30 de novembro de 2016

A hora da mãe com companhia especial

A hora de natação do meu filho mais velho é o que eu chamo a hora da mãe, porque geralmente sou eu e um livro, e ora leio ora vejo o meu campeão a nadar. Mas hoje o Afonso quis muito ir e lá fui com os meus rapazes. E soube bem a companhia do meu filhote, que estava super entusiasmado, vibrava e até bateu palmas quando o mano mergulhou da prancha!


DIY Pai Natal... e o malabarismo da mãe!


Entre a virose e o choro da Francisca, porque a porcaria das aftas dão dor e febre e ela está super incomodada e nem sequer consegue segurar a chucha, ainda tenho o meu trabalho para fazer, em casa, é certo, mas tenho de me conseguir concentrar e sentar ao computador para escrever... No meio disto, ainda temos um trabalho para a escola do filho mais velho... E temos de fazer um Pai Natal reciclado, em família e que não envergonhe a nossa criança... E pus-me para aqui a pesquisar ideias. As imagens são retiradas da Internet.










Síndrome mão-pé-boca

A noite foi má com a Francisca com febre e muito, muito chorosa. Percebia-se que ela estava com dores. Não comeu de manhã nem quis o leite e não hesitei. Fui com ela à urgência, desconfiando que a Francisca podia ter apanhado na creche uma virose muito chata, chamada síndrome mão-pé-boca. E confirmou-se, quando lá cheguei a boca dela já estava cheia de aftas... 

E para quem não sabe, o que é isto da Síndrome mão-pé-boca... "É uma doença altamente contagiosa, causada pelo vírus coxsackie, mais frequente em crianças, principalmente abaixo dos 5 anos de idade, embora também possa afetar os adultos. Geralmente, os sintomas da síndrome mão-pé-boca só surgem após 3 a 7 dias da infecção pelo vírus e incluem febre superior a 38ºC, dor de garganta e falta de apetite. Após 2 dias do surgimento dos primeiros sintomas, aparecem aftas dolorosas na boca e bolhas dolorosas nas mãos, pés e, por vezes, na região íntima, que podem coçar. O tratamento da síndrome mão-pé-boca deve ser orientado pelo pediatra ou clínico geral e pode ser feito com remédios para a febre, anti-inflamatórios, remédios para a coceira e pomadas para as aftas, de forma a aliviar os sintomas. O contágio da síndrome mão-pé-boca ocorre através da tosse, espirros e saliva, do contato direto com bolhas que tenham estourado ou fezes infectadas, principalmente durante os primeiros 7 dias da doença, sendo que mesmo após a recuperação, o vírus ainda pode ser transmitido através das fezes durante cerca de 4 semanas.

O tratamento da síndrome mão-pé-boca deve ser orientado pelo pediatra ou clínico geral e pode ser feio com remédios para a febre, como o Paracetamol, anti-inflamatórios, como o Ibuprofeno, remédios para a coceira, como anti-hiatamínicos, gel para as aftas,  ou lidocaína, por exemplo.
O tratamento dura cerca de 7 dias e é importante que a criança não vá à escola ou à creche durante este período para não contaminar outras crianças. 
Os sintomas da síndrome mão-pé-boca, geralmente, aparecem depois de 3 a 7 dias após a infecção pelo vírus e incluem:
  • Febre acima dos 38ºC;
  • Dor de garganta;
  • Falta de apetite;
  • Dor de cabeça;
  • Aparecimento de aftas na boca e bolhas nas mãos, pés e, por vezes, na região íntima 1 ou 2 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas.
O diagnóstico da síndrome mão-pé-boca pode ser feito pelo aparecimento das aftas e bolhas nas mãos e pés da criança." Informação retirada daqui.
É esperar que passe e dar muito colo e muito mimo! 

29 de novembro de 2016

E quando o telemóvel toca e é da creche!

Fico sempre em stress quando vejo que me estão a ligar da creche ou da escola do mais velho. Nunca são boas notícias, felizmente também nunca recebi notícias horríveis, mas a verdade é que fico sempre em suspenso até ouvir o que a educadora tem para dizer. Hoje era a educadora da Francisca a pedir para a ir buscar. Acordou da sesta cheia de febre. Fechei o portátil, enfiei-o na mala e saí para ir buscar a minha boneca, que está ranhosa e chorosa. É a primeira baixa da época, se bem me lembro, e é a primeira vez que a minha princesa fica doente desde que anda no berçário, já há meses. Mimo, ben-u-ron e colo é, para já, o que ela precisa. Vamos ver como corre a noite. Lá na creche anda novamente o vírus pés, mãos e boca... Esperemos que não seja isso, que é horrível! Lembro-me bem do que o Afonso sofreu quando apanhou essa maldita virose e eu tive de ir para fora de Lisboa, em trabalho, com o coração apertado... Se a Francisca passar mal a noite amanhã vou com ela à urgência para ser observada, porque sinto uma ligeira pieira e estes filhos são todos propensos a infecções e complicações respiratórias. Tenho a sorte de poder ficar por casa a dar colo à minha menina, trabalhando nos intervalos que ela me der... 

É isto vezes 3!!!


A minha filha continua sem dormir à noite...

... e eu estou mesmo a passar-me de cansaço. Passo a noite a pôr-lhe a chucha, a dar-lhe o biberão... Tenho a sensação de que esta noite acordou de hora a hora... Eu deito-a com um biberão entre as 20h30 e as 21h e ela dorme ferrada até por volta da meia noite, hora em que acorda e bebe novo biberão... Depois já não dorme tão profundamente até por volta das 4 da manhã, hora em que bebe novo biberão... e depois dorme melhor até às 7h... Se andar por aí alguma especialista do sono que nos queira ajudar, eu agradeço. O que estamos a fazer mal? É a Francisca continuar no nosso quarto? Mas não a mudei ainda para o quarto dos irmãos para ela não os acordar...  O que aconteceu hoje, quando acordou o Afonso, mesmo em quartos diferentes. Esta noite só me apetecia chorar de desespero... E depois acordo cansada e mal humorada. Nem é tanto ter sono, é um cansaço e um mau humor desgraçado... Sinto-me mesmo exausta. 

28 de novembro de 2016

E a Catequese, como correu?

No sábado foi dia de catequese. E lá o levei. Ia envergonhado, mas eu tranquilizava-o dizendo que muitos dos amigos e amigas da escola nova andavam ali na catequese - uma coisa boa de estudar no bairro onde se vive é que depois os amigos também vivem por aqui, frequentam os mesmos sítios... - Deixei-o na igreja e fui com os pequeninos levantar o bolo do pai, que estava encomendado. Voltei uma hora depois e ele estava satisfeito. Gostou do catequista e no dia a seguir tínhamos de ir à missa das crianças, que é preparada pelos meninos da catequese. Na catequese só tinha havido um senão... não tinha levado o catecismo nem o estojo... Ups, culpa da mãe, mas quando o inscrevi na secretaria da igreja bem me podiam ter dito, não? Não é grave e para a semana esta questão estará resolvida. E eu voltei a ir à missa. Levei só a Francisca que se portou muito bem e sempre atenta ao coro, tão querido e afinado, cantado por vozes de crianças pequeninas... O meu filho ainda me perguntou se também podia ir para o coro. Eu disse que sim. Mas ele depois disse que preferia ouvi-los cantar. Está bem! E no 1º Domingo do Advento começámos a preparar o nosso Natal de forma mais católica e mais praticante. Não lhe impus nada, deixei-o escolher... e acompanho-o nas suas escolhas. E o Domingo correu tão bem... Senti-me mesmo em paz. 

Alegria em estado puro!

Este cavalinho que uma amiga minha me passou do filho dela para o meu filho mais velho tem feito as delícias das crianças cá de casa. Ontem foi a estreia da Francisca e haviam de ouvir as gargalhadas! Adorou! Na fotografia, o mano grande atraído pelo riso da mana veio espreitar e quis ser ele depois a ajudar. Uma festa!! Está a deixar de ser bebé e a começar a ser menina!!

Este post é para a Padaria Portuguesa...

Não sei se é em todas as Padarias Portuguesas, mas ou eu tenho pouca sorte ou nunca consegui ir a uma Padaria Portuguesa que tivesse uma casa de banho com muda fraldas. E é tão, mas tãoooooo chato! Não há nada pior do que ir lanchar, precisar de mudar uma fralda e não ter onde! Eu que vou no terceiro filho e que sou bastante despachada já por mais do que uma vez consegui fazê.lo juntando duas cadeiras e sem ninguém se aperceber... Mas é chato para mim, para a minha filha e para quem está na padaria e que não tem de levar com o cheiro a cocó na fralda!! Sei que o espaço é curto, é preciso rentabilizar mas há que pensar nos clientes... E também podiam ter casas de banho para pessoas com mobilidade reduzida! É que além de um bebé, ontem também levei a minha sogra que está em cadeira de rodas e também não conseguiu ir à casa de banho... Têm padarias em todas as esquinas, tanto sucesso, podiam ter mais atenção e cuidado! Fica o pedido!

Ainda não foi desta que os levámos à neve...

Havia previsões de chuva e decidimos ficar por cá este fim de semana em festejos pelos anos do pai. E foi tão bom. Entre almoços, jantares, família e amigos houve muito boa disposição! O almoço foi no Hard Rock Café em Lisboa e correu muito bem, tanato para os adultos e éramos imensos com todos os irmãs, cunhados e cunhadas quer para os miúdos, que eram 10, e que estiveram sempre animados e tiveram direito a pinturas faciais... O bolo, levado por mim e o preferido do maridão! Que delícia que estava!

No sábado, decidimos levar os miúdos a jantar connosco e alguns amigos muito próximos. O jantar foi de risota pegada (oh, meu Deus e o restaurante eram só casalinhos em date romântico e nós éramos um grupo tão animado...), os meus filhos estavam delirantes por estarem a jantar fora na festa do pai. Mas o momento alto foi quando íamos cantar os parabéns sem bolo... Sim, não levei bolo para o jantar, achando que no restaurante tailandês onde fomos haveria bolo. Não havia e íamos só soprar as velas para os miúdos. O Afonso começa a chorar: não se pode cantar parabéns sem bolo! Onde havia um bolo àquela hora...? Já estava tudo fechado... Chovia torrencialmente... E agora???
Delicioso cheesecake do MacDonald's da Praça de Londres! Mais uma risota pegada, mais animação! Os miúdos em delírio total e o meu marido chega aos 42 anos e sopra as velas no MacDonald's! Estava praticamente por nossa conta e as poucas pessoas que lá estavam juntaram-se ao coro de parabéns! E sabem daqueles fins de semana mesmo bons? Foi o que passou! 

25 de novembro de 2016

Os pais precisam de namorar!

E esta noite lá fomos os dois. Fomos de mãos dadas, apanhámos o metro, corremos para apanhar o metro e até nos enganámos no sentido. Rimos, conversámos, namorámos... Tudo graças à nossa querida S. que trabalha cá em casa e é o meu braço direito e que se ofereceu para prolongar as horas para nós irmos jantar foraTem de ser, dizia ela. Os casais têm de namorar. E lá fomos. Confesso que me custou um pouco aceitar esta oferta porque a nossa S. ao fim do dia já tem muitas e muitas horas de trabalho em cima, aqui em casa e em casa de uma prima minha, mas ela insistiu e era de coração. E nós aceitámos porque os miúdos adoram-na e sabemos que eles ficam bem. Antes de sairmos, o filhote mais velho veio-me dar um embrulho e disse: para abrirem no restaurante! ❤️ 



E temos de fazer isto mais vezes, porque soube mesmo bem... 

Fui a correr à Black Friday do Colombo e sobrevivi!

Mas não foi fácil. Mas valeu a pena. Eu odeio confusões e multidões, mas às 10h estava no Colombo e comprei coisas muito boas para mim. Sim, hoje as compras foram quase todas para mim, que quase não tinha roupa e que acabo sempre a comprar para os miúdos que precisam mais. Mas hoje não e estou contente! Para eles só trouxe umas luvas de neve (sem estarem em saldos!!!!!!) e para a princesa umas carneiras lindas e fofinhas! Também comprei dois presentes de natal que ainda faltavam... Mas quem quiser lá ir agora, sei de fonte segura que está o inferno na terra! Mas posso dizer-vos de fonte também segura que amanhã e domingo todo o El Corte Inglês vai estar com 50% de desconto directo em todos os brinquedos!

Queria tanto mostrar a neve aos miúdos

Este fim de semana é especial! O maridão faz anos e tem uns dias de férias para gozar e eu gostava muito de aproveitar para ir mostrar a neve aos miúdos! A Serra da Estrela está coberta de branco e era o momento perfeito para irmos até lá!

A única chatice é mesmo as estradas estarem sempre cortadas, fenómeno que acontece todos os anos... 
Mas eles iam delirar... Pelo sim pelo não o meu portátil do trabalho hoje segue comigo (uma das grandes vantagens do meu trabalho é que posso fazê-lo no escritório, em casa ou onde eu quiser...) e amanhã depois do almoço de anos em família logo decidimos se nos fazemos ou não à estrada!!! Para mim o único senão seria o filhote mais velho faltar na segunda feira, mas seria apenas um dia... E por uma boa causa!

24 de novembro de 2016

E a adolescência como será?

Não devemos antecipar problemas, mas às vezes dou por mim a tentar imaginar como será ser mãe de 3 adolescentes... e confesso que me tremem as pernas!! Só espero estar à altura quando chegar o momento... É que já há situações, que dos seus 6 anos, me parece um pré adolescente e eu só me pergunto: como é que vai ser a verdadeira adolescência??

Um presente solidário para este Natal



"Porque são 365 dias solidários com as crianças e adolescentes com cancro, tratadas e acompanhadas no Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil. 

Doze meses marcados pelos textos de doze grandes personalidades portuguesas, que dão conta de uma memória marcante, que fez a diferença no seu percurso pessoal e na sua dádiva aos outros. Ilustrados pelo pintor João Vaz de Carvalho, que ofereceu o seu enorme talento a este projeto solidário. 

Textos presentes na agenda: 

Marcelo Rebelo de Sousa - «O choque da desigualdade»
Nuno Markl - «O meu primeiro "ato público""»
Elvira Fortunato - «Tornar a ficção em realidade»
Clara de Sousa - «As palavras desconhecidas»
Margarida Pinto Correia - «O poder de transformar»
Boss AC - «Quando preciso de me encontrar»
Sandra Correia - «A noite dos milagres»
Afonso Cruz - «Para o sótão e mais além»
Victoria Guerra - «As palavras do meu pai»
Prof. Sobrinho Simões - «Entre os seus, até ao fim»
Marisa Matias - «Um encontro para a vida»
Catarina Furtado - «Em nome das mães»"

"Aqui não há meninos ricos nem pobres. São todos iguais."

"Aqui não há meninos ricos nem pobres. São todos iguais." Estes meninos são os que estão no IPO de Lisboa. E no meio destes meninos está a filha dos nossos queridos amigos, a menina que já completou o 4º ciclo de quimioterapia e que luta contra um neuroblastoma com todas as suas forças e com a alegria e a boa disposição que só as crianças felizes têm.  E espero que a visita de ontem que Marcelo Rebelo de Sousa fez ajude a que se tomem medidas para mudanças e os apoios necessários, que eu aqui já tinha falado... É preciso dar todo o apoio a estes pais para que eles só tenham que se concentrar em amar os filhos, ajudá-los na doença e cuidar de outros filhos que possam ter... Já bem basta a doença dos filhos a roubar-lhes o sono, os sorrisos, a paz... Que as contas a pagar não sejam uma preocupação e que o desemprego não seja uma consequência óbvia! 

E a noite de hoje?

Biberão à meia noite e meia, com a princesa a dormir, e depois acordou às 5h15. Novo biberão e queria festa. Vi a minha vida andar novamente para trás... Mas lá a consegui adormecer e dormimos até às 7h30... Mas voltámos a quebrar o sono... 

23 de novembro de 2016

Esta noite tentei trocar-lhe as voltas...

Ontem à noite troquei as voltas à Francisca porque preciso desesperadamente de dormir à noite! Decidi voltar a experimentar o biberão da meia noite antes de me deitar. (Já o tinha feito há uns tempos, mas ela irritava-se de ser acordada - como eu a entendo - e não bebia nada e Às vezes gritava e acordava. Mas ontem foi pacífico. Não bebeu grande coisa, dos 210ml que eu tinha feito bebeu 60ml, mas aguentou-se até às 6h15 da manhã... Nada mau. Vamos ver... Ela está a caminho dos 11 meses e eu preciso desesperadamente de me deitar na cama e dormir até de manhã!!!! Claro que isto é um utópico porque o Afonso ainda acorda para fazer xixi ou com o xixi já feito, mas se a Francisca dormir já é um avanço... 

Promoção brinquedos!!

Aviso ao Pai Natal e a todas as Mães Natal que por aqui andam: Até 28 de Novembro leve 3 pague 2 em brinquedos no Continente. O mais barato fica de borla. Não é aplicável a consolas e bicicletas... Eu já lá fui e compensa bastante! Pelo menos no meus caso com 3 filhos, 7 sobrinhos pequenos e alguns filhos de amigos mais próximos... No ano passado não apanhei esta promoção e fez diferença no valor total gasto, em comparação com o ano anterior onde tinha usufruído deste desconto. 

22 de novembro de 2016

Estou rendida a esta série

Amei o 1º episódio, adormeci no 2º e tenho de o rever, mas não hoje ou corro o risco de adormecer... e a culpa é só minha, que ando com sono. A séri é brutal. Chama-se The Night Of e só tem 8 episódios, o que garante que a vejo toda do princípio ao fim que é coisa que eu gosto. Brutal.

A primeira reunião com a professora primária do mais velho

Pedimos uma reunião com a professora do filhote mais velho para conversar um bocadinho, saber como é que ele estava, como aprende, como se comporta... Ouvir a professora e reforçar-lhe que estamos atentos e disponíveis para o que for preciso. A reunião correu muito bem e não só ficámos descansados e contentes porque tudo o que nos foi dito, era o que já esperávamos ouvir, nós sabemos bem o filho que temos em casa e sabemos que tem tanto de inteligente e participativo, como de falador e portador da espécie "bicho carpinteiro". E não, não é hiperactivo, é enérgico e é uma criança que ainda está a adaptar-se ao estar sentado tanto tempo. Mas além da parte pessoal, gostámos novamente da professora, que tínhamos conhecido no início do ano e com quem falámos nas primeiras semanas de aulas, quando o levávamos à sala de aula, já que depois não é permitido. E gostámos de conversar com ela, da serenidade dela, gostámos de saber das visitas de estudo, do projecto da matemática e das ciências que é feito ao nível do agrupamento e que depois a professora desenvolve com exemplos, casos concretos do dia a dia. Gostei da motivação da professora, do que ela faz para os entusiasmar, para os ensinar com métodos mais perto da realidade multimédia dos miúdos. Gostei de saber que é uma boa turma, super participativa e com pais atentos e disponíveis. O meu filho está perfeitamente integrado, está feliz, está a aprender e a fazer amigos... Ah, um pormenor da reunião: o meu marido levantou a questão dos palavrões e disse à professora tudo o que o nosso filho já aprendeu nos intervalos com os mais velhos e alertou-a para todas as dúvidas e baralhações que vão naquela cabeça entre sexy, sexo e o calão... Nós vamos explicando em casa o que ele nos pergunta, mas achámos bom que a professora soubesse (e muitas das coisas eles já lhe tinham perguntado, olhando-a como figura maternal) que eles estão curiosos com o corpo, que estão em fase de descobertas e precisam de orientação e de quem lhes explique o que for para explicar. E ela sempre em sintonia com a conversa e dizendo que vai reforçar algumas ideias, alguns valores relacionados com o corpo humano, a reprodução... Nós escolhemos o que achamos melhor para os nossos filhos, mas não controlamos a professora que lhes calha, a turma, os colegas... e é bom quando tudo parece funcionar bem. E quando há boa comunicação casa/ escola tudo fica mais fácil. E quando temos tudo isto numa escola pública do outro lado da rua, é ouro sobre azul! E uma mãe fica descansada. Claro que podem surgir problemas, já houve uma chatice no início do ano com um coleguinha da sala, mas se estivermos atentos, se tivermos um professor que se preocupa, que nos ouve (aos pais), que cativa a confiança e a cumplicidade dos miúdos é tudo mais fácil. 

Madrugada...

A minha filha acordou Às 4h30 para o biberão da madrugada e depois decidiu não dormir mais. E quando a deitávamos na cama, gritava e esperneava. Acordou o Afonso que veio para a nossa casa e quando ela o viu foi só gargalhadas. Já não dormiram... Eu e o meu marido também desistimos de dormir. Eram 5 e tal da manhã e estávamos a preparar o pequeno almoço. Entretanto, perto das 7 adormeceram os dois... Vesti-os ainda a dormir para irem para a escola. E eu também tinha dormido, mas não dormi. E tenho soooooono!!!

21 de novembro de 2016

Por uma escola diferente!

Espreitem aqui.

Dia Nacional da Spina Bífida

"Ah, mas são verdes!" 


É a nova campanha da ASBIHP que pretende alertar para a importância do ácido fólico durante a gravidez! 

 
E porque é que é o ácido fólico é tão importante e deve ser tomado por todas as grávidas?
"Os Defeitos do Tubo Neural, entre os quais a Spina Bífida, afectam cerca de 500,000 nascimentos por ano, excluindo as gravidezes que não chegam a termo.
Em 1991 descobriu-se que o ácido fólico contribui para a redução dos defeitos do tubo neural em cerca de 72%, desde que tomado nas doses diárias recomendadas pelo médico antes da mulher engravidar e nos primeiros meses de gestação.
Os defeitos do tubo neural, entre os quais a Spina Bífida, ocorrem nos primeiros 28 dias de gestação, antes da maioria das mulheres saber que está grávida.
Para o ácido fólico ser eficiente na prevenção da Spina Bífida a maioria das mulheres tem que ter reservas desta vitamina antes da concepção e durante essas primeiras semanas de gestação.
Na maioria dos países cerca de 50% das gravidezes não são planeadas. Quando estas mulheres descobrem que estão grávidas é demasiado tarde para prevenir a Spina Bífida nos seus bebés.
Uma alimentação consciente e rica em folatos é muito importante. Mas o suplemento é fundamental para a prevenção dos defeitos do tubo neural, entre os quais a Spina Bífida.
Se está a pensar engravidar informe-se junto do seu médico de família."

Penso que com uma campanha tão forte e tão falada ninguém vai ficar indiferente! 

Hoje o Arco Íris fez-me companhia até ao trabalho


Hoje é dia do Pijama!

E o Afonso e a Francisca foram de pijama para a escolinha, apoiando a Missão Pijama da Associação Mundos de Vida! Quem não souber o que é, espreite aqui!


19 de novembro de 2016

Parque infantil by night

Eram apenas 6 da tarde,  mas estava noite cerrada. Não havia ninguém e os meus filhos brincaram alegremente num parque só para eles, enquanto a mana dormia aconchegada no carrinho. 

Adoro andar na rua com os meus filhos, já tinham andado de skate e de bicicleta, já tinham jogado à bola com os primos e o filhote grande até tinha experimentado os patins da prima. Para mim, desde que não chova estamos muito bem na rua a brincar ! E eles portam-se muito melhor e não implicam um com o outro como acontece por casa.

18 de novembro de 2016

Sinto-me de férias!!

O filho mais velho foi jantar e dormir na escola com a loucura máxima de rever os amigos da escolinha porque a festa de pijama engloba todas as escolas primárias do agrupamento, o filho do meio foi jantar fora com o pai e ter um mimo exclusivo e a Patanisca está a dormir... E eu não tenho jantares para dar, comida para fazer... E vou comer um bolo do caco torrado com pasta de atum e uma Bohemia!!! Que bom!! O fim da amamamentação tem de ter um lado positivo!! 
A foto é péssima, mas estava delicioso. É o silêncio desta casa... Vou ali esparramar-me no sofá a ver o Brothers and Sisters!!! Boa sexta feira😀

A minha princesa


Como qualquer bebé desta casa não passa sem o comando da TV!!

E caiu o primeiro dente ao filhote grande!

Estava tão feliz quando o fui buscar à escola dos manos! Uma das auxiliares tinha-lhe arrancado o dente que estava só preso por um fio. Há meses que este meu amor ansiava pela queda do primeiro dente, todos os amigos já tinham "janelas" e ele, ainda por cima o mais velho do grupo, era o único que continuava sem estar desdentado. E foi hoje! E eu já tinha comprado há meses a caixinha para ele guardar os dentinhos... 

Ficou todo contente! Agora resta que a Fada dos Dentes faça o trabalho dela. Ele já nos disse: eu sei que a Fada dos Dentes são vocês, mas está ansioso por saber que presente irá receber! Mas não será esta noite... que esta noite ele vai acampar para a escola, num jantar, actividades, ceia e uma noite de pijama que só acabará amanhã ao pequeno almoço, num convívio entre famílias! És um miúdo cheio de sorte, filho querido!

A primeira greve do meu filho mais velho!

Ontem quando fui buscar o filhote grande à escola estava lá o pré-aviso de greve da função pública e fomos informados que só hoje de manhã saberíamos se havia aulas ou não. Perguntei logo ao meu filho se caso não tivesse aulas queria ir passar o dia à escolinha dos manos. Claro que queria. Falei com a antiga educadora e ficámos em stand by. Hoje de manhã fomos logo os dois a correr à escola e foi com uma imensa alegria que ele soube que era greve, ainda a meio do caminho ao ver crianças a caminhar vindas da escola. Demos mais uns passo e fomos só confirmar as evidências. Não ia ter aulas. Voltámos para casa onde o mano Afonso o aguardava em grande excitamento! E lá seguiu com os manos, feliz, por ir passar o dia na escola antiga, com a antiga educadora e com todas as pessoas que o acarinharam durante 6 anos... Na escolinha deles é prática comum os meninos que saem irem de vez em quando matar saudades, dar uma ajuda a cuidar dos mais pequenos, receber mimo extra. Hoje foi o dia do meu filho e ele estava feliz e recebido com abraços e beijos de quem lhe quer bem! É tão bom eles terem andado / andarem numa escolinha onde querem sempre voltar, onde as pessoas têm saudades deles, onde são sempre recebidos com beijos e abraços, e onde eles se sentem em casa, rodeados de afectos. Ainda bem que há sítios assim e ainda bem que os meus filhos têm a sorte de ter estas pessoas, estas vivências, esta base na infância, que acredito que os marcará para sempre de uma forma muito especial. 

17 de novembro de 2016

Das coisas que uma mãe tem de ouvir...

... A comida da escola é muito melhor do que a tua! E uma mãe acha que até é boa cozinheira, compra no mercado local e até tenta produtos biológicos, escolhe as ementas semanais com carinho, alternado carne e peixe, incluindo vegetais, variando os hidratos de carbono, pensando no que eles gostam mais, tentando dar-lhes alimentos que não conhecem, reinventando pratos para não cairmos na monotonia... Mas depois o meu filho mais velho continua a dizer: .. A comida da escola é muito melhor do que a tua! E isto acontecia na escolinha antiga e também já aconteceu na escola nova. E eu só vos digo: deve andar a comer-se muito bem nas escolas! É que a nossa casa é (também) conhecida pela boa comida, pelo gosto que temos em cozinhar, em partilhar refeições com os amigos... Na minha altura, a minha mãe, cozinheira de mão cheia, mandava-nos a comida para a escola em termos. Ainda bem que os meus filhos adoram a comida da escola e que nas escolas onde eles andam nem seja possível enviar comida, porque detestaria estar a aquecer comida de manhã. E só tenho pena que não me mandem o mais velho já jantado, que é sempre um drama para comer. Já o meu Afonsinho sai à mãe, é um bom garfo, gosta de tudo, come com gosto e com satisfação e em quase todas as refeições diz, satisfeito: oh, mãe, o jantar está muito bom! Isto enquanto enfia mais uma garfada pela boca abaixo. O mais velho foi sair ao paizinho (tanta coisa boa para ir buscar e foi buscar o pisco que o pai era em criança) e aos 7 irmãos do paizinho que passavam horas e horas e horas à mesa em crianças sem fome e a olhar para os pratos... 

Tenho um CTG dentro do ar condicionado do trabalho!

Não sei o que se passa hoje com o ar condicionado aqui da minha sala do escritório, mas de vez em quando parece que estou a ouvir um CTG... E de repente deu-me a nostalgia de estar recostada a ouvir o coração dos meus filhos, o nervosismo de saber se está tudo bem com ele... aqueles momentos tão únicos e especiais da gravidez. Sempre adorei estar grávida, senti-me sempre abençoada, feliz e em estado de graça e ouvir hoje este CTG aqui no trabalho deixou-me nostálgica... Sei que não vou ter mais filhos, que a gravidez da Francisca foi a última e estou muito bem e realizada assim, mas o som do CTG fez-me reviver tantos momentos especiais... 

Dia da Criatividade

Hoje comemora-se o Dia da Criatividade e a BIC presenteou os meus filhos com  Lápis de cor Evolution, canetas de feltro Kid Couleur, lápis de cera Plastidecor  e um caderno de actividades e para colorir gigante! Eu nunca fui muito boa a trabalhos manuais, não tenho grande habilidade artística, mas desde que fui mãe que tenho de me esforçar e dar o melhor de mim para ajudar os meus filhos, especialmente nos trabalhinhos da creche e do jardim de infância... aqueles em que não os queremos envergonhar, sabem?

Mas felizmente os meus filhos adoram desenhar e pintar e este conjunto maravilhoso oferecido pela BIC vai fazer as delícias dos meus rapazes! Obrigada. E sejam criativos!

16 de novembro de 2016

Pequena reacção à bexsero...

Os meus filhos não são dados a fazer reacções às vacinas e na primeira dose que levou da Bexsero a Francisca não teve reacção nenhuma, mas esta noite teve febre. Não sei se só por causa da vacina ou também porque tem 4 dentes a romper. Talvez a mistura das duas coisas tenha sido demasiada. A meio da noite quando ela acordou para beber o leitinho sentimo-la quente e pusemos-lhe um supositório ben-u-ron 125. De manhã acordou sem febre e bem disposta! 

O meu centro de saúde é o melhor do mundo!

Ontem fui com a Patanisca ao centro de saúde para levar a Bexsero. A enfermeira aproveitou que ali estávamos para marcar a consulta dos 12 meses e perguntou como é que tinha corrido a introdução ao ovo e eu disse que o pediatra ainda não tinha mandado dar ovo. E ela disse o que eu tenho sentido ultimamente: andam a gastar dinheiro nos pediatras quando têm aqui um médico de família tão bom, sem pagarem nada e que vos atende com mais atenção e cuidado que a maioria dos pediatras que é só a despachar. E é o que eu tenho sentido. E até já aqui tinha partilhado que sinto que por ser mãe de 3, muitas vezes o pediatra acha que eu já sei tudo... Mas não sei. Não me lembro, já me esqueci, as coisas mudam... E eu não sabia que actualmente se fazia a introdução do ovo aos 9 meses por antecipação para os 12 meses da vacina do sarampo que tem proteína do ovo... E já marquei consulta dos 11 meses e do ano no centro de saúde... Para já, vamos às sopas com o ovo, substituindo a carne e o peixe 2 dias por semana. E primeiro introduzimos só a gema e depois a gema e clara, com um esquema que a enfermeira me explicou... E sinto mesmo que não me traz mais valias nenhumas o pediatra quando tenho um centro de saúde (USF) com uma equipa fantástica, super atenciosa, competente e disponível. E para as emergências há a saúde 24 e a Estefânia e Santa Maria. 

15 de novembro de 2016

O Natal deve estar a chegar...

... Já está tudo enfeitado e em tudo o que é loja já está tudo a rigor para o Natal. Ao contrário do que tem acontecido nos últimos anos ainda não tenho nada comprado e já vamos a meio de Novembro. Somos uma família grande, há muitos sobrinhos e bastantes presentes para oferecer. Entre cunhados, como já aqui foi dito, sorteamos um e é a esse que damos presente e as crianças ainda recebem de todos. Do meu lado que somos muito poucos temos todos direito a um presente... Para me organizar faço uma lista no Excel, que é adaptada de ano para ano, onde escrevo quanto custou cada presente e assim é mais fácil contabilizar os gastos. Gosto de procurar bem e com calma para conseguir dar presentes giros e em conta. E o segredo é não deixar nada para a última da hora!

E o mais doce e o melhor presente deste Natal é a minha princesa Francisca! Este ano estamos os 5 a festejar o Natal, e isso é o mais doce de tudo!

Hoje senti-me mesmo idiota!

Organizei tudo para ir ao ginásio de manhã e quando lá cheguei e já estou meia despida e a vestir-me reparei que não pus no saco as calças da ginástica... Senti-me tão idiota! Vesti-me outra vez e lá fui eu embora... 

Terminar o dia com brincadeira e muita descoberta❤️

A minha miúda é uma despachada e gatinha tudo para brincar. Adora estar no quarto, que agora é dos manos mas que em breve vai passar a ser também dela, e brincar, mexer em tudo. Entretém-se imenso a explorar os brinquedos... Tento ter máximo cuidado para que não haja peças pequeninas soltas que ela possa engolir e evitamos que esteja sem supervisão minha ou do pai. É o momento da brincadeira em família antes de dormir.


14 de novembro de 2016

Fim de semana entre amigos!

Uma amizade (que vem da creche e do Jardim de Infância) do nosso filhote mais velho juntou duas famílias, a nossa e a do grande amigo J. e fomos convidados para ir passar o fim de semana a uma casa de família que eles têm perto da Golegã para irmos com os miúdos à Feira do Cavalo. E foi uma grande animação, muito convívio e dois dias maravilhosos com direito a castanhas assadas, muita brincadeira ao ar livre, bom vinho (e que saudades tinha eu de um bom copo), boa conversa, lareira acesa, crianças felizes, ginginha, carne Mertolenga, uma grande molha na noite de sábado e, acima de tudo, boa disposição! A Francisca delirou com os cavalos, os miúdos deliraram com tudo e o momento alto foi quando os meus rapazes puderam montar a cavalo, coisa que o pequeno Afonso começou a pedir mal saímos de Lisboa. Obrigada, por tanta hospitalidade neste Verão de São Martinho! É sempre bom fazer novas amizades e não é toda a gente que convida uma família numerosa e ruidosa para sua casa! Mas devo dizer que as 5 crianças se portaram muito bem e se divertiram ao máximo! E como estão habituados a passear, visitar, conhecer, andar connosco foi tranquilo levá-los para a Golegã, apesar da multidão que mal nos deixava andar. A Francisca foi no marsúpio, que carrinhos é a loucura total e não dá jeito nenhum naquele mar de gente, e esteve sempre bem disposta e divertida, vendo tudo com muita atenção quando estava acordada, dormindo tranquila encostada a mim, comendo quando dava jeito, adaptando-se aos nossos horários,  mas sempre feliz e muito beijocada por todos!


11 de novembro de 2016

Boas práticas

Na escola do meu filho mais velho incentivam a leitura e todas as semanas, num dia específico, os alunos são convidados a ir à biblioteca escolher um livro e também um filme DVD. Na semana seguinte devolvem o que levaram e podem requisitar outro, ou como o meu filho dizia "ressuscitar..." Hoje veio para casa o livro "Quem quer um rinoceronte barato?" e eles gostaram muito.


Mas o mais interessante é ser o meu filho a ter a liberdade de escolher o livro que quer, que lhe apetece... E todas as semanas temos uma história nova e a responsabilidade de cuidar de um livro requisitado, que não é nosso e tem que ser devolvido em bom estado, Não estamos só a alimentar o gosto pela leitura, que cá em casa é amplamente estimulado, mas também o gosto pelas bibliotecas e o hábito de partilhar e estimar o que é de todos!

Feliz Dia de São Martinho

Quando fui buscar o Afonso à escola ele contou-me a lenda de São Martinho: Sã Martinho tinha um cavalo e uma espada e com a espada cortou a capa para dar a um senhor que não tinha roupa... A ternura de ouvir esta lenda pela voz doce de uma criança de 3 anos aquece tanto ou mais que castanhas acabadinhas de assar! E foi logo uma excelente oportunidade para falar da importância da partilha e de darmos a quem mais precisa...

A Maria Castanha que o Afonso fez na escola, mas que perdeu logo o olhos a caminho de casa... Mas está gira na mesma! A a ideia é gira e muito fácil de fazer!


Na escola do mais velho houve magusto e os respectivos padrinhos do 3º ano fizeram a caixas para as castanhas e o cartucho para as cascas.

Este blog é amigo da Associação Mercado dos Santos

Não conheço a Marisa Barroca, da Associação Mercado dos Santos, mas admiro imenso o trabalho que ela desenvolve e já há bastante tempo que mantemos contacto... Em conversa, a propósito da doença da filha dos meus amigos e da total falta de apoio social que existe nestes casos para que os pais possam acompanhar os filhos o tempo que a doença durar, fiquei a saber que muitas das famílias que a Associação Mercado dos Santos apoia são famílias que se viram em situação de carência e desemprego na sequência da doença dos filhos... E quis saber um pouco mais e quis partilhar aqui muito do que surgiu com a nossa conversa. Porque na minha ingenuidade nunca pensei que o máximo de tempo contemplado fosse 1 mês! E acredito que não sou a única que acreditava que os apoios eram outros...

Artigo 49.º - Falta para assistência a filho
1 — O trabalhador pode faltar ao trabalho para prestar assistência inadiável e imprescindível, em caso de doença ou acidente, a filho menor de 12 anos ou, independentemente da idade, a filho com deficiência ou doença crónica, até 30 dias por ano ou durante todo o período de eventual hospitalização.
E o que fazem os pais, quando estão perante doenças e internados de meses? Quando não sabem se os filhos resistem mais um dia? Quando têm outros filhos para alimentar? Muitos destes pais são despedidos. E não há um estado que os ajude? Não há uma segurança social que permita que pais acompanhem filhos bebés, crianças e jovens enquanto estes fazem quimio e enfrentam o cancro? Além do medo e de tudo o que envolve ter um filho entre a vida e a morte ainda têm de se preocupar com a renda da casa, com a conta da luz? Pais que sempre trabalharam, descontaram e foram cidadãos como qualquer um de nós encontram-se em situações de miséria porque os patrões não estão dispostos a permitir que eles faltem mais do que o previsto... O que é isto? Felizmente os meus amigos estão a ter o apoio a 100% das entidades patronais (e a minha amiga no outro dia cá em casa perguntava: mas até quando?), mas a realidade mais comum não é esta... Grande parte são despedidos. E muitos não têm rede familiar e de amigos que os ajude... E fiquei chocada com a falta de apoios e de ajudas que estas famílias têm, e fiquei a saber que a Associação Mercado dos Santos faz a diferença entre haver ou não comida em muitas destas casas... É a diferença entre uma criança poder ir para casa entre os ciclos de quimio ou ter de continuar internada porque em casa não têm como lhe dar de comer ou ter a casa aquecida ou limpa de forma asséptica de modo a evitar as complicações e infecções... Dá vontade de chorar, não dá?

Partilho convosco a "entrevista" que fiz à Marisa Barroca:


Como surgiu a Associação Mercado dos Santos? O Mercado dos Santos nasceu de uma homenagem a um menino que faleceu vitima de leucemia, o Paulinho filho do produtor de teatro Paulo Sousa Costa. Nasceu da vontade de mudar o mundo, de o tornar mais justo. Sabemos bem que mudar o mundo não está nas nossas mãos, mas acreditamos sempre que podemos fazer a diferença no mundo de quem se cruz connosco e no nosso mundo individual.

Que famílias apoiam? Começamos por famílias que recorriam ao Mercado para organizar recolhas de fundos para tratamentos a doenças oncológicas graves. A crise instalou-se e começamos por receber pedidos de apoio de famílias com crianças doentes, depois as restantes, a quem o desemprego roubou a estabilidade e tirou os bens essenciais de casa.

Que casos têm em mãos? Neste momento apoiamos uma Associação que faz a animação na Pediatria Oncológica do Hospital de São João, apoiamos os meninos internados e os que estão em ambulatório. Temos o João, uma criança que sofreu queimaduras graves aos 5 anos, a mãe com um historial de depressão com duas tentativas de suicídio. Temos um casal de idosos, os dois doentes oncológicos que sobrevivem da nossa ajuda porque a pensão que recebem no valor de 250€ não chega para as despesas básicas. E várias famílias a viver situações de desemprego, que ajudamos na procura activa de emprego, no apoio com alimentos e roupa, no pagamento de contas em atraso, na medicação. O apoio tem sempre por base a análise social do caso e a ajuda atribuída depende sempre da resposta da família aos anúncios de emprego que vamos recebendo. O Mercado dos Santos tem sempre este cuidado, ajudamos quem se quer levantar, nunca os subsidio dependentes.

Como é que as famílias chegam até vós? Chegam através dos voluntários da Associação que faz a animação hospital, de professores amigos espalhados por dezenas de escolas, por técnicos de apoio social das Juntas de Freguesia, por amigos do Mercado dos Santos a quem pedimos sempre para estar atentos à pobreza escondida, aquela que mais nos assusta.

Como e com o quê é que apoiam as famílias? Apoiamos com alimentos, com medicação, no pagamento das contas relacionadas com a habitação, na procura activa de emprego, na procura de formação que permita dar mais ferramentas para o mundo do trabalho.

Quantas famílias apoiam? Neste momento entre 15/20 famílias, este numero vai variando consoante a colocação no mercado de trabalho, o estado de saúde, é impossível prever o que pode acontecer na próxima semana.

Além do vosso apoio, que ajudas é que estas famílias têm? Não queria ser dura com a política social do nosso país, mas… nenhumas a não ser a de amigos e familiares. Para o nosso governo, as famílias com rendimentos de trabalho são consideradas ricas, perdem acesso aos apoios que são dados, neste momento, apenas aos subsidio dependentes, esses sim tem direito a todas as prestações sociais, ao não pagamentos das despesas escolares, à isenção das taxas moderadoras, a casas com rendas sociais, a redução na conta da luz. Aliás importa dizer que aumentamos as prestações sociais dos abonos em 2017 mas não criamos uma rede de creches que permita que as pessoas vão trabalhar. Este governo e os anteriores estão constantemente a criar subsidio dependentes, gente que sabe que se tiver filhos até aos 3 anos, por falta de creches no sistema público, nunca será chamado a trabalhar.

Sei que muitas das famílias que apoiam vêm em situações de desemprego devido a doenças prolongadas dos filhos, nomeadamente doenças oncológicas... Como é que não há verdadeira protecção social nestes casos? O que é que podemos fazer para ajudar estas famílias que sempre trabalharam e contribuíram e que no momento em que mais precisam o estado lhes vira as costas? Não há mesmo, basta olhar para o regime de baixas médicas da SS para perceber que um pai ou uma mãe só recebe subsídio, e este corresponde apenas a 60% do seu vencimento, durante 30 dias, em crianças até aos 12 anos de idade, ou sempre que estiver hospitalizado. No nosso país os pais que deviam estar concentrados no apoio à criança, a quem já basta toda a dor que a doença acarreta, tem que se preocupar com as contas para pagar, tem que viver com o medo de não ter para alimentar a família, porque o estado social continua a preferir canalizar verbas para os que nunca contribuíram nem o pretendem fazer. O que temos a fazer, primeiro apoiar, criar uma rede de amigos e de familiares que apoie as famílias, que convivem com o cancro todos os dias e que por força da legislação perdem os seus rendimentos, dar um abraço, dizer estamos aqui, levar uma sopa quente à porta do hospital, uma fatia do bolo que sabemos que gostam, ir buscar as outras crianças, quando existem, deixá-las ser crianças. E depois revoltar-nos, passar a mensagem, mostrar que vivemos num estado social que deixa estes pais à margem, que lhes tira o tapete quando mais precisam, quando foram eles que contribuíram e são eles que com os seus impostos pagam aos subsídio dependentes para estar apenas e só sentados no café, a actualizar as redes sociais. Eu e o Mercado fazemos a nossa parte, todos os casos de subsídio dependentes analisados e comprovados são denunciados e nunca são apoiados por nós. Importa dizer que já negamos apoios a pedidos que nos chegaram através das Juntas de Freguesia, de pessoas a receber subsídios que quando tentávamos colocar no mercado de trabalho se recusam porque o ordenado pago é igual ou inferior aos subsídios recebidos. Tiram as vossas conclusões…

Se ficaram sensibilizados como eu fiquei ajudem a Associação Mercado dos Santos. Juntem-se a mim e vamos criar um grupo de entreajuda para apoiar a Associação a fazer os próximos cabazes que vão ser entregues às famílias  no Natal. O que me dizem? Para isso basta que quem por aqui passa faça uma contribuição IBAN/NIB:PT50 00460190006002336415 5) e na transferência coloquem o nome deste blog! Conto com a vossa ajuda? Vamos fazer a diferença? E não é preciso dar muito. Se cada pessoa que aqui vem  der 1€ já é uma grande ajuda para a Associação. O importante é não ficarmos indiferentes ao que se passa à nossa volta.

10 de novembro de 2016

A catequese

Baptizei os meus 3 filhos, mas estava com dúvidas em relação à catequese... Já são tantas actividades e tão pouco tempo livre... Mas os amigos da escola começaram a falar que iam à catequese, ao sábado cruzamo-nos com colegas e amigos que estão a caminho da catequese... E ele perguntou o que era. Eu expliquei. Ele perguntou se era giro. Eu disse que achava que ele ia gostar porque podia colocar tantas perguntas que tem sobre Jesus, Deus... Eu gostava da catequese, o meu marido detestava (e pirava-se e ia para a loja de brinquedos que havia do outro lado da Igreja de Benfica e voltava a tempo da minha sogra o apanhar à saída da catequese). Ele disse que queria ir. Eu inscrevi-o hoje. 

A foto é péssima (que ele ia em movimento), mas o importante foi o momento!

Hoje de manhã o meu Afonsinho quis levar o carrinho de bonecas com a filha dele para a escola. E levou. No nosso carro sentou a boneca no lugar do mano, pôs-lhe o cinto de segurança e pediu para eu guardar o carrinho na mala, como faço com o da mana. Ao final do dia lá fomos a pé buscar o mano e ele fez questão de levar a sua filha... 

De salientar que apesar da dedicação depois cansou-se e a boneca ia ficando na farmácia, na padaria e na rua ao pé da escola do irmão, que ele já estava cansado de levar o carrinho... A sorte é que o mano grande ajudou!

Ensinamentos do 1º ciclo!

Pergunta do meu filho mais velho: Oh, mãe! Tu és filha da tua mãe, não és??

(E eu percebi logo onde é que aquilo ia parar)

Eu: Sim, filho, sabes que sim.

Diz ele: Mas chamar filha da mãe é feio, não é? É como chamar filha da puta!

E posso dizer-vos que desde que entrou para o 1º ano, de Setembro até agora, já aprendeu as vogais, as consoantes, a escrever em manuscrito, noções básicas de matemática e os palavrões praticamente todos que eu conheço! Não dou importância, não castigo e não lhe ponho pimenta na língua... Desvalorizo, digo que é uma palavra feia e que cá em casa não usamos. Por isso, peço que ele também  não use. E dou o assunto por encerrado. 

Hoje fui atrás da publicidade...

Vi este chá - Alivit Sonhos -  na farmácia e resolvi experimentar porque a minha Patanisca continua a não dormir a noite toda de seguida e já estou naquela fase em que quero acreditar em tudo o que me quiserem vender... 


Misturei no biberão que ela bebe antes de dormir - esta semana deixou de mamar e passou a beber só biberão - e ela bebeu tudo. Tem um sabor doce. O leite é que ficou acastanhado, até parecia que estava a dar-lhe leite com chocolate. Vamos ver como corre... As últimas noites até não têm sido más, mas mesmo bebendo um biberão antes de se deitar, às 21h, acorda sempre a meio da noite e só pára de chorar quando bebe o leite... 

9 de novembro de 2016

"TRUMP PRESIDENTE? MERDA, MERDA, MERDA!"

Eu não diria melhor. Leiam aqui.

Ao terceiro filho descobri os sacos de dormir

Estamos sempre a aprender e isto também se aplica, e muito, às questões da maternidade. Quando a Francisca nasceu ofereceram-lhe um saco de dormir. Olhei e pensei que não lhe ia dar grande utilidade, nunca achei grande graça, mas depois experimentei e ela adorou. E usou até ao verão. No Outono comprei outro, que vai durar até voltar o tempo quente. É muito seguro porque não há o risco das crianças se sufocarem debaixo de mantas e cobertores, ficam quentinhos e aconchegados a noite toda e não se destapam. Há várias opções, vários tamanhos e para vários preços. É só escolher!

H&M

Ikea



  

Verbaudet


Como é que isto aconteceu na América!??!!

Eu já temia que isto acontecesse, mas tinha muita esperança que não... É horrível acordar e saber que o idiota do Trump ganhou!! Meu Deus... Que Deus abençoe a América....

Somos uma família Pijama!!

Mais uma vez a escolinha dos meus filhos junta-se à Mundos de Vida para mais um Dia Nacional do Pijama! Já vai sendo tradição na escolinha deles e cá em casa... E a ternura foi ver o mano grande chegar a casa, ver a casa do Afonso na mesa da entrada e ir logo ao mealheiro buscar moedas para ajudar "os meninos que não tem família"

Hoje o jantar foi especial

Não há muito que possamos fazer para ajudar a filha dos nossos queridos amigos a quem aos 2 aninhos foi diagnotiscado um cancro horrível e super agressivo, mas tentamos de alguma forma ajudar os nossos amigos para que não se sintam sozinhos e para os aliviarmos com algumas coisas chatas do dia a dia. Quando a pequenina está internada para os ciclos de quimio há um dos pais que fica a dormir no IPO e o outro vai buscar as outras duas filhas, dá banhos, faz trabalhos de casa, leva à natação, ao ballet... e parece que estupidamente a vida continua. Para ajudar no dia a dia estamos a organizarnos para haver alguém que trata do jantar deles. Hoje era o nosso dia. E quando estava a falar com a minha amiga para ir entregar ela disse que como hoje estavam os 5 (a filhota veio uns dias a casa a´té ao novo ciclo de quimio) até podíamos combinar jantar juntos e não ser só levar o jantar. E lá vieram eles. Brindámos com um bom vinho à coragem deles e à luta da filha deles enquanto conversávamos, pestiscávamos e os nossos filhos brincavam, saltavam, gritavam! Os nossos amigos desanuviaram, via-se que estavam a gostar de estar connosco, numa aparente normalidade, como dizia a nossa amiga... Os meus filhos sabem que a amiga está muito doente. O meu filho mais velho sabe que ela pode morrer. A doença é muito grave. No outro dia antes de dormir pediu para rezar por ela. E ficou feliz quando hoje de manhã eu lhe disse que a pequenina estava  a reagir bem aos remédios que lhe estavam a dar, que eram tão fortes que lhe iam fazer cair o cabelo, e que vinham jantar connosco. Ele sorriu. Não há muito que possamos fazer para aliviar a dor desta família, mas podemos ajudar na lojística, podemos mostrar-nos 100% disponíveis para ficar com as miúdas mais velhas, para fazer compras de supermercado ou uma conversa de desabafo tardia. Gostei de os poder abraçar hoje e de termos um momento bom e alguns sorrisos num momento da vida em que a última coisa que lhes apetece é sorrir, mas têm de levar a vida para a frente, como podem e conseguem, engolindo lágrimas, vendo as conquistas das outras duas filhas, vendo a coragem da pequenina que luta contra o cancro... Enfim... Mas eles são um casal fantástico, com uma força incrível e só tenho pena que não vivamos num país onde uns pais a quem é diagnosticado a um filho uma doença oncológica, que exige internamento de semanas e semanas e semanas e semanas... com algumas idas pontuais a casa quando a resposta à quimio assim o permite, como é qeu é possível que não haja uma segurança social que comparticipe a 100% os ordenados destes pais para que eles se possam dedicar ao mais importante sem terem de se preocupar com a renda ou a escola dos outros filhos... É muito triste. É que quando uma criança está internada tem de estar sempre algum adulto com ela, dia e noite, e quem elas querem, quem elas merecem que esteja a dar colo são os pais... até porque muitas vezes não sabem quanto tempo terão juntos...

8 de novembro de 2016

E a amamentação chegou ao fim...

E hoje, ao deitar, a Francisca já não mamou e bebeu biberão... Andávamos num misto de biberão e mama, mas apoucos dias de fazer 10 meses acabou a amamentação. Sem dramas e sem imposições, mas de forma natural porque ontem ao dar de mamar ao deitar ela já se irritou porque não havia o leite que ela queria... Foram 10 meses tão bons, o início não foi o mais simples porque ela não conseguia mamar tudo o que precisava,, mas conseguimos sempre manter a amamentação, quase em exclusivo a maior parte do tempo! Tal como das outras duas vezes adorei dar de mamar, nunca tenho dores nem grandes stresses com a subida do leite, mas  dos meus 3 filhotes a Franciaca foi em  mamou até mais tarde, e a razão é simples: foi quem esteve comigo até mais tarde. Estar em casa 8 meses completamente focada na maternidade ajudou muito a ter leite até mais tarde. E foi muito bom. Para a minha bebé linda e para mim, que tive a alegria de a poder amamentar... 

7 de novembro de 2016

Já fomos com o Afonso ao psicólogo e correu muito bem!

De maneira resumida o Afonso precisa de mais ajuda nossa nas tarefas do dia a dia porque está sofrer uma grande pressão e a chegada da mana veio fazê-lo sentir-se pouco apoiado, quando há um bebé tão dependente. A psicóloga ficou impressionada quando lhe dissemos que o Afonso se veste e despe sozinho, arruma a roupa suja no cesto, lava os dentes, limpa o rabo, come de garfo e faca, despeja os restos no lixo orgânico e põe o prato na máquina... É demasiado, disse ela. Nós explicamos que não foi imposto, que ele sempre mostrou muita autonomia e que nós incentivámos porque pensávamos que era uma coisa boa para ele, que o iria valorizar e fazer sentir crescido, mas não... A psicóloga disse que não precisamos de andar para trás, mas que devemos ficar junto dele, mostrar que estamos ali para o ajudar, que ele ainda é pequeno e que se precisar os pais ajudam sempre... É para ele não sentir que tem de fazer tudo sozinho, não sentir essa pressão... Nós achávamos que ele gostaria de se sentir crescido como o mano, mas ele precisa de sentir que ainda é pequeno e não tem de fazer tudo sozinho. Mesmo quando ele não nos deixa ajudar, ficar por ali... Nós achávamos que o estávamos a ajudar, mas não... E o mesmo se passou na escola. As visitas à mana no berçário e as visitas da mana à sala dele estão completamente proibidas. O mundo dele em casa foi invadido pela mana, que é um amor, tem graça e derrete todos, e depois não só foi para a escola dele, para o espaço dele como ainda a levam a visitar o mano na sala dele. Trouxe-lhe insegurança, mesmo que ele não o consiga dizer... Mas a verdade é que foi ele que cortou com as visitas e dizia: não tive tempo para ir ver a mana!! Não há cá misturas, disse a psicóloga! O Afonso está a precisar de exclusividade e haviam de o ver feliz depois de despejar o mano na escola, a mana na creche e ter ficado com os pais só para ele. Que festa! E como tínhamos uns minutos ainda fomos tomar um café e ele comeu um bolo delicioso no Éric Kaiser antes da consulta! Este tempo de exclusividade faz maravilhas e temos de conseguir ter destes momentos com cada um deles. Brincar, dar atenção e também integrar a mana nas brincadeiras com ele. Vamos ter atenção a estes aspectos, dar mimo em doses super extras e ver como correm as próximas semanas... Gostei muito da psicóloga e o Afonso também. E é reconfortante saber que há alguém que sabe mais do que eu e que nos pode ajudar sempre que tivermos dúvidas... É que nós achávamos que estávamos a fazer o que é certo, promovendo a autonomia, mas estávamos a dar-lhe um peso demasiado grande para uma criança de 3 anos... E foi quando dei por ele a pedir para ser bebé e a beliscar a mana que percebi que ele estava a acusar o nascimento da Francisca, agora que ela já tem 9 meses, mas foi com a ida da mana para a escola dele que o comportamento dele mudou... Os retrocessos nos xixi's na cama que aqui relatei há uns tempos foram resolvidos por mim quando ele me disse que fazia xixi para ir para a nossa cama. O pai só o mudava a ele... Passei a ser eu a levantar-me, a fazer a cama dele de lavado e ao fim de 2 ou 3 noites acabaram os xixi's! E agora o pai também já faz a cama quando há acidentes!