não só pelo número exagerado de festas a que levo os meus filhos, principalmente o mais velho, que tem amigos da escola antiga, da escola nova, da turma dele, da turma do lado, do ano acima... Mas o que me incomoda mais nem é o número, mas sim a qualidade das festas... Ou seja, são sempre nos mesmos sítios. Eles estão sempre a repetir os sítios. E se não me incomoda nada ir mil vezes ao mesmo parque para eles brincarem, correrem, apanharem paus ou folhas, incomoda-me ir várias vezes a sítios como a Dotylândia, o Rodinhas ou o Funny Bubbles... Não tenho nada contra o negócio e os espaços, mas são festas pré formatas, em manada... Onde as actividades se sucedem de forma cronometrada, onde não há liberdade de brincadeira... Aquilo parece-me tudo uma manada. Primeiro fazem isto, depois aquilo, depois seguem com os monitores para ali, depois cantam os parabéns e depois abrem os presentes e vão embora, num horário rígido e sem espaço para eles brincarem livremente. E repetem isso várias vezes por mês... E as crianças estão a desaprender de brincar. Brincar por brincar. Brincar com paus, folhas ou pedrinhas num jardim. Parece que quando não têm um monitor a orientar as actividades ficam meios desorientados... Eu gosto de ir a parques como o Bensaúde ou o Parque José Gomes Ferreira para eles brincarem, correrem, jogarem às escondidas, apanharem paus e pedras... Não tenho nada contra os armazéns das festas, e até fiz a festa de futebol do meu filho, em Janeiro, num desses armazéns, o AirFut, por causa do mau tempo, e foi um sucesso... Mas faz-me pena que não tenham mais festas ao ar livre, para brincarem... Ao fim de semana ando sempre com os miúdos na rua, nos jardins, parques... andamos com as bicicletas, patins e skate atrás... Tenho dois filhos de Janeiro e um de Abril e estou sempre um bocado limitada em termos de espaços por causa do tempo. Há dois anos, no 2º aniversário do Afonso, tivemos de fugir do jardim para casa devido à chuva... e estou agora a pensar onde é que vamos festejar o 4º aniversário. Gosto muito da Clareira Encantada, no Parque de Miraflores, porque tem um espaço exterior maravilhoso para eles correrem e saltarem, mas tem uma sala cheia de brinquedos para eles brincarem, mas ao Domingo não cedem o espaço... Ando aqui às voltas a tentar arranjar um sítio giro onde eles possam brincar livremente e onde eu possa levar o lanche feito por mim, que não gosto nada dos lanches que a maioria dos espaços fornece... Gosto de ser eu a fazer tudo, escolhendo o que cada um dos meus filhos mais gosta, pensando tudo com carinho e escolhendo os ingredientes com cuidado. Só o bolo de anos é que encomendo porque não sou jeitosa a fazer bolos com bonecos!

Quando estudar se torna um momento especial ❤️

Com dois irmãos mais pequenos nem sempre é fácil arranjar espaço e tempo de sossego para o filhote mais velho estudar. Até porque tudo é bom pretexto para se distrair. Nos fins de semana fazemos os trabalhos de casa e estudamos sempre que necessário com a ajuda do pai que fica a brincar com os mais pequenos, mas durante a semana, nas vésperas das provas/ fichas de avaliação é mais complicado... Até porque é ao fim do dia, quando os mais pequenos também precisam de atenção. A solução que arranjei, para as fichas do Natal, pareceu-me perfeita. E já se tornou um ritual. Nas vésperas das fichas vamos até ao nosso café especial, só os dois. O ambiente é sereno, a música é boa e o lanche é escolhido por ele. A minha atenção é exclusiva para ele. Já é um ritual de mãe e filho... Lanchando os dois e preparando a ficha de avaliação do dia seguinte. ❤️

E os manos ficam em casa, tomam banho e brincam. E quando eu chego sou toda deles! E assim me vou repartindo. Tenho muita sorte por ter ajuda ao final do dia, um par de braços extra da nossa querida S. que tratam do jantar ou dos mais pequeninos. E eu consigo gerir melhor os fins de dia, tenho a liberdade de ir com os três ao parque, com um deles a uma consulta, estudar com o mais velho, dar colo à mais pequena, fazer pistas de carros com o Afonso... 

Fim de semana bom. E cheio de sol, como eu adoro!

Sol, família, praia, teleférico, escorregas e muitas gargalhadas! Ainda jantamos com uns amigos no sábado e enchemos o pai cá de casa de mimos e presentes! Foi mesmo top este fim de semana. E ao contrário do que tantas vezes me acontece, que chego ao domingo mais morta do que viva, este fim de semana foi para recarregar baterias! E ontem à noite sentia-me feliz e serena, depois de dois dias mesmo bons, praticamente sem birras, com muito passeio, colo e sol.

E domingo de manhã ainda vi um filme delicioso, A Lenda do Dragão, que os meus filhos adoram e eu nunca tinha visto...


Qual a idade certa para os miúdos irem sozinhos para a escola?

Qual a idade certa para os miúdos irem sozinhos para a escola?  Este artigo é muito interessante e, de facto, é uma questão bastante pertinente. Não há uma resposta certa, mas é preciso reflectir. E, acima de tudo, penso que de perder muitos dos nossos receios de país para não sufocarmos os nossos filhos e não os super protegermos. Temos é de os orientar e de lhes dar as ferramentas que necessitam para serem responsáveis e autónomos. Não é fácil, mas temos de conseguir encontrar um equilíbrio. De há uns tempos para cá, o nosso filho de 7 anos, mas na altura ainda com 6, começou a ir de vez em quando comprar o pão a um café que fica no quarteirão da nossa casa, uns 10 prédios ao lado... Ele sabe perfeitamente o caminho, está atento aos perigos das garagens por onde saem e entram carros, e sabe que não se fala com desconhecidos. Vivemos num bairro muito tranquilo e o meu filho ficou radiante com esta promoção. Das primeiras vezes, o meu marido foi atrás e ficou na dobra da esquina a ver. DE notar que não tem de atravessar nenhuma estrada. Quando a minha mãe soube fez uma cena, que éramos inconscientes. Mas o que o meu marido viu, espreitando na rua, foi um rapaz com um ar muito sério, muito feliz e muito responsável com a sua missão. Foi, comprou pão, pagou, trouxe o troco... Impecável. E o orgulho que ele sentia! Mas percebemos que a maior parte das pessoas torce o nariz... No início do ano, a professora do meu filho do 1º ciclo perguntou se alguma criança iria fazer o percurso casa-escola sozinha por causa do seguro e todos os pais disseram que não...

Para a biblioteca dos meus filhotes!

"Uma história de grande sensibilidade pedagógica, sobre a família e o amor que une os irmãos."


Um mimo da Leya para os meus filhos. Hoje, vai ser a leitura da noite. Obrigada. Eu adoro ler, apesar do pouco que leio ultimamente por falta de tempo, cansaço e, acima de tudo, por ainda ter a Francisca no quarto e evitar abrir a luz. E estou feliz porque os meus filhos adoram livros, adoram histórias... E ontem, eu não estava em casa, e foi o filhote grande que leu o livro ao mano... Tão bom!!

Livro para a mãe

Estou com curiosidade em ler o livro "Seja feliz sem dietas". Quem por aqui anda sabe que eu estou num plano de emagrecimento, que é muito mais do que uma dieta, mas é sim uma mudança na alimentação, que passa por fazer escolhas mais correctas não só para mim como para toda a minha família. A mim, a palavra dieta dá-me logo vontade de comer, é uma coisa restritiva. E eu gosto de comer, gosto do convívio que a comida traz, gosto de cozinhar... Logo, as dietas para mim são complicadas. Não fazem sentido. Mas tinha de me livrar do meu excesso de peso ganho nas gravidezes e também a comer no trabalho. E  achei graça a autora referir logo no início do livro, que foi a única coisa que ainda tive tempo de ler, o problema que são as refeições nas cantinas dos estúdios de televisão, que se não temos cuidado (leia-se: eu tenho de comer todos os dias bifes de peru com salada, sim ao almoço tenho obrigatoriamente que fazer dieta para fugir aos fritos, gorduras e sopas cheias de batata) aquilo é comida que só engorda. Tenho de perder o peso que acumulei nos últimos anos, mas tenho de o fazer de uma forma gradual e equilibrada, sem passar fome, mas deixando de lado o que não me faz bem e não é saudável, e apostando mais nos vegetais, na fruta, nas massas integrais, no pão escuro... Comecei também a beber muita água, coisa que raramente fazia, e tento ir 3 vezes por semana a uma aula express no ginásio com uma amiga, que é uma maneira de gastar calorias e desopilar a cabeça!

Vou ler o resto do livro e depois partilho aqui. Não sou do género de livros de auto-ajuda, mas achei graça a este por falar em mudança de hábitos e estilo de vida. Obrigada à Leya.

Conciliar a vida profissional e a maternidade parte 2

Uma cunhada ofereceu-se para ficar cá em casa para eu ir ao jantar da empresa. Os meus filhos mais pequenos, pouco habituados às ausências da mãe, choraram, fizeram birras... Tudo o que puderam para me empatar! Mas eu lá fui ao jantar deixando para trás um cenário digno de Felini. Liguei 10 minutos depois, ia no carro com o coração apertado, e já reinava a paz na minha casa, não havia choro nem lágrimas... E eu segui viagem. Regressei à casa depois de jantar e sei que não houve dramas e que correu tudo muito bem. Quem adormeceu a Francisca foi o mano mais velho, que a embalou e acalmou na hora de dormir. O meu jantar também foi muito bom e deu para descontrair e beber um copo de vinho. Eu nem sou muito de convívio social de trabalho, falto muitas vezes e já perdi o treino, mas soube bem. E, acima de tudo, foi importante ter ido por questões de trabalho! E não fiz dieta!

Conciliar a vida profissional e a maternidade

Tenho um trabalho que adoro. Vivo da escrita, que é a minha paixão. Conto histórias, que é das coisas que me dá mais prazer fazer. Tenho a sorte de poder gerir os meus horários e conciliar a minha vida para poder ir buscar os miúdos à escola a horas decentes, ficar com eles quando estão doentes... Faço a gestão do meu dia e do meu tempo. E isso é um luxo. Posso trabalhar na empresa, em casa ou na praia. Tanto faz desde que o trabalho fique feito dentro dos prazos. E por este prisma consigo muito bem conciliar o trabalho e a família. Mas depois há um outro lado... O lado das festas, dos jantares, das galas... Ainda ontem houve a entrega dos prémios SPA e eu não consegui ir... E hoje há um jantar e eu também não consigo ir por causa dos miúdos, que o meu marido agora doente não pode ficar com os três e eu não posso estar sempre a cravar a minha mãe... Quando são aquelas reuniões de trabalho que tenho de dois em dois meses e que já sei que são  intermináveis, que eu já sei que estão planeadas e que só terminam lá para as 21h, eu peço-lhe, ela ajuda com gosto... Mas custa-me estar sempre a pedir, e desde que o meu marido teve o acidente tenho-a sobrecarregado... E custa-me. De vez em quando peço ajuda à minha sobrinha mais velha ou a uma das minhas cunhadas, mas gosto de me conseguir organizar e gerir a minha vida e sem andar a cravar babysiiting... E a verdade é que me desabituei das festas, dos jantares e da parte mais social do meu trabalho... E não me importo. Quando dá, vou, mas acho que estou cada vez mais reservada... Gosto de regressar ao ninho ao final do dia, e não me importo de passar estas festas... A parte chata é que não tenho tanta visibilidade... Não apareço. Mas faço o meu trabalho, com imenso gosto. E vou contando que baste.

Aula aberta às famílias

Esta é a semana da família na escola do meu filho mais velho. E ontem fui assistir a uma aula de inglês, preparada para nós, pais. Conheci a professora, que ainda não conhecia, eles cantaram uma música e depois nós cantámos com eles. 


Fizemos jogos e desenhos. E o meu filho estava feliz, feliz, sentado ao meu colo, a trabalharmos em equipa!! Foi mesmo especial. 

Plano de Emagrecimento #Semana 8

Mais uma sessão de acupunctura adelgaçante para me ajudar a queimar as gorduras mais localizadas e nova ida à balança. Numa semana, menos 800 gramas. Cada vez mais perto do meu objectivo que é chegar aos 57/59kg... Ainda estou a 3/5kg do objectivo final... Ou seja, estamos a meio do percurso. A médica acha que estou a gerir bem a questão alimentar e confessei-lhe que às vezes fujo um bocadinho ao plano, mas se faço alguma asneirinha (a semana passada, na 5ª feira jantei uma tosta deliciosa de atum e uma caipirosca e na 6ª fui jantar com o meu marido umas tapas do outro mundo...) na refeição seguinte tenho juízo e porto-me bem. Confesso que hoje até estava com medo de ir à balança, mas até me safei com menos 800 gramas! Penso que o importante é o equilíbrio e a mudança ao nível das escolhas mais saudáveis no dia a dia. E isso é uma realidade, minha e da minha família.

A Francisca continua com conjuntivite...

... E eu continuo com ela em casa porque ela não pode ir à creche. Vamos levar os manos e voltamos para casa. Eu posso trabalhar em casa, como já aqui contei, mas trabalhar em casa com os filhos também em casa é sempre difícil. Eu já não tento. Ou melhor, trabalho enquanto a Francisca dorme a sesta e trabalho depois das 21h quando todos dormem. Mas é cansativo. Ontem acabei já passava da meia noite. É fantástico poder ficar em casa quando tenho os filhos doentes, é óptimo ter esta liberdade e disponibilidade de horário, mas depois faço turnos duplos com noitadas... Porque durante o dia a Francisca quer é colo, mimo, brincadeiras, mais colo, mais mimo... 


E agora vou aproveitar para trabalhar até ela acordar da sesta!

Baby Francisca com dupla conjuntivite!

Grande chatice, coitadinha!  Apanhou na creche que desde a semana passada já houve mais casos. A ver se os irmãos que estão sempre abraçados e agarrados a ela não apanham... Por agora olhos bem limpos com soro fisiológico e gotas de colírio. E amanhã volta a ficar no mimo da mãe!

14 meses da miúda da minha vida!

Há 14 meses vivia novamente o milagre da vida... E recebia a minha princesa nos braços. Não sabia o que era ser mãe de menina... Mas sabia que era o meu último filho, neste caso uma filha, e vivi tudo com muita calma, a aproveitar cada segundo ao máximo... Na primeira noite, as duas sozinhas no quarto de hospital, entre as dores da cesariana e o cansaço vinha-me o nome Afonso à cabeça quando a embalava para não chorar, mesmo estando vestida de cor-de-rosa dos pés à cabeça. Para mim, a referência de um bebé ao colo era o meu Afonso... Foi só nessa noite, que rapidamente a Francisca ocupou o seu espaço, o lugar que parecia reservado para ela... Tem sido uma aventura maravilhosa, um amor crescente... A nossa relação, a relação dos manos com ela, com o pai... o sorriso, as graças, as conquistas... Tão bom! Nem tudo são rosas nesta aventura, mas as noites sem dormir, o cansaço, o desespero de alguns dias e algumas noites são compensadas por todo o amor, alegria e vida que existe nesta família! É a minha miúda que adora colo e mimo. É a princesa cá de casa. A cereja no topo do bolo desta família maravilhosa, que me rouba o sossego mas dá sentido à vida!

Que filme fabuloso! Que murro no estômago!

Ontem depois de deitar os miúdos, e como ainda era cedo, decidi ver um filme... Enrosquei-me com o meu marido no sofá. Ele adormeceu em poucos minutos, mas eu agarrei-me ao filme, à história, às personagens... Que filme! Que realismo. Que raiva! Tão duro. Tão bom!!!! Vale mesmo a pena ver. Nem pestanejei! 


Perdemos a cabeça! 2 idas ao cinema em 2 semanas! Mais do que em 2016 todo!!!

A minha mãe já consegue ficar com os meus 3 filhos e isso tem tido um impacto maravilhoso na nossa vida! A semana passada ficou com eles para irmos ao cinema e quando chegámos só elogiava o comportamento deles... Que com ela não fazem birras, que são uns santos, que às 21h já dormiam... Tanto os elogiou (não sei se nos elogiando a nós ou a ela... mas gostei do artigo na mesma) que esta semana a cravei outra vez: ficas com eles para irmos ao cinema?? E ela disse que sim!! E fomos. E gostei bastante, apesar de ainda ter dormitado... É impressionante, que não consigo ver um filme sem adormecer... Mentira. Não dormi nem pestanejei no Lion... Mas nesse mal respirava, tal era a emoção! 


Antecipando o dia do Pai ❤️

Recebemos um mimo especial da Dodot, pensando no Pai cá de casa e em grande parte dos pais de hoje em dia que mudam fraldas e fazem tudo, ou quase tudo, o que as mães fazem! Dos três, a Francisca é a que mais refila na hora de mudar a fralda, seja com a mãe ou com o Pai! E apesar de ser a terceira continuamos a comprar fraldas Dodot, que são as que gosto mais. 


Compro sempre em promoção, ficando ao preço das marcas brancas. E, para mim, a qualidade é muito superior porque não empapam! E parece que há um motivo para isso...


A Dodot realizou o “Estudo sobre a paternidade” para descobrir quais são os hábitos dos pais portugueses no cuidado dos filhos. Segundo os resultados do inquérito, 81% dos papás portugueses mudam regularmente a fralda aos seus bebés, sendo que 49% o fazem diariamenteEstes novos #PapásDodot envolvem-se ao máximo no cuidado diário dos seus filhos: 87% costumam brincar com eles, 49% mudam as fraldas55% dão as refeições 51% vão deitá-los ou adormecê-los. Sim, é mesmo verdade, os padrões mudaram e, hoje em dia, 1 em cada 2 papás assume tarefas do cuidado diário dos seus filhos. E a pensar nos pais, um vídeo dirigido a eles...


Felizmente os meus filhos têm o melhor pai do mundo, não só porque muda fraldas, mas porque brinca, cuida, veste, educa, orienta, ensina e está super envolvido no dia a dia dos miúdos... Um super Pai muito presente e que adora brincar! Cá em casa, o pai é muito mais divertido que a mãe, mas felizmente também sabe mudar fraldas!


O que eu odeio motas!!

Lembram-se do post em que vos contei do acidente do meu marido? Pois bem, já passou mais de um mês e ainda está muito longe de estar bem! Já retirou gesso e agora vai começar a fisioterapia... mas o fisiatra não foi nada animador. Além de 4 ou 5 meses de fisioterapia, inicialmente diária, há a possibilidade de nunca recuperar totalmente a extensão do braço e o movimento do cotovelo, que saiu do sítio com o acidente e que provocou a lesão e rompimento de todos os tendões e afins... Uma merda! E eu nem sou de dizer palavrões! Acredito que com muito suor e lágrimas o meu amor vai recuperar, mas vão ser meses de grande trabalho para conseguir recuperar ao máximo e ir ganhando alguma autonomia, porque é muito chato estar dependente... Ontem, ele dizia ao médico, que era chato estar assim, com três filhos pequenos em casa, sem poder mexer o braço, sem poder ajudar a mulher, sem conseguir ser autónomo e a precisar de ajuda para tudo. E o médico riu-se e disse: pior era se fosse solteiro e vivesse sozinho! Quem (eu) toma conta de 3 toma de 4!!!  A mota, essa, vai directa para o OLX... Odeio motas, sempre odiei, foi uma guerra minha durante anos até que aceitei os argumentos da poupança de tempo, que tanta falta nos faz... E os meus filhos que nunca me peçam motas!!! Porque ou estou senil ou nunca darei um cêntimo para comprarem uma!! Claro que foi um acidente, que os acidentes acontecem, que ele nem teve culpa... Mas não quero saber. No meu marido não mando e houve uma altura em que ele comprou a mota, mas com os filhos a conversa é outra. E quem manda sou eu!

Longe vão os tempos do Bairro Alto e do Lux!

Eu e uma amiga agarrámos nos respectivos filhos e, depois de os recolhermos nas respectivas escolas, fomos a um parque muito fixe, que tem uma esplanada/bar fixe com bebidas, sumos e tostas! A ideia era eles brincarem no jardim e no parque enquanto nós deitávamos conversa fora e bebíamos uma Caipirinha. Quando a minha amiga pede as Caipirinhas, diz o empregado, depois de nos ver com tantas crianças: as nossas Caipirinhas são fortes... Se calhar faço mais fracas do que é costume... E pronto! Fomos logo arrumadas!! Por termos tantas crianças a cargo é que precisávamos de dose extra, mas enfim... ele não deve ser pai... não deve perceber estas coisas... 

Feliz Dia Internacional da Mulher

Bom dia a todas as mulheres que por aqui passam. Comecei o dia bem cedo como mulher e mãe e recebi uma flor à porta do meu filho mais velho. Que a cada Dia Internacional da Mulher que se comemora estejamos mais perto de garantir que todas as Mulheres têm liberdade de escolher o que as faz mais felizes, num mundo onde ainda há tanta desigualdade entre oportunidades para homens e mulheres! Eu não quero ser igual aos homens, até porque como mulher tenho privilégios únicos, como o da maternidade, mas não quero ser descriminada por ser mulher, por ter optado ser mãe e não quero que me dificultem a vida porque tento conciliar a vida familiar e profissional! Adoro ser mulher apesar da trabalheira que dá. Somos únicas, temos capacidades incríveis a roçar os super poderes e hoje é o nosso dia!

"Já vou!"

Hoje fiquei com um aperto e um nó na garganta! Estava a contar a história da noite aos meus filhos sobre o hamster Bolt (que o meu filho pediu ao pai para o 8º aniversário) que se tinha perdido, no meio dos embrulhos de Natal. Quando o dono do hamster deu pela falta do bicho foi ter com a mãe e pediu ajuda. A mãe disse logo: vamos procurar o hamster. E o meu filho interrompe e diz: se fosse na vida real tinhas-me dito que já ias porque tens sempre muitas coisas para fazer e dizes quase sempre já vou... Aqui senti um aperto! É isto que ele sente?! É verdade que digo muitas vezes que já vou, mas não é porque não quero ir, mas porque estou a dar banhos, mudar a fralda, a preparar mochilas, a arrumar compras de supermercado, a decidir refeições, a limpar o chão, a adormecer a Francisca, a ajudar com TPC's... Expliquei isto ao meu filho, dizendo que lamentava profundamente que ele achasse que eu não tinha tempo ou que as coisas dele não eram importantes... Porque são. Ainda hoje fui numa corrida ao Colombo para tentar mandar vir umas chuteiras da Sportzone que não existem em Lisboa, mas que existem em Viseu e em Torres Vedras. Eu bem tento ser um polvo e conseguir fazer tudo, mas a verdade é que digo muitas vezes: já vou... quando estou a meio de outras coisas... Vou ter mais atenção, tentar alterar a frase, porque não é mesmo má vontade ou falta de interesse, não é por estar repimpada no sofá a ler ou a pintar as unhas, é mesmo porque estou a tentar fazer tudo... Mas foi bom ele ter dito o que sentia para eu lhe explicar que ele é importante, que o ouço e estou atenta, e também para tentar sempre que possível agira na hora, porque lá está, como ele é o mais velho e o mais autónomo é possível que às vezes exija mais dele do que dos irmãos... e ele ressente-se disso. Por isso é que o momento de deitar é tão importante, é tempo de reflexão, de desabafo, o mais velho usa as histórias da noite para questões do dia a dia, para fazer perguntas, reclamações... São momentos muito importantes. 

Está tão despachada!

E faz a vida dela, e já brinca imenso, e sobe, senta, trepa... É mesmo uma miúda querida e super despachada. 

Mas quando não está a brincar na vida dela quer é colo e colo e mais colo da mãe! Já tenho dores no braço e nas costas! E ai de mim que me afaste da zona de radar dela! Grita!

Dois livros para a minha biblioteca!

Ontem cheguei a casa e tinha dois presentes da Editora Leya à minha espera! Dois livros sobre dois assuntos completamente distintos, mas que me são muito próximos e que me interessam bastante! Vou lê-los com a atenção que merecem e depois conto tudo! Obrigada, Leya! 

Em Corra pela sua Felicidade, Pullen demonstra que necessitamos de uma abordagem nova e radical ao mindfulness, que tenha origem no nosso próprio corpo e no seu movimento. O programa de Terapia de Corrida Dinâmica, desenvolvido por William Pullen, proporciona precisamente isso. Quer estejamos à procura de formas para lidar com a ansiedade, a raiva, a mudança ou a tomada de uma decisão, Corra pela sua Felicidade apresenta planos de exercícios mentais apropriados a cada uma das necessidades (tanto para prática individual, em par ou grupo) inspirados no mindfulness e na Terapia Cognitiva de Comportamento, criados especificamente para serem praticados enquanto corremos ou fazemos caminhadas. O livro foi concebido para poder refletir, faseadamente e a cada passo, sobre a mudança da sua atitude e analisar o seu progresso enquanto corre pelos altos e baixos da vida.
Ao proporcionar planos de exercícios mentais práticos com o objetivo de combinar o seu bem-estar físico com o mental, Corra pela sua Felicidade dá a conhecer a Terapia de Corrida Dinâmica como uma abordagem holística para a sua vida, reunindo, em perfeita harmonia, a mente e o corpo, e combinando o poder de ambos para mostrar como podemos atingir o nosso potencial máximo.

Ainda não tive tempo para ler o livro, mas já o folheei e fiquei bem entusiasmadaE é mesmo giro que um livro sobre a corrida e a felicidade chegue um dia depois de eu ter feito a minha primeira corrida a sério, digamos assim.


O segundo livro, Ouvir o Que a Criança Não Diz, vai ser uma ferramenta muito útil para trabalhar com o meu filho mais velho, e depois com os manos... Porque de facto, às vezes eles não conseguem exprimir o que sentem.
Ouvir o Que a Criança Não Diz

"Alguma vez ‘engarrafaste’ os teus sentimentos? Se sim, descreve o que aconteceu.” Os exercícios deste guia convidam a criança a escrever, a desenhar, a fazer listas – e dessa forma apelativa e surpreendente ajudam-na a expressar emoções, a resolver problemas, a aprender a controlar a raiva, a melhorar a sua capacidade de comunicar. Fazem luz sobre alguns dos seus medos, sonhos, mágoas, esperanças, dificuldades e desejos. E ajudam os adultos a compreender o que se passa no mundo interno da criança.


Plano de Emagrecimento #Semana 7

Estou a partilhar convoco a minha consulta da semana passada com uns dias de atraso, mas entre o trabalho dentro e fora de casa, pouco tempo tive para vir aqui falar. Como já referi não estou apenas em dieta, mas sim num processo de mudanças alimentares, onde também incluo a minha família para fazermos todos opções mais saudáveis. Há uns tempos fiz um post sobre as mudanças mais importantes a nível alimentar e estou muito satisfeita. Não só pela opção mais saudável, mas porque os resultados são visíveis. Além dos 4kg que perdi, perdi imenso volume. Na semana passada além do peso a médica fez-me medições e perdi 6 cm de anca, 7cm estômago e 6cm barriga. Na coxa perdi 1cm assim como no joelho. Perdi bastante (não tenho os valores de cabeça) percentagem de massa gorda, aumentei os meus níveis de água no corpo, o que é muito importante, e reduzi a idade metabólica para 35 anos, o que me tira 3! Mais importante que os números, e que são muito importantes, é eu apertar o cinto três casas ao lado, é eu sentir-me muito melhor quando me olho ao espelho, é a roupa assentar muuuuuito melhor, é eu sentir-me mais gira e mais magra, é ter os meus filhos a dizer: a mãe já não está gorda! e é ter o meu marido a elogiar as minhas novas curvas! Mas, mais uma vez, o mais importante sou eu mais vaidosa e a gostar de recuperar o meu antigo corpo... 

A chegar aos 14 meses ela é só gracinhas!

Todos os dias a Francisca faz uma gracinha nova e elas não podem ficar perdidas na correria dos dias. E não é por ser a terceira que tem menos graça e que eu não me derreto com as suas conquistas. Já dizia adeus, mas agora também bate palmas. Dás os beijos mais deliciosos do mundo e também abracinhos! Já sobe para cima das cadeiras alentejanas que estão no quarto (um perigo!!) e já sabe dizer que sim com a cabeça. O não já sabia há muito tempo. É incrível como aprendem sempre primeiro o não!!! Já aponta para o que quer e descobriu o espelho. Não percebe o que é. Mas ri imenso e no elevador vai de cabeça ao espelho para dar beijinhos nela própria. Já quer carregar nos botões dos elevadores e quer acender a luz. Aprende tudo rápido, como qualquer criança, são verdadeiras esponjas, e tem dois mini mestres em casa, os manos, que lhe ensinam as brincadeiras e os disparates. O que ela mais adora é atirar-se em cambalhota da cama de cima para a cama de gaveta... É a loucura. E eles a rebolarem e atirarem-se com ela! Já houve cabeçadas e choro, mas continua a ser um programa que eles adoram! A única parte que tem menos graça é que continua a dar noites chatas... Está muito melhor comparado com o inferno que já vivemos há poucos meses, mas está longe de dormir a noite toda e continua a querer leite, colo e conversa... Enfim. São fases. Melhores noites virão!

Domingo bom!

Depois de um sábado com as baterias em baixo e sem paciência para nada nem para ninguém, domingo foi um dia muito bom! Fiz a minha primeira corrida oficial, ainda por cima por uma causa, e fui com duas grandes amigas. 5 km a correr a um ritmo tranquilo, mas sem parar e a bater o meu melhor e fraquinho tempo. Tinha lá em casa a minha sobrinha mais velha, com 20 anos, que foi dar uma mão ao tio com os primos. E quando cheguei já tinha lá outro sobrinho, de 5 anos, que queria brincar com os meus filhos. Entre brincadeiras, mimo e panquecas para o lanche passou-se o dia. E ao final da tarde chegou a minha mãe para eu e o meu marido irmos ao cinema. Ele está quase há um mês fechado em casa, saindo apenas para ir às consultas, e lá fomos nós ao cinema, antes da consulta de hoje que vai ditar o que se segue... E lá fomos todos contentes para ver o Moonlight, mas estava esgotado e acabámos por ver o Vedações. Eu adormeci um bocadinho ali no início, mas o intervalo fez-me despertar e acabei por gostar muito do filme. E o que gostei mesmo foi do date com o meu marido. A minha mãe disse que os miúdos se portaram melhor do que bem e que às 21h já estavam todos a dormir, depois de histórias, brincadeira e oração da noite... Temos que repetir. 

Hoje estive muito longe da mãe que quero ser...

Há dias em que me sinto a pior mãe do mundo. Hoje foi um deles. Entre birras deles, gritos meus, leva e trás a festas de anos (no Alvalaxia no dia de eleições do Sporting com o caos instalado!!!)... Fui péssima mãe, com cansaço acumulado, a ferver por tudo e por nada, sem paciência, com eles a chorarem por me verem gritar... Ainda bem que já acabou. Já os beijei, já lhes pedi desculpa por me ter zangado além da conta... Amanhã vou correr com duas amigas, vem cá uma sobrinha ficar com eles de manhã que o meu marido continua de braço ao peito sem poder tomar conta deles, especialmente da Francisca, e eu espero que esse tempo para mim me ajude a relaxar e a acalmar. Têm sido semanas demasiado cansativas, com tudo às costas, e estou a precisar de tempo para mim para poder recarregar baterias para estar mais calma e mais paciente com os miúdos, que são simplesmente crianças e não têm culpa da mãe estar exausta e às vezes sem forças para fazer tudo o que tem a fazer... 

Mini férias de Carnaval

Entre muita brincadeira com os primos houve tempo para uma ida ao cinema e uma ida ao teatro. Fomos ver o "Cantar" e eu adorei. Achei o filme o máximo e super divertido. Os mais velhos gostaram, os mais pequenos fartaram-se!


Ontem foi dia de irmos ao teatro. Fomos ver O Gato das Botas no Teatro Armando Cortês. Achei que era uma óptima produção, os actores cantavam bem, os cenários e o guarda roupa também estavam muito bem, só não gostei muito de algumas piadas sobre reality shows que as crianças não percebem... Levámos 7 primos. Mais uma vez os mais velhos adoraram, mas ao contrário do que aconteceu no cinema o Afonso e o primo Manel não saíram e aguentaram bem a peça toda. A Francisca vibrou na 1ª parte e na 2ª adormeceu ferrada ao meu colo...


1º noite do Afonso fora de casa! parte 2

Foi um sucesso, como eu já previa! Jantaram, tomaram banho e brincaram... e ainda cearam antes de dormir! Adormeceram ao som da Smoth FM e dormiram toda a noite, sem interrupções ou xixi na cama, por parte do Afonso. O Alexandre e o primo acordaram às 7h15, mas às 9 o Afonso ainda dormia. Depois do pequeno almoço, ainda em pijama, foram brincar para o jardim, felizes! Tão bom! Obrigada, cunhados! Vocês são sempre uma enorme ajuda. E como hoje estou e férias vamos lá almoçar e depois seguimos para o cinema. Era para ser um dia de mãe e rapazes, mas o convite de ontem mudou as coisas e é dia de primos e de mães! 

1º noite do Afonso fora de casa!

O meu filho Afonso ficou feliz quando a tia o convidou para dormir em casa dela. Ficou eufórico, já que o tio Filipe é o tio preferido e o primo Manel o primo mais querido. Nunca dormiu fora de casa, mas já tinha pedido para dormir em casa do primo. E foi hoje. E ele estava radiante. E sabem o que ele disse na despedida: "Vou-me portar muito bem para voltar a dormir cá!" Espero que tenham uma noite muito boa, com muita brincadeira e momentos que ficarão para sempre na memória e no coração!

Silêncio...

Os meus rapazes foram dormir a casa do primo Manel e nós ficámos em casa com a Patanisca, que olhava para todo o lado à procura dos manos. E foi um silêncio. A Francisca jantou, tomou banho, secou o cabelo, lavou os dentes e foi dormir sem barulho e a estranhar a ausência dos manos... Mas estava tão cansada da paródia em casa dos tios, que adormeceu tranquilamente, como tem feito nas últimas semanas... Pensei ver um filme com o meu marido, mas eu adormeço, é escusado... Então, vou aproveitar para acabar um trabalho e depois dormir sem ter o meu Afonso na cama depois das duas da manhã! Que nas últimas noites acorda, vai à casa de banho e depois vem-se enroscar: "oh, mãe, gosto tanto de dormir abraçado a ti. E não fiz xixi na cama..." Deixá-lo ter esse mimo. O pior é que durmo toda torta, mas enroscadinha nele... E eles crescem tão depressa!

Cabelos brancos

Nunca pintei o cabelo. Nunca tive a mania de cores e sempre gostei da cor do meu cabelo. Acho que no liceu, uma vez, usei um spray caju, mas aquilo era uma treta e não dava nada. O meu cabelo sempre foi escuro, com vários tons de castanho, com brilho. E eu sempre gostei da cor dele. Não gostava que fosse liso, mas com os anos foi ganhando jeitos. E eu gosto imenso do meu cabelo. Uso-o sempre em versão mais curta e gosto de andar com ele bem cortado. Há poucos anos foram aparecendo uns cabelos brancos... Um aqui, outro ali. Poucos e muito discretos, mais na zona da franja. E eu gostei deles. E deixei-os ficar. Tenho 38 anos e n já começo a ter mais cabelos brancos, hoje ao fotografar até percebi que são mais do que aqueles que eu vejo, mas gosto deles. 



E sempre tinha decidido não os pintar. Ir deixando que aparecessem e dessem uma cor acinzentada à minha cabeça... Um bom corte assumindo o grisalho. Até porque a minha mãe é uma escrava da pintura do cabelo, tem de o pintar de 15 em 15 dias ou fica com umas raízes horríveis. E eu sempre achei uma prisão e nunca gostei da cor de cabelo dela. Ou são madeixas muito bem feitas em cabeleireiro, onde se gasta uma fortuna por mês, ou pintar tudo por igual numa cor que acaba por ficar baça e sem graça... Não é para mim. A minha avó, que tem 94 anos, só há poucos deixou de pintar o cabelo e assumiu os brancos porque a minha mãe e o meu tio eram uns chatos e melgavam-na que tinha de pintar o cabelo. Até ao dia que ela disse não! E calou-os. E tem um cabelo lindo branco. A minha mãe já me chateou da minha decisão, que vou ser uma velha, que os meus filhos vão ter uma mãe velha... Mas eu estou super confiante. E hoje, ao almoço, o meu marido olha para mim, estávamos só os dois a almoçar com o sol a dar-me no rosto e ele olha-me nos olhos e diz: vais ficar muito gira com os cabelos brancos... E se eu já tinha a minha decido tomada, se já a tinha partilhado num grupo que se chama Mulheres de Prata, fiquei feliz com o comentário do meu marido, que é da mesma opinião que eu e que me apoia e ainda por cima acha que eu vou ficar gira! 

Para mais tarde recordar ❤️

Esta foi uma das fotografias possíveis de tirar esta manhã... Um Homem de ferro, abraçado a um Urso Polar com uma mana Francisca pelo meio. Não mascarei a pequenina e depois constatei que é o 2º Carnaval dela e que nunca a mascarei... Mas eu não adoro o Carnaval e vibro apenas com a alegria dos rapazes, e alinho na festa! No ano passado até nos mascarámos em família, mas foi assim uma coisa única... Não é por ser a 3ª filha que não a mascaro, como já me disseram, é mais porque não calhou... Os manos escolheram máscaras que tínhamos no baú dos disfarces e com todo o trabalho que tenho tido e com o marido no estaleiro não tenho tido tempo para nada, muito menos para andar em lojas... Se calhar se tivesse batido os olhos num fatinho lindo para ela não tinha resistido, mas não aconteceu... E eu não acredito que ela vá ficar traumatizada... 

Consegui estar presente nos dois desfiles!

Lembram-se deste post? Estava com medo de não conseguir, mas consegui acompanhar os meus dois rapazes nos respectivos desfiles de Carnaval. Eles estavam felizes e adorarem ter lá a mãe a dizer-lhes adeus. O pai, fez um enorme esforço, e acompanhou-nos o melhor que pôde! Foi uma manhã cheia de cor e de alegria! 

Tubezito



Eu  achei a ideia muito gira e vou ver se pega lá em casa. O Afonso só vê o que o mano mais velho põe no Ipad porque ele ainda não vai para o Ipad sozinho, mas às vezes começam a ver coisas inocentes - o que ele mais gosta de ver são crominhos da idade dele a montar enormes construções de Lego - mas a certa altura surgem sugestões de vídeos que já não são próprios. No outro dia já estavam a ver os piores acidentes dos parques de diversões!! 

"INVESTIGADOR DEFENDE MAIS TEMPO EM FAMÍLIA DO QUE NA ESCOLA"

Concordei com tudo o que li neste artigo. Cliquem no link e leiam a opinião do  investigador Carlos Neto, que defendeu esta sexta-feira que as crianças já passam muito tempo na escola e que o importante é discutir um novo modelo de trabalho dos pais.: As atividades extracurriculares, frisou, “não compensam o facto de não se subir a uma árvore ou a um muro, de andar de bicicleta ou de patins”.

Ontem à noite, a magia aconteceu...

O meu filho mais velho escolheu o livro que íamos ler antes de dormir, mas enquanto esperávamos que o Afonso vestisse o pijama ele começou a ler... E percebeu que conseguia ler não só as palavras dos livros da escola, mas que já sabia ler ao ponto de começar a contar a história da noite. E foi uma enorme emoção. Para ele e para mim!

O que me dava jeito um clone...

Estou aqui a tentar perceber como é que vou conseguir assistir aos desfiles de Carnaval dos meus dois rapazes, sendo que são quase à mesma hora e partem de sítios diferentes... Não vou acompanhar todo o desfile, mas quero dizer adeus no início e vê-los um bocadinho. E hei-de arranjar maneira!

"Manual de bom senso nas visitas ao Recém-Nascido"

Partilhei aqui a loucura que foram as visitas à maternidade quando o meu primeiro filho nasceu e de como eu e o meu marido nos impusemos quando nasceram os dois outros filhos. Do segundo filho fomos mesmo rígidos porque estávamos traumatizados com a falta de bom senso que vivemos nas visitas ao nosso primeiro filho... E quando nasceu a Francisca já toda a gente sabia as regras. É que é incrível, mas há uma enorme falta de bom senso generalizado quando nasce uma criança. Sei que as pessoas não fazem por mal, mas caramba! Há mínimos! Não vão à espera de lanche, café e bolos... Não apareçam sem avisar, não fiquem horas a fazer sala. Ajudem! Ou, pelo menos, não atrapalhem!

O Centro Pré e Pós Parto de Entrecampos, que são pessoas mesmo Top e cheios de bom senso nestas questões, fizeram este guia maravilhoso. E assim, escusam de ser os pais a fazer cara feia, são as regras... e os pais podem ir partilhando ao longo da gravidez, assim como quem não quer a coisa. 





Momento de filho único

Esta semana o meu filho mais velho está em avaliações e ontem quando saiu da escola fomos para o nosso café de sempre para fazermos umas fichas. Um momento de trabalho e de mimo, um momento de filho único... 

A certa altura, perguntei: como correu a prova de Estudo do Meio? E ele diz: viste mal, hoje era matemática, a única matéria que não estudámos no fim de semana... Mas correu bem, não te preocupes... Ups!! É o que dá andar a mil... 

Plano de Emagrecimento #Semana 6

Ontem foi dia de ir à balança... E esta marcou menos 1kg certo. Fiquei contente por a balança reflectir o que eu sinto. Tenho menos volume, a roupa assenta melhor, já quase não tenho pneus laterais. Estou contente e super entusiasmada. Estou com 62,5kg, menos 3,400kg do que que quando comecei este processo. Tenho perdido peso de forma muito lenta e gradual, mas sinto-me lindamente porque, como já disse, estamos a falar em mudanças de hábitos alimentares e não numa dieta louca que me deixe sem energia e deprimida. Não passo fome, como os meus dois pãezinhos escuros por dia, como toda a fruta até 3 peças por dia, como frutos secos que adoro (sou fã das embalagens do Lidl), como vegetais de todas as formas e às vezes como massa integral, quando a refeição pede... como foi ontem o caso das almôndegas de frango e beringelas... Ontem além de ir à balança fiz tratamento deelectroacupunctura que ajuda a eliminar as gorduras mais persistentes e localizadas... Para a semana além de pesar vou fazer avaliação mais pormenorizada da perda de peso, de volume e medições... 



Eu, ligada às máquinas...