28 de fevereiro de 2020

E na mesma semana duas notícias devastadoras...

Na quarta  à noite recebemos a notícia de que voltou o cancro a um amigo do meu marido e que não há nada a fazer, penas cuidados paliativos, tem um ano de vida no máximo. Tem 45 anos e 2 filhas pequenas. Ontem soubemos uma grande amiga foi à urgência e tem uma leucemia aguda. Ficou logo internada e começou a quimo de imediato. 44 anos. 2 filhos pequenos. Que murro no estômago, que medo, que droga de cancro! Andamos sempre perdidos nos nossos pequenos problemas e merdices e depois de um dia para o outro muda tudo, estava tudo bem e passa a estar tudo mal. Ainda estamos muito abananados. em choque, mesmo. Não acontece só aos outros. Dá medo. Assusta. Por eles, que estão a viver o pesadelo, pelos seus filhos e famílias, e por nós, com medo, muito medo, por nós e pelos nossos filhos. Temos todos filhos tão pequenos. É assustador.

27 de fevereiro de 2020

Nunca tínhamos pensado na hipótese do ensino privado...


Mas estamos a considerar para o 5º e 6º ano do filho mais velho, já que não adoramos as opções públicas e estamos cansados de greves e rebaldarias. Se pudesse, inscrevíamos logo os três neste colégio, pequeno, familiar, perto de casa, cheio de espaço ao ar livre, campos de jogos, recreios imensos, mas como não nos saiu o Euromilhões pensámos em inscrever no privado os dois anos do 2º ciclo e depois seguem para a secundária, que é boa e ao lado de casa. Mas é tanto dinheiro!!! Vale a pena o esforço? Olhando como ui, investimento na educação, que é uma das melhores ferramentas que lhes podemos dar, achamos que sim, que vale a pena.

As crianças e a morte

Não era suposto os meus filhos terem ido ao velório da tia do meu marido que morreu. Estavam todos fora da igreja a brincar, supervisionados por uns tios, mas claro que a curiosidade do meu filho mais velho foi mais forte e entrou pela igreja, noite adentro. Os irmãos e os primos seguiram-no e lá estava a tia, caixão aberto, apesar de tapado o rosto. O meu filho do meio, sempre emocional, ficou perturbado e à noite, quando se deita, relembra a cena e chora, muito aflito, afligido pela morte. Já lhe explicámos que a morte faz parte do ciclo da vida, que a tia era velhinha e que teve uma vida linda e muito preenchida com filhos, netos, muitos irmãos, dezenas de sobrinhos, dezenas de sobrinhos netos e bisnetos... É preciso ir falando da morte e explicar quando acontece aos mais velhinhos, com vidas muito preenchidas, foi o ciclo natural... mas todo o cenário o impressionou. É normal. Nunca tinha ido porque a morte mais recente que tivemos foi da filha dos nossos amigos, da pequena C. com 3 anos, e nessa altura mantive-os longe de todas as cerimónias, as mais duras e tristes em que alguma vez estive e espero nunca mais voltar a estar. Há um livro muito sobre a morte, mas ainda não está publicado em Portugal, que é  O Pato, A Morte e A Tulipa.

26 de fevereiro de 2020

A minha estreia num Clube de Leitura

A empresa onde estou organiza um Clube de Leitura mensal e eu inscrevi-me. Sempre tive curiosidade e vontade de participar num e esta é uma boa oportunidade, ainda por cima é numa parte da hora de almoço, na biblioteca da empresa! 

25 de fevereiro de 2020

Super marido e super pai💗

Depois de três dias sozinho com os miúdos, já todos bem cansados e cheios de vontade de regressarem a casa, porque têm saudades da mãe e já lhes chega de férias, o maridão recebe a notícia da morte de uma tia querida. Estavam a uma hora de casa, numa aldeia histórica, a queimar os últimos cartuchos. O pai agarra neles, leva-os para casa, preparam as malas e arrumam tudo, metem-se  no carro (aqui parece uma sequência rápida, mas lembrem-se que é um adulto para três crianças...) e faz uma viagem de mais de 4 horas, com serra pelo meio, para chegarem à terra de família paterna do meu marido. Mandei roupa lavada para todos por uns cunhados que saíam de Lisboa para o mesmo destino e entre os irmãos organizaram as dormidas. Eu meti a cabeça no trabalho para não me preocupar com a viagem longa que iam fazer. Chegaram bem. Era tudo o que eu queria ouvir. E no meio do cansaço e da viagem teve de ir respondendo a todas as perguntas que foram surgindo sobre a morte, sobre aquela tia... Mal conseguimos falar, mas sei que tudo isto irá mexer com as emoções do meu amor, irá ao cemitério e ao jazigo onde está o pai, vai ter de gerir as perguntas/ receios/ anseios dos nossos filhos, que provavelmente irão querer ir às cerimónias... E eu tenho a certeza que ele irá gerir tudo muito bem, como sempre faz. Mas gostava de o abraçar, de lhe dar a mão. Não vejo a hora do final de amanhã chegar para os abraçar. Até lá, cabeça e mãos ao trabalho para o tempo passar mais depressa.

Sozinha em casa

Ontem estive a fazer trabalhos da pós graduação quase até à meia noite e depois decidi que não ia pôr despertador. Sei que já nunca durmo até muito tarde e queria descansar, tranquilamente. Queria ir ao ginásio, marquei duas aulas, mas queria mesmo era dormir sossegada. Acordei às 10h e lá fui para o ginásio indo só à segunda aula. Não ia lá há mais de um mês e soube muito bem. Uma aula e meia hora de passadeira, um duche e já está. Depois regressei para casa,  ao vazio, ao sossego. Tenho saudades dos meus filhos e do meu marido, mas está a saber-me bem esta tranquilidade, ter o tempo todo para mim, para as minhas coisas. Agora mãos ao trabalho, que tenho um deadline para cumprir. Bom Carnaval! 

24 de fevereiro de 2020

Chegou hoje à minha mesa de cabeceira

Mais um livro da Dulce Maria Cardoso. Amei O Retorno e também gostei muito d' Os Meus Sentimentos, em registos de escrita bem distintos. Mais uma requisição na Rede de Bibliotecas Públicas de Lisboa. Entrem aqui, escolham o livro que querem ler e a biblioteca onde o querem ir levantar. É tão simples e gratuito. Não há desculpas para não ler. Muitos pais queixam-se que os filhos não lêem, mas não se esqueçam que eles agem por imitação e numa família onde os adultos não gostam de ler dificilmente os mais jovens o farão. Mesmo com pais leitores e que os incentivem à leitura são tantas as atrações menos trabalhosas e imediatas que as crianças e jovens têm à disposição, que é um desafio, mas assim que se apanha o amor pelos livros e pela leitura a nossa vida fica mais rica e nunca mais os largamos... porque há poucas coisas que se assemelhem ao prazer de ler um bom livro, descobrir a história página a página, emocionar-mo-nos com as personagens, imaginar os cenários... Boa noite e boas leituras.

23 de fevereiro de 2020

Esta semana não há ementa semanal

Sem filhos a cozinha vai estar mais ou menos encerrada. Vou fazer uma sopa e já está, até porque estou a precisar de entrar na linha. Tenho sempre comida congelada preparada e quando eles chegarem, a meio da semana, é só tirar para fora. Os próximos dias estou de férias de cozinha... O meu marido é que brincava é dizia que ele é que estava a gastar dias de férias, mas que quem ia estar de férias era eu, em Lisboa, sem filhos! E estou mesmo a precisar! Obrigada, maridão por ficares com os miúdos, bem sei que te vão dar muito trabalho e como eu não vou estar sobra tudo para ti. ❤

No comboio, entre as memórias do passado e os livros da pós graduação

Tenho muitos textos e livros que preciso ou quero ler relativos à minha pós graduação e  aproveito as 3h30 da viagem de comboio para Lisboa para por a leitura em dia. Estes dias sem filhos vão ser fundamentais para avançar com a pós graduação e com uns trabalhos de freelancer que tenho e para ir ao ginásio. Sim, porque apesar  de estar a trabalhar das 9 às 18h o facto de estar sozinha sem filhos, sem obrigação de fazer jantares e com o tempo livre todo para mim significa um ganho enorme em termos de horas diárias. Quem tem filhos sabe do que falo!

A viagem

Fazia muitas vezes esta viagem de comboio. Na estação, na linha da Beira Alta, tinha sempre o meu pai à minha espera ou a despedir-se. Parece que o estou a ver...  A última vez que fiz esta viagem foi há muito tempo, ainda ele era vivo e eu solteira, sem filhos, mas não sei se foi há 17 ou 20 anos ... sei que foi há muito, muito tempo. Estar na sua casa da serra, rodeada da sua presença e fotografias, passar no cemitério onde está, no jazigo da nossa família, e apanhar este comboio trouxeram-no tanto à minha memória... como eu gostava de reescrever a nossa história, que nem sempre foi fácil, que não teve direito a despedidas, nem a um adeus... E hoje reencontrei-o naquela estação, com o seu casaco de urso, como eu dizia, um casaco quente, castanho, forrado a pêlo, de um tempo em que na serra os invernos ainda eram frios e eu ainda tinha o meu pai. 


Fim de semana maravilhoso para mim, férias para os meus filhos

Que benção de tempo e de dias bons, entre amigos. Não há nada como fugimos para a casa que temos junto à Serra da Estrela, onde temos espaço para receber amigos e onde os nossos filhos e os filhos dos amigos podem correr e brincar, livremente, no meio da natureza! É tão bom vê-los junto das laranjeiras a comer laranjas doces, o mais biológicas que há diretamente da árvore ! Eu não tinha férias de Carnaval, mas estes dias já estavam pensados e a promessa de Sol e calor levaram-nos até ao campo. Que bom! Só tive pena de não poder ficar, mas eles ficam muito bem com o pai r com os amigos. E na quarta reencontramo-nos cheios de saudades, o que também é muito bom!

21 de fevereiro de 2020

Com as crianças é sempre uma incógnita...

A pequena afinal não queria o fato de unicórnio, ontem o filho do meio chorava porque também não queria o Carnaval e o mais velho implorou ao pai que fosse ao chinês comprar um nariz de palhaço... Temi que a manhã fosse difícil, mas não! Foi maravilhosa!! A pequena adorou ir de Unicórnio e até aceitou pintar-se, to do meio era um Ninja feliz e o mais velho um bobo palhaço super  artístico!! E foram os três felizes e contentes, abençoados pelo sol!

20 de fevereiro de 2020

Até tremo só de pensar que vou ter três adolescentes em casa ao mesmo tempo!!!

Pois é. Lembro-me do meu primeiro filho ser bebé e eu estar cansada e achar uma fase muito exigente. Um dia, estava a falar com a minha prima, mãe de 4 filhos, os mais velhos já na adolescência e ela diz-me: aproveita agora enquanto ele ainda está no berço. É a fase mais simples. Até pode ser cansativa fisicamente, mas os verdadeiros problemas e dores de cabeça surgem depois. E é tão verdade. Quando eles são pequenos exigem de nós fisicamente, estão dependentes, dão más noites, têm cólicas, precisam de mamar de 3 em 3 horas, não brincam sozinhos, cospem a sopa, querem colo e atenção o tempo todo, mas depois, quando saem do berço e ganham mundo, aí é que o desafio começa... Lembrei-me desta conversa ao ler este artigo sobre a adolescência.

19 de fevereiro de 2020

"A Vida é Bela" dos nossos dias... e o amor dos pais

Quem não se lembra do belíssimo filme "A Vida É Bela"? Foi com esta comparação que uma amiga minha partilhou este vídeo e, de facto, é tão triste que a guerra, as bombas e a destruição continuem a fazer parte da vida de tantas crianças... E não há nada mais belo e genuíno que a gargalhada de uma criança e o amor pelos filhos!


Podem ver a notícia, aqui.

18 de fevereiro de 2020

A saga do Carnaval

Todos os anos digo que não compro máscaras novas para os meus filhos usarem as que têm no imenso baú dos disfarces. Mas nas vésperas das vésperas começam os pedidos, os beicinhos, e acabo sempre em stress a tentar cumprir os desejos deles. Ontem a minha Kika disse que queria ir de princesa, estranhei e levei-a à loja comigo. Claro que odiou as princesas e escolheu um macacão de unicórnio. Lá aceite comprar, apesar do preço excessivo, porque ela é sempre tão esquisita, odeia tudo o que é roupas... Ficou radiante. Comprou, experimentou mal chegou a casa e depois... depois despiu e disse que afinal não gosta. E que não vai vestir. 

Mamografia e eco mamária anual!

É sempre um momento de sufoco que só passa quando ouço a médica dizer que está tudo bem. Aí respiro de alívio. Para o ano repito o exame. A prevenção faz a diferença. 


17 de fevereiro de 2020

Odeio gente estúpida. Não ao racismo!


O que aconteceu ao Marega é lamentável. Ele fez bem em sair e deviam ter saídos todos. Não podemos consentir este tipo de atitudes, que voltam a surgir cada vez mais.

Será que o meu filho está a ser vítima de bullying?

Meses depois de começar o primeiro ano muito feliz começou a ficar doente antes de ir para a escola. Dores de barriga e diarreias, que se transformavam em lágrimas, choro e gritos para não ficar na escola. Percebemos que era um problema com a professora e com o método dela, que o deixava ansioso e a sentir-se incapaz e inseguro. Conversas e várias reuniões depois pareceu-nos que isso está ultrapassado, mas começaram as queixas para não ficar no ATL, as lágrimas, as palavras meio ditas sobre alguns do 2º ano gozarem com ele e na sexta vinha cheio de nódoas negras, primeiro dizia que tropeçou, depois já não se lembrava. Agora não fica no ATL de manhã e vai logo para a sala, junto da professora, que se disponibilizou para o receber. Porque ele treme só de pensar no ATL... Hoje vai ser visto por uma psicóloga fora da escola para ver se conseguimos perceber o que se passa dentro dele, porque não estamos a conseguir, causando-lhe revolta contra nós.

Nesta nova rotina ainda não consegui ir ao ginásio...

São apenas 5 semanas neste trabalho, a full time, com horário das 9 às 18h. Teve de haver uma adaptação do nosso dia a dia e dos miúdos, como vou aqui contando, mas houve uma coisa que ficou de fora: o ginásio. Faz-me falta, mas não o encaixei nesta nova rotina porque pensei que eram só 5 semanas.. Se por acaso este contrato se prolongasse teria de arranjar maneira de encaixar o exercício físico. Como são apenas umas semanas, deixei de fora, mas sinto-me mais perra e mais inchada... e com mais peso.

16 de fevereiro de 2020

Ementa semanal

Mais uma semana, mais uma receita e hoje, domingo, vou já deixar muita coisa pré preparada para os próximos dias em que vou ter de me desdobrar com o trabalho a tempo inteiro fora de casa, mais as aulas e os trabalhos da pós-graduação.

2ª - Feijoada de pota com arroz - faço no domingo e apura para segunda feira.

3ª - Panados com arroz (vou fazer a mais para sobrar para quinta feira) e salada

4ª - Bacalhau no forno com cenoura, alho francês, batata palha e molho branco

5ª- Empadão de arroz com carne picada com salada - fiz bolonhesa no fim de semana e congelei uma parte para este prato.

6ª - Almôndegas com esparguete - vou fazer a carne no domingo e congelar as bolinhas. Uso esta receita.

"A Peça Que Dá Para o Torto"

Ontem o meu marido fez-me a supresa e levou-me a jantar - onde assistimos a um pedido de casamento a meio, que me emocionou, porque eu sou uma eterna romântica, e depois fomos ao Auditório dos Oceanos ver A Peça Que Dá Para o Torto. Eu não sou uma pessoa de riso fácil, mas para quem gosta de boa comédia, tente comprar bilhetes porque vai adorar. Eu tive pena de não ter levado os meus filhos rapazes porque acho que eles iam amar. É muito própria para miúdos a partir dos 8/9 anos... 

A tradução para português foi feita por Nuno Markl que não se cansa de dizer como este é um espetáculo muito divertido: "É uma matrioska, uma peça dentro de uma peça", explica. "Vamos assistindo à progressiva e total degradação da peça desde grupo até o caos se ter instalado. Toda a gente gosta de olhar para acidentes e isto é um acidente contínuo. É mesmo muito divertida, quase podíamos dizer imoralmente divertida, não deveria ser permitido haver uma peça assim tão divertida. E ao mesmo tempo é um mistério muito bem construído, porque queremos saber quem é, afinal, um assassino."

Apesar de não ser de todo o meu género de peça adoro as noites em que tenho folga com o maridão, em que somos só nós, namorados e sem filhos. Como são poucas, damos ainda mais valor. E a querida madrinha da Kika, que tem 18 anos, ficou com os três super bem, todos felizes e contentes. 

O que ando a ler

SINOPSE
A jornalista Isabel Nery traz-nos no seu novo livro, a primeira biografia de Sophia de Mello Breyner Andresen, no ano em que se assinala o centenário do seu nascimento.

A autora percorreu lugares e pessoas que fizeram parte da história de Sophia, como o Porto, a Grécia, Lagos, ou entrevistando mais de 60 pessoas, do pescador José Muchacho, ao amigo Manuel Alegre, até ao ensaísta Eduardo Lourenço, passando por companheiros das letras e da política.

Só assim foi possível completar a biografia que faltava sobre a primeira portuguesa a receber o Prémio Camões e a única mulher escritora com honras de Panteão Nacional, a quem muitos gostavam de ter visto atribuído o Prémio Nobel.

14 de fevereiro de 2020

A sintonia do amor!

De manhã, quando saio do quarto, coloco o telemóvel no bolso de trás das calças para não me esquecer dele. Foi o que fiz ontem e quando o ia pousar na bancada… ups! escorregou e mergulhou… na sanita. O maridão tirou logo o cartão e enfiamo-lo em arroz… Fui buscar um antigo para desenrascar. Hoje de manhã tenho um presente do dia dos namorados. Um telemóvel novo! Não, não foi o maridão que foi a correr comprar. Foi o universo. O meu homem já sabia que o meu telemóvel estava a dar as últimas – já passava o dia ligado ao carregador ou ao powerbank, e há uns tempos tinha-o encomendado para quando o meu morresse. E aconteceu tudo no mesmo dia. Se isto não é sintonia do amor, não sei o que será. São 15 anos em comum. Muito namoro, muitos dias bons, muitos dias difíceis, risos e lágrimas, uns dias de mãos dadas, outros nem por isso, muita cumplicidade e, acima de tudo, a certeza de que nos queremos, mesmo com dias em que tudo parece difícil – nós e os miúdos - e com noites mal dormidas que dão mau humor matinal.

13 de fevereiro de 2020

Patrick Melrose

Se puderem vejam na RTP Play esta mini série de 5 episódios, que passou na RTP2. É brutal!!! Gostei tanto. 
Série dramática protagonizada por Benedict Cumberbatch sobre a história dramática de um aristocrata britânico, atormentado por traumas do passado
A história de um aristocrata britânico, atormentado por traumas do passado, que revela os segredos mais sórdidos da classe alta britânica.
Série dramática baseada nos aclamados romances semiautobiográficos do escritor inglês Edward St. Aubyn.

Patrick Melrose (Benedict Cumberbatch) é o herdeiro de uma família aristocrática decadente e desestruturada, com uma infância traumática onde foi vítima de abusos do pai (Hugo Weaving) e de uma mãe (Jennifer Jason Leigh) tacitamente conivente com a situação. Desde a infância de Patrick no Sul de França, na década de 1960, até à vida adulta em Nova Iorque e Londres, acompanhamos a jornada angustiante de um homem profundamente ferido, que tenta esquecer as lembranças cruéis do passado através do abuso de álcool e drogas, e a sua tentativa de recuperação e redenção.

O meu filho está triste e desanimado

Comprei este livro para o meu filho que está numa grande aflição, insegurança e tristeza com o primeiro ano do 1º ciclo. Uma professora extremamente exigente (muito focada nos resultados, nos melhores alunos e nas avaliações) abalaram a auto-estima do meu filho, que quer voltar para o JI. Já temos uma psicóloga, com acordo com a escola, que vai lá reunir com ele, mas não estamos a ver resultados. Chora, grita, esperneia e tem diarreia antes de ir para as aulas. Está carente e triste, nunca quer ficar na escola, mas depois dizem-nos que durante o dia ele está bem... É uma angústia, para ele e para nós... 

12 de fevereiro de 2020

Os meus dias estão muito longos, mas estou imensamente feliz!

Estou a meio da minha segunda semana de trabalho neste novo projeto, a tempo inteiro, em ambiente de empresa e estou a adorar. Adoro a equipa, adoro o trabalho que estou a fazer, adoro estar a trabalhar fora de casa, com colegas, que são impecáveis. Eu já conhecia a minha chefe e grande parte da equipa - com quem eu colaborava em regime de freelancer - e está a ser fantástico. Não vou buscar os meus filhos à escola, não os levo às atividades, mas já estava há tanto tempo tão focada nos meus filhos, em que o meu dia útil terminava antes das 17h para os ir buscar, que me está a fazer bem ter uma atividade profissional mais intensa. É muito exigente em termos de horário, principalmente nos dias em que tenho aulas até às 21h30, depois de 8 horas de trabalho. Na Sexta feira passada tive aulas até às 23h e estava exausta, até porque no dia seguinte começaram novamente às 10h da manhã até às 18h. Mas é mesmo verdade que quem corre por gosto não cansa e que a organização é fundamental para que as semanas corram bem. Este meu trabalho só é possível graças ao meu marido, à minha cunhada mais velha e a uns amigos que fazem as recolhas e distribuição pelas atividades... 


Livros maravilhosos para os mais pequenos!

Deliciem-se com este livro, A Locomotiva! Espreitem aqui na página da Qual Albatroz, que faz livros absolutamente mágicos. Tive a sorte de conhecer a dupla que dá vida a este projeto e fiquei maravilhada e deliciada... Eu tenho o "Onde Moram as Coisas" autografado pelo Marc. Espreitem o trailer do livro.



E toda a informação, aqui no site.







Há mesmo amigos que são família

Não tenho palavras para agradecer à minha amiga C.O que três vezes por semana vai buscar a minha filha mais nova e a mima como se fosse dela até eu a ir buscar quando saio do trabalho. E não é disponibilidade de tempo, mas de coração! Vai buscar os dois filhos pequenos e a minha, ainda manda sempre uma foto de WhatsApp quando a recolhe, e segue para casa onde tem a mãe, que foi atropelada a semana passada e precisa de cuidados. Tudo isto com o marido a viver e a trabalhar a 400Km de casa. Há pessoas gigantes. A C.O. é uma delas. Só nos conhecemos há 3 anos, graças ao meu filho Afonso, mas já não imagino a minha vida sem ela, sem as nossas boas conversas, a amizade... E vamos ser vizinhas!! Que sorte a minha. Foi também e muito graças à sua ajuda que pude aceitar este desafio profissional a tempo inteiro. 

3 de fevereiro de 2020

A minha rede de apoio...

... e a sensação boa de saber que há quem cuide dos meus filhos para que eu possa aceitar este novo trabalho, que começou hoje, e que me encheu as medidas. A minha cunhada mais velha, que assegura  agora vários dias o final de tarde dos meus filhos é um misto de tia e avó e hoje às 16h já estava a apanhar os mais novos para irem aproveitar o sol, passear o cão, jogar à bola... Tão bom.