30 de outubro de 2014

O melhor do meu dia!

Consegui ir buscar os meus filhos a horas decentes. Fomos fazer uma surpresa ao trabalho do pai e depois, a pedido do mais velho, fomos ao parque. Já era de noite, mas estava uma óptima temperatura e eu alinhei. Brincámos imenso e foi muito bom. Tirei fotos e pedi ajuda ao mais velho para me registar a mim e ao mano. Estávamos mesmo felizes. 




Mas depois... tudo mudou e se transformou numa gigantesca birra. Tudo porque eu peguei no pequenino às cavalitas para facilitar a saída do parque. O mais velho disse que também queria, eu disse que não era possível (explicando os motivos), mas ele ficou cheio de ciúmes e descontrolou-se numa birra monstruosa. Já nem conseguimos conversar. No carro, tentei explicar-lhe novamente que não o podia ter às cavalitas deixando o pequenino a andar sozinho na rua correndo o risco de ser atropelado, mas ele estava naquela espiral de birra que nem ouve nada. Consegui acalmá-lo com colo duplo (aos dois manos) à saída do carro para ir para casa. Parecia que a coisa estava controlada, mas uma nova birra aconteceu quando ao lavar as mãos saiu o desenho que uma auxiliar da escola lhe tinha feito na mão. Foi mais de meia hora de birra. E eu a perceber que aquilo era cansaço. Era ele a não conseguir controlar-se. Era ele a precisar da chucha - que nunca mais usou - para acalmar a ansiedade acumulada com o cansaço de um dia de escola e aula de natação. Felizmente o pai chegou, o jantar estava delicioso - quem não adora uns bons bifes com natas e cogumelos frescos - e o resto da noite foi tranquila. Falámos sobre o sucedido na hora de só para ele perceber que tinha agido mal e feito uma birra injusta, já que ele tinha querido muito ir ao parque e eu concordei, satisfazendo o pedido dele. E a conversa acabou assim: agora já estamos felizes, mãe, não vamos falar mais sobre isso. Não volta a acontecer. E eu beijei-o e aconcheguei-o até o sono o levar.

Passatempo - Fantasminhas divertidos!


Para celebrar o Halloween este blog e a Leibniz juntaram-se para oferecer as novas e deliciosas bolachas BooHuss! Com formato de fantasmas, cada uma destas bolachas é um personagem com nome próprio. Em saquetas individuais, são a companhia ideal na mochila dos mais pequenos!

Para participar e ganhar uma das quatro embalagens que temos para oferecer, tem de ser seguidor do Blog, fazer like no Facebook do Vidasdanossavida e dizer-nos qual a nacionalidade da marca Bahlsen que fabrica estas deliciosas bolachas que vão tornar os lanches dos mais pequenos ainda mais divertidos!



As primeiras quatro participações correctas serão as vencedoras! Têm até dia 2 de Novembro para participar (para o email: vidasdanossavida@gmail.com). Os resultados serão depois anunciados aqui no blog!


A palavra Mãe

Não tenho dados científicos, mas tenho quase a certeza que a palavra mais dita no mundo é mãe!!!! Pelo menos, cá em casa é!!!




29 de outubro de 2014

Os amigos dos nossos filhos

O meu filho mais velho tem aulas de piano fora da escola. Há pouco recebi um telefonema de uma mãe de um amigo dele da escola a perguntar sobre as aulas de piano e a dizer que o filho dela quer ter aulas de piano para estar com o meu filho. E eu tive vontade de gritar: Nãoooooooooooooooooo! Eles são super amigos, mas eu não gosto da criança. O rapaz não tem culpa, mas eu não quero que ele vá destabilizar o meu filho nas aulas de piano. Que eles sejam muito amigos na escola não há nada a fazer, mas promover a amizade deles não está nos meus planos. Ele é um miúdo mal educado, sem regras, sem disciplina, responde mal à mãe e ninguém tem mão nele. O meu filho não é nenhum anjo e adora a companhia deste amigo para a asneira. A pedido do meu filho já fomos ao parque ao fim de semana e não gosto nada do comportamento dele nem da maneira como responde sem educação à mãe, que não diz nada e se limita a dizer: não tenho mão nele, é ele que manda. E diz isto em frente ao filho. Sem ser brusca e tentando ser simpática disse que não era boa ideia irem para a mesma aula de piano, que iam brincar muito e destabilizar o grupo. E que já que estamos a pagar as aulas de piano era bom que tirassem o máximo partido... Claro que o meu filho ia adorar mais este momento de macacada com o amigo, mas o piano iria passar para segundo plano. Será assim tão horrível da minha parte intervir, desde tão cedo, nas amizades do meu filho? Ele convida todos os amigos para a festa de anos, combinamos idas ao parque e eu deixo-o convidar amigos para lá ir a casa, mas faço uma pequena selecção. Não quero um selvagem mal educado a partir-me a casa e a responder-me torto. Não quero e acho que estou no meu direito.

Quando os filhos nos dão assim uma lição...

Ontem estava a deitar o mais velho (deito-o sempre na minha cama para lermos uma história e estarmos à vontade sem acordar o mano, que já dorme) e parceu-me ouvir o besnico.
Eu: Shiu!
Filho: Não se diz Shiu. É má educação.
Eu: Tens razão, filho, mas estava a tentar ouvir se era o mano...
Filho: Mas não se diz shiu! Como é que queres educar os teus filhos sem lhes mostrares a boa educação?!

Foi isto.

Verão no Outono

Não sei o que evstir. Ou melhor, tenho pouco para vestir. E porquê? Porque naquelas semanas de frio e de chuva achei que era altura de fazer as trocas das estações. Guardei a roupa toda de verão, deixando apenas aquelas camisas e túnicas de meia estação, e arrumei tudo na arrecadação. Resultado: tenho o armário e as gavetas cheias de camisolsas e pouca coisa para vestir. A sorte é que a roupa do maridão está sempre a uso e a das crianças só lhes guardei os calções. E eu sei saber se hei-de ir à arrecadação buscar umas t-shirts ou esperar que venha o frio. Estou um bocado confusa com este tempo. E tenho a certeza que não sou a única. Ah... e os pés precisam de pedicure urgente para voltar às sandálias, mas eu não tenho tempo nem para me coçar...

Mudança da hora

Cá em casa o filho mais novo continua na hora antiga, o que quer dizer que tem acordado sempre às 6h30, em vez das habituais 7h30. Quer também dizer que dorme menos uma hora, porque eu o deito na mesma às 20h, as antigas 21h. Esperemos que ele acerte os horários com os nossos, porque aquela horinha matinal faz falta!

28 de outubro de 2014

O nosso Halloween



No ano passado lançámos a tradição de comemorar o Halloween a pedido do filho mais velho que era bombardeado com esta festividade em todos os canais de desenhos animados. Foi também a festa de inauguração da casa nova! Fizemos um lanche giríssimo com a casa enfeitada a rigor e com todas as crianças e alguns adultos mascarados. À mesa também houve brincadeiras e foi um sucesso. Este ano vamos repetir a graça. Não no sábado, que estarei numa formação, mas domingo à tarde a nossa casa vai-se transformar na mansão do horror com direito a muitas brincadeiras entre os primos e alguns amigos, muitos sustos, comida divertida e conversa em dia. E, entretanto, encontrei estas receitas malucas, daqui, para a mesa de Halloween.




O meu pijama brilha no escuro!!!!


Da H&M. Fez as delícias do meu filho mais velho!

Doença "Mão-pé-boca" parte2

Parece que já nos livrámos da virose. O meu pequenino já está bom, apesar de ainda ter crostas à volta da boca e os pés e mãos a pelar. Esta parte demora mais a passar, mas já não há risco de contágio. Já teve alta médica, não tem febre desde quinta feira passada, e hoje já regressou à escola todo contente.

26 de outubro de 2014

Ementa semanal

Mais uma sugestão para as vossas ementas! Boa semana!

Segunda feira
Bacalhau com natas

Terça feira
Almôndegas com esparguete

Quarta feira
Arroz de polvo

Quinta feira
Frango com cenouras e ervilhas

Sexta feira
Bifes com cogumelos e natas com esparregado

Sábado
Salsichas frescas de peru com arroz de cenoura
Massa com fiambre e ervilhas, daqui

Domingo
Omeletes mistas com salada
Crepes de pescada e camarão, daqui

Doença "Mão-pé-boca"

Ao fim de vários dias sem comer nada, mesmo nada tirando uns biberões de leite e umas uvas, hoje consegui dar uma sopa ao meu filhote. Uma sopa e um boião de fruta. Não tem febre desde sexta-feira e as feridas e borbulhas da cara parecem estar a secar. Espero que seja sinal que está maldita virose  "Mão-pé-boca" está a ir embora. Esperemos que sim. Que ele tem estado num enorme sofrimento. 

Parece-me que foi desta, campeão!!!

Uma semana sem chucha! Já não fala dele e está muito orgulhoso da sua enorme conquista. Custou-lhe muito. A primeira tentativa de largar a chucha já foi há dois anos, largou bem de dia, mas a da noite não conseguia. Era uma luta interior, uma angústia, uma falta... Deixámos que tentasse sempre por iniciativa própria, ele tentava, desesperava. Uma vez chegou a estar duas semanas, mas foram noites de angústia, de falta de sono, de vaguear por não conseguir acalmar e conciliar o sono. Desta vez, sinto que ele conseguiu. As primeiras noites exigiram mimo extra, acordou ainda a meio da noite a chorar, mas conseguimos que ele resistisse. Ganhou uns ténis com luz, com que ele sonhava, para lhe dar motivação extra. Já não fala nem pensa na chucha na hora de ir para a cama. Acho que o meu campeão consegui ganhar esta batalha. E foi com grande força de vontade. E nós estamos orgulhosos dele ter conseguido.

25 de outubro de 2014

A minha ausência

Fui dois dias para fora em trabalho com o coração partido. Deixei o meu filho pequenino doente. Foram 2 dias de culpa por não estar com ele, por ter deixado um bebé doente. Sabia que ele estava nas melhores mãos (do pai e da minha mãe) com as brincadeiras do mano, mas custou-me imenso. Estou atolada em trabalho. Trabalho que não é possível produzir durante os dias úteis. Exigem-nos este mundo e o outro. E eu quando estou a trabalhar sinto remorsos por não estar com os meus filhos (mal os vi esta semana) e estou sempre com trabalho em atraso para entregar. Não sou eu que estou atrasada ou me deixei dormir (aliás, mal fui à cama esta semana entre trabalho, idas nocturnas ao hospital e um bebé a chorar de dores inconsolável), mas são os objectivos irrealistas que nos propõem. Trouxe trabalho para o fim de semana. Quando deitava o mais velho, contava-lhe que tinha de trabalhar no fim de semana, mas que ia arranjar tempo e íamos comprar coisas do Halloween. E diz ele: ao fim de semana não é para trabalhar, pois não? E um curso de formação no próximo fim de semana, e um bebé doente com a doença "Mão-pé-boca". Conhecem? Eu desconhecia. É contagiosa e como não é muito comum deixo-vos algumas caraterísticas e sintomas. Parece que este vírus anda aí em força. Mete dó o meu bebé. Não come há vários dias, tem a cara toda uma chaga com borbulhas e está cheio de bolhas nos pés e nas mãos e manchas pelo corpo.

O que é o síndrome mão-pé-boca?
Comum nas crianças até aos 4 anos de idade, a doença das mãos, pés e boca é epidémica e ocorre, geralmente, durante o verão e início do outono.
Transmissão da doença mão-pé-boca
De criança para criança através do contacto das mãos e pés com a mucosa da boca.
Período de incubação da doença mão-pé-boca
O período de incubação da doença é de 3 a 5 dias.
Sintomas da doença mão-pé-boca

    Pouca febre.
    Bolhas na parte interior da boca, que podem degenerar em úlceras dolorosas.
    Perda de apetite.
    Bolhas nas mãos e nos pés que aparecem cerca de 1 a 2 dias após aparecerem na boca.
    As bolhas são indolores e não provocam comichão.

Tratamento da doença mão-pé-boca

Não há um tratamento específico para esta doença. O que pode fazer é minorar os sintomas de desconforto. Dê muitos líquidos à criança e evite alimentos e bebidas ácidos que agravam a dor na boca. Bochechar com água e sal ajuda a aliviar a dor da boca.
O seu médico fará a devida avaliação e tratamento para a febre e dor.
As bolhas nas mãos e nos pés desaparecem em 3 a 4 dias, bem como a febre. As bolhas na boca podem prevalecer até 4 semanas. Depois de se contrair esta doença, fica-se imune para toda a vida.

21 de outubro de 2014

Pessoas sem filhos vs Pessoas com filhos

Adorei este texto! Ri e identifiquei-me com todas as situações. Claro que há muitas mais, mas estas estão muito bem esgalhadas. para quem não tem filhos deve achar que quem tem é louco e deve questionar como é que não se ficam só pelo primeiro filho. A verdade é que não há nada melhor neste mundo que ser mãe / pai. E não é cliché, é mesmo o melhor do mundo ou o mundo já teria acabado!!!!  Mas se é verdade que amamos os nossos filhos acima de tudo também é verdade que há dias em que pensamos que endoidecemos, e aqui estão algumas das razões dos porquês dessa loucura!

 Pessoas sem filhos vs Pessoas com filhos

As pessoas sem filhos escolhem o restaurante em função do menu, do preço, do chef, da decoração ou da localização. As pessoas com filhos entram no primeiro restaurante que tenha cadeiras para crianças

Texto de Susana Almeida Ribeiro, blico.

As pessoas sem filhos anseiam por sexta-feira. As pessoas com filhos temem-na.

As pessoas sem filhos têm cartões de cinema ilimitado. As pessoas com filhos têm cartão IKEA family.

Para relaxar as pessoas sem filhos vão para o ginásio. As pessoas com filhos vão para o trabalho.

As pessoas sem filhos escolhem o restaurante em função do menu, do preço, do chef, da decoração ou da localização. As pessoas com filhos entram no primeiro restaurante que tenha cadeiras para crianças.

Ao sábado à noite, as pessoas sem filhos vão jantar fora, ao cinema e a um bar. As pessoas com filhos vão à cozinha aquecer restos no microondas, vêem meio episódio de uma sitcom e adormecem no sofá.

As pessoas sem filhos comem cereais, torradas, sumo de laranja e café ao pequeno-almoço. As pessoas com filhos também, mas metade disso vai parar à roupa, à carpete e aos cortinados.

As pessoas sem filhos sentam-se no sofá a ler um livro e a beber um chá. As pessoas com filhos sentam-se na sanita e fecham a porta da casa de banho à chave para terem 5 minutinhos de relax.

As pessoas sem filhos vão ao supermercado, fazem compras e regressam a casa. As pessoas com filhos vão ao supermercado, perseguem-nos até à charcutaria, arrancam-lhes coisas das mãos, tremem quando eles enfiam pelo corredor dos vinhos, negoceiam, chantageiam e regressam a casa percebendo que afinal se esqueceram “da porra das fraldas”.

As pessoas sem filhos vão domir. As pessoas com filhos vão fazer óó.

As pessoas sem filhos acordam com o despertador. As pessoas com filhos gostariam de acordar com o despertador.

As pessoas sem filhos vão a esplanadas e ao cabeleireiro. As pessoas com filhos vão a parques infantis e ao pediatra.

As pessoas sem filhos não sabem quem é a Xana Toc Toc. As pessoas com filhos preferiam não saber quem é a Xana Toc Toc.

As pessoas sem filhos comem sobremesas. As pessoas com filhos escondem-se na cozinha e comem dois quadrados de chocolate para cima do lava-louças. Quando apanhadas em flagrante, as pessoas com filhos dizem que é medicamento e emborcam meio copo de água para validar a farsa.

As pessoas sem filhos viajam com uma mochila. As pessoas com filhos têm esgotamentos nervosos diante de malas.

As pessoas sem filhos praguejam como estivadores. As pessoas com filhos começam a usar termos como “diacho”, “bolas” e “caneco” quando esfacelam o dedão contra o pé do sofá.

As pessoas sem filhos vêem thrillers, dramas, biopics… As pessoas com filhos vêem o Pocoyo.

As pessoas sem filhos mudam de camisa se esta tiver uma nódoa. As pessoas com filhos só mudam a camisa se ela estiver vomitada.

20 de outubro de 2014

A morte

A morte de um grande amigo de infância do meu marido, cujo coração não resistiu à violência dos tratamentos para combater o cancro, deixou-me de rastos. Ver o meu marido desfeito, junto dos amigos da primária, que se mantém amigos até hoje, uns mais próximos que outros, mas todos ali, malta de 40 anos, incrédulos, chocados, desfeitos a chorar a morte de um deles. É horrível. Sonhei a noite toda com a morte deste amigo, fui dormindo e acordando. Ver gente da nossa idade morrer custa. Assusta. Não só pela tristeza de quem parte, o desgosto nos que ficam, mas por pensarmos na nossa própria fragilidade. Que nos pode acontecer a nós. Não são só os avós e pais a morrerem, que já dói tanto, mas amigos da nossa idade enterrados pelos próprios pais. E não foi um acidente. Foi uma doença. Uma doença que veio, que ele combateu, que veio passado dois anos e que levou a melhor. Uma merda. Um nó na garganta. O medo da morte. E eu tenho medo da morte. Medo de morrer. Medo de deixar os meus filhos pequenos… Estas situações servem também para nos abanar. Para nos mostrar que a vida é mesmo efémera e que perdemos muito (mais muito mesmo) tempo com coisas e parvoíces que não interessam. Nunca temos tempo para nada. Andamos sempre a correr. A marcar jantares que nunca se concretizam… Tínhamos falado deste amigo lá ir à nossa casa nova (numa ideia que tivemos de 2 vezes por mês organizar um jantar com amigos que nem sempre estão no nosso dia a dia, mas de quem gostamos muito e fazem parte da nossa vida). E nunca há tempo para nada, às vezes nem para um telefonema, mas depois há uma morte e todos nos conseguimos organizar para estar juntos. Devíamos celebrar mais a vida e arranjar tempo para estar juntos, enquanto ainda nos podemos rir e festejar!

19 de outubro de 2014

Ementa Semanal

Aqui vai mais uma sugestão para as vossas ementas! Boa semana!

Segunda feira
Jardineira de vitela

Terça feira
Bifes de perú com puré de cenoura

Quarta feira
Lasanha de atum

Quinta feira
Espetadas de frango compradas aqui com arroz de coentros

Sexta feira
Lombinhos de porco no forno com batatinhas assadas

Sábado
Entrecosto assado no forno com arroz de grelos

Domingo
Peixe assado no forno
Hambúrgueres comprados aqui com esparregado e arroz branco

18 de outubro de 2014

O mundo do filho mais novo...

É muito simples. Tudo o que mexe é o cão, depois há a mãe, a nanana (banana) e o pão! De vez em quando lá sai um pai ou um mais (quando acaba as uvas) ou um mãn (mano), mas tirando isso não diz mais nada.  E ele até sabe as palavras, porque já as disse uma ou outra vez, mas lá achou que devia poupá-las. É giro ter filhos tão diferentes. O mais velho com esta idade quase que recitava os Lusíadas...  

Compras giras para o mais velho!

E com estas compras, feitas na H&M (falta mostrar t-shirt manga comprida dos heróis da Marvel e umas calças de fato treino quentinhas e muito básicas para a ginástica), que ele precisava mesmo, fui eleita a melhor mãe do mundo de todo o sempre!



Ficou a faltar este pijama, que não havia o número dele.
E ainda comprei, para lhe dar de presente de anos, o fato do Hulk, que ele já me tinha feito saber que será o tema da festa e do bolo.

Claro que uns minutos depois, quando mandei para o banho e cortei a brincadeira, passei logo a ser a mãe chata e a pior de todas! É assim, a alegria da maternidade! Mas o sorriso do meu filho grande quando viu as roupas foi o melhor do meu dia!!

Saídas à noite depois da maternidade

São raras e difíceis, não as saídas, mas o dia seguinte. Eu já tenho um enorme défice de sono em cima e ir jantar fora e beber um copo, significa um dia duro no dia seguinte. Mas ontem era um jantar de mulheres dos vários departamentos da produtora onde trabalho e nem hesitei em ir, apesar de ainda estar engripada. O meu marido disse logo que tomava conta dos miúdos de manhã e que me acordava só para irmos à festa de um sobrinho às 10h30. E lá fui eu. 40 mulheres giras, divertidas e que trabalham para o mesmo projecto (e ainda faltavam outras tantos), mas que nem sempre se conhecem. Jantar no Bairro Alto, um copo no Cais do Sodré e às 2 da matina achei que estava bom, até porque no bar do cais, onde estávamos não se respirava tal era o calor e a quantidade de gente. Cheguei a casa às 2 e meia e lá me deitei. Mas passado pouco tempo ouço mãe... fiz-me de morta, que não estava muito longe da verdade, mas ao fim de alguma insistência, e dele ter escorraçado o pai, lá fui. Chucha e ficou... até às 6 da manhã. Aí tirei-o da cama, dei-lhe um biberão e meti-o na minha cama, sempre a segurar-lhe num pé ou numa perna não fosse ele baldar-se da cama. Aguentámos ali até às 7, depois liguei o zig zag do canal 2 e às 7 e meia ele já tinha atirado tudo o que temos nas mesinhas de cabeceira para o chão, já tinha aberto gavetas e decidi sair com ele para a sala. Pedi ao meu marido que entretanto estava a dormir com o mais velho, ainda nem lhe perguntei porquê, para ficar com ele meia hora para eu dormir. Ele pontificou-se logo, mas dois minutos depois ouço bater na porta do hall e gritos aflitos: mãe, mãe, mãe. Abri a porta e percebi que já não dava mais. Reparei que o mais velho já tinha acordado e fui fazer legos com o pequenino. 

E depois quando me dizem: já não tens a pedalada de antigamente? Já te vais embora? Não ficas mais um bocadinho? É que eu só de pensar na alvorada nem consigo estar descontraída à noite. Mas foi giro e valeu a pena. Hoje custa um bocadinho, mas a maternidade ensinou-me a lidar com a privação de sono. 

16 de outubro de 2014

Ténis com luzes!

Mães desse lado: onde se compram ténis com luzes? Anunciei ao meu filho mais velho que íamos comprar uns ténis. "têm luzes?", pergunta ele. Eu disse que não e ele diz: "oh, mãe, eu nunca, mas nunca tuive uns ténis com luzes! Compras-me uns com luzes? Por favor.... Eu disse por favor!" E agora preciso de saber onde se compram ténis com luzes. Obrigada!

Há momentos bem cinzentos nesta coisa da maternidade...

Há momentos bem cinzentos nesta coisa da maternidade... 

E os dois últimos dias têm tido momentos destes. Com trovões e tudo, pela voz zangada da mãe! O filho mais velho anda muito desobediente e refilão. E eu ando cansada e sem paciência. E zango-me com ele, e levanto a voz, e zangamo-nos... Acabamos sempre o dia com o mimo da noite com abraços e com a promessa de que amanhã será melhor. 

Em conversa, ao deitar:
Eu: oh, filho, tu gostas muito da mãe, não gostas?
Filho: Eu amo-te, mãe...
E soube tão bem ouvir aquelas palavras da boca dele. Ele não gosta, ele ama! Claro que sim. E é por isso, expliquei eu, que ele deve obedecer e ajudar a mãe e não o contrário. Mas cá para mim esta rebeldia e irreverência está relacionada com as gracinhas do mano, que está cada vez mais participativo e com intervenção na dinâmica familiar. É o engraçadinho cá de casa e o mais velho, claro, ressente-se. 

... Mas, ao final do dia, depois dos ânimos tranquilizados e dos mimos de boa noite bem dados, dos beijos e dos apertos, percebemos que na maior parte das vezes podíamos ter tido mais calma, mas não conseguimos. Amanhã será melhor. Porque afinal, no meio dos momentos cinzentos, não há luz nem amor maior do que o que sentimos pelos nossos filhos, mesmo quando, nos momentos mais cinzentos, só nos apeteça fugir e gritar!

Diz que hoje é dia do pão

E eu sou fã de pão! Adoro pão! E hoje vi esta receita da Joana Roque e quero repeti-la em casa!O que vos parece?

World Bread Day 2014 - Pão de Abóbora com Nozes


Porque é que eu gosto tanto de cozinhar? Por causa da magia que é juntar ingredientes tão simples e, de repente ter maravilhoso e fantástico para comer.
E, talvez fazer pão, seja das coisas mais mágicas e maravilhosas que eu possa cozinhar.
Farinha, água, sal e fermento.  Partimos de 4 ingredientes base, juntamos, amassamos e deixamos repousar. Primeiro a magia acontece por ação do fermento. e a nossa mistura cresce, no quentinho do taça, coberta por um pano. Depois nova magia, desta vez por ação do calor. E, assim, do nada, de ingredientes que sozinhos não fazem grande diferença, temos o pão. O pão que alimenta o mundo. O pão que mata a fome. O pão, que só por si é sinal de abundância e de alimento.
E foi assim, num momento de magia que da minha cozinha surgiu um pão. Este, alem da farinha, do fermento do sal e da água ainda levou umas nozes e puré de abóbora, que o tornaram dos melhores pães que eu já fiz.
Pão para o World Bread Day. Pão para celebrar. Para para alimentar. Pão para partilhar.
E como não podia eu gostar de cozinhar se, com estes simples ingredientes consigo fazer um pão tão saboroso e bonito?
Hoje, desafio-vos a fazer pão!
Ingredientes para 1 pão:
550g de farinha
280ml de água tépida (37ºC)
150g de puré de abóbora (usei abóbora butternut que assei no forno e depois reduzi a puré com a varinha mágica)
75g de nozes
1 saqueta de levedura seca (usei fermipan)
1 colher de sopa de azeite
sal q.b.
Preparação:
Numa taça coloque a farinha. Forme uma cavidade ao centro e coloque aí o sal, a levedura seca, o puré de abóbora e o azeite. Aos pouco vá acrescentando a água e misturando todos os ingredientes até formar uma bola que seja possível amassar. (A massa não deve ficar muito dura!Dependendo da farinha, poderá ser necessário acrescentar um pouco mais ou, pelo contrário, adicionar um pouco mais de água.) 
Amasse depois numa superfície enfarinhada esticando e batendo a massa, durante cerca de 5 minutos. Estique a massa dos pão com as mãos, de modo a obter um rectângulo e espalhe as nozes. Dobre a massa do pão e volte a amassar mais uns minutos de maneira a que as nozes fiquem bem incorporadas.
Forme uma bola e coloque-a numa taça, tape com película aderente e deixe levedar durante cerca de 1 hora.
Ao fim desse tempo retire a massa da taça e estique-a num rectângulo, dobrando-a depois. Forme um pão em forma de rolo, mas não demasiado estreito e deixe levedar mais 30 minutos.
Ao fim desse tempo, faça uns cortes à superfície e leve o pão a cozinhar, cerca de 30 minutos em forno previamente aquecido a 180ºC.
Deixe arrefecer antes de cortar em fatias.

Bom Apetite!



Há por aí alguém que ainda não seja dador de medula?

Se há, por favor vão até ao centro mais perto de vocês e inscrevam-se como dadores. Desta vez  é o Salvador que precisa de ajuda, mas não é o único, e um pequeno gesto nosso pode  salvar uma vida. Não fiquem indiferentes. Sejam dadores de medula!

CONTINENTE:

CENTRO DE HISTOCOMPATIBILIDADE DO SUL
Alameda das Linhas de Torres, 117
1769-001 LISBOA PORTUGAL
(dentro da cerca do Hospital Pulido Valente)
http://www.chsul.pt/
Email: chsul@chsul.pt ou cedace@chsul.pt
Telf. +351 217 504 100; Fax. +351 217 504 101
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO CEDACE:
Segunda a quinta-feira das 8 às 16 horas
Sexta-feira das 8 às 15 horas
CENTRO DE HISTOCOMPATIBILIDADE DO NORTE
Rua Dr. Roberto Frias
Pav. Maria Fernanda
4200-467 Porto
http://www.chnorte.min-saude.pt/
Telf. +351 225 573 470; fax. +351 225 501 100
de 2ª a 6ª feira das 9h às 17h30 (sem interrupção de hora de almoço)
Nas traseiras do Hospital de São João, junto ao Pavilhão das consultas externas na direcção da Faculdade de Desporto (sempre dentro do recinto do Hospital)
CENTRO DE HISTOCOMPATIBILIDADE DO CENTRO
Praceta Professor Mota Pinto
Apartado 9041
3001-301 Coimbra
(dentro da cerca dos Hospitais da Universidade de Coimbra)
http://www.histocentro.min/-saude.pt/
Telf. +351 239 480 700; Fax. +351 239 480 790
IPO LISBOA
R. Prof. Lima Basto
1099-023 Lisboa
Telefone (Geral): 217229800 / 217200400
Pavilhão Central - 2º Piso - Serviço de Dadores de Sangue
Horário: Dias de semana de 2ª a 6ª feira das 9h às 16h; Sábado das 9h às 13h.
Hospital DONA ESTEFÂNIA (Piso 1) -LISBOA
Rua Jacinto Marto
LISBOA
Tel: 213 126 600
2ª a 6ª das 09.00 às 13.00<
Hospital CURRY CABRAL (Piso 0) - LISBOA
Rua da Beneficência
LISBOA
Tel: 217 924 260
2ª a 6ª das 08.00 às 15.30
Hospital Nª SENHORA do ROSÁRIO - BARREIRO
Av. Movimento das Força
s Armadas BARREIRO
Tel: 212 147 340
2ª a 5ª das 9 às 12 h
Hospital AMADORA-SINTRA
Serviço de Sangue (Piso 2)
Estrada IC19 – Amadora
AMADORA
Telf. 214 348 279
4ªs feiras - 8.30 às 20.00 e 5ªs feiras - 08.30 às 13.00
Hospital GARCIA DE ORTA - ALMADA
Serviço de Sange, Piso1
Av. Torrado da Silva - Pargal
ALMADA
Telef. 21 294 0 294
2ª a 6ª das 09.00 às 12.30
Hospital de SÃO BERNARDO - SETUBAL
Morada: Rua Camilo Castelo Branco
SETÚBAL
Telefone: 265 549 049
De 2ª a 5ª feira das 11h às 13h.
Tem de se fazer marcação prévia pelo nº de telefone acima indicado e tem de se levar o impresso já preenchido.
Clínica Senha Saudável - TORRES VEDRAS
Morada:. Dr. José de Bastos, nº 8 - a
2560-332 TORRES VEDRAS
Telefone para marcações e informações: 261 332 867
Todos os dias úteis e sábado das 10h às 24h e ao domingo das 21h às 24h
Labcartaxo-Laboratório de Análises Clínicas do Cartaxo -CARTAXO
R 5 Outubro 13,1º, Cartaxo
2070-059 CARTAXO
telefone 243 770 979
De 2ª a 5ª as 8:00 às 18:30
6ª das 8:00 às 18:00
Sábados das 9:00 às 11:00
Clínica Prevenir e Cuidar -ODIVELAS
Largo Amoreira LRTAF R/C - D
Serra da Amoreira
2620-197 Ramada - ODIVELAS
Telf. 219 347 922
Biolabor - Laboratório de Análises Clínicas Lda - SANTARÉM
Rua Luis de Camões, 10
2000-116 Santarém
Telf. 243309780
De 2ª a 6ª das 8:00 às 19:00
Sábados das 8:00 às 12:00
Hospital Espírito Santo de ÉVORA
Edificio do Patrocinio
Serviço de Sangue, Piso 4
Largo Senhor Pobreza
7000-811 Évora
Telf. 266 740 100
De 2ª a 5ª das 9h30m às 12h.
Hospital José Joaquim Fernandes em BEJA
Serviço de Sangue (Piso 0)
Rua Dr. António Fernando Covas Lima, Beja
Tel: 284310200
Recolhas ás 2ªs, 3ªs e 5ªs das 9:30 ás 12:30 e das 14:30 às 16:00
Hospital Santa Luzia - ELVAS
Serviço de Sangue (Piso 2)
Rua Mariana Martins
7350-404 Elvas
Às 3ª feiras
Telf. 268 637 600
Hospital LITORAL ALENTEJANO -SANTIAGO DO CACÉM
Serviço de Sangue
Estrada Nacional, 261
Quinta Gilhardinho
7540-230 Santiago do Cacém
Telf. 269 818 100
Hospital Distrital de FARO
Serviço de Sangue
Rua Leão Peneda
8000-386 Faro
Telf. 289 891 275
Recolhas ás 2ªs das 8:30 às 12:30
Centro Hospital BARLAVENTO ALGARVIO - PORTIMÃO
Serviço de Sangue
Portimão – Porto Seco
8500-338 Portimão
Telf. 282 450 300
Laboratório Artlabos - TAVIRA
Rua Dr. Renato Mansinho da Graça, Lt 1
8800-363 Tavira
Tel 281 098 099; fax 281 096 010; email geral@artlabos.pt
Horário de funcionamento: 2ª a 6ª das 07h30 às 13h30 e das 14h30 às 18h00;
Sábados das 08h00 às 13h00.
Hospital de Santo André (Hospital Distrital de LEIRIA) - LEIRIA
Serviço de Sangue
Rua das Olhalvas
Telf. 244 817 000
2ªs, 4ªs e 6ªs das 8:00 às 15:00
Hospital de São Teotónio - VISEU
Serviço de Sangue (só parte da manhã)
Av. Rei Dom Duarte
3504-509 Viseu
Telf. 232 420500
Hospital Distrital CASTELO BRANCO
Serviço de Sangue
Av. Pedro Alvares Cabral
6000-084 Castelo Branco
Telf. 272 000 200
Centro Hospitalar Médio Tejo - TOMAR
Serviço de Sangue (Piso1)
Avenida Maria L M Castro
2300-625 Tomar
Telf. 249 320 100
3ª e 4ªf das 9h às 13h
Centro Hospitalar Médio Tejo – TORRES NOVAS
Serviço de Sangue
Largo Forças Armadas
2350-754 Torres Novas
Telf. 249 813 982
Hospital Rainha Santa Isabel - TORRES NOVAS
Serviço de Sangue
Av. Xanana Gusmão
Telf. 249 810 100
3ªs e 4ªs das 9:00 às 13:00
Hospital da COVILHÃ (Cova da Beira) -COVILHÃ
Serviço de Sangue
Alameda Pêro Covilhã
6200-507 Covilhã
Telf. 275 330 000
Centro Hospitalar TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO
Serviço de Sangue
Avenida Noruega
5000 – 222 Vila Real
Telf. 259 300 500

MADEIRA:

Para pessoas que vivam na Ilha da Madeira terão de ir à internet, ao site do CH Sul e imprimir o inquérito (ou fazer download do mesmo), preenche-lo e enviá-lo pelo correio para o Centro de Histocompatibilidade do Sul (ver acima morada do CHSul, sff) e posteriormente serão contactados.
Caso haja dificuldade em imprimir o documento poderão ir ao hospital buscar:
HOSPITAL CENTRAL DO FUNCHAL
Av. Luis de Camões
Serviço de Banco de Sangue
Tel. 291 705750 (nº directo do serviço
Horário: das 9h às 13h

AÇORES:

PONTA DELGADA: Hospital do do Divino Espírito Santo, Serviço de Hematologia, 4º piso
OUTRAS ILHAS: é necessário ir à internet, ao site do CH Sul e imprimir o inquérito (ou fazer download do mesmo), preenche-lo e enviá-lo pelo correio para o Centro de Histocompatibilidade do Sul (ver acima morada do CHSul, sff) e posteriormente serão contactados.