31 de maio de 2019

Mas ainda dúvidas?

Estudos afirmam que comida ultraprocessada aumenta o risco de doenças cardíacas

Quanto mais embalado, menos saudável. O lema tem de ser descascar mais, desembalar menos! E é muito mais barato e mais saboroso. Pode não ser tão rápido e prático, mas é uma questão de organização. E de vontade, acima de tudo, de vontade.

27 de maio de 2019

Manhã linda em Lisboa...


Estava uma manhã de sonho, calma, silenciosa, o rio em espelho de prata. E eu a caminho de um trabalho muito especial que tenho em mãos. Há trabalhos que são muito mais do que isso, que nos levam por uma caminhada. Hoje, despedimo-nos com um abraço, emocionado. Cada vez acredito mais que as pessoas não surgem na nossa vida por acaso e há pessoas muito especiais. O meu entrevistado de hoje é uma dessas pessoas. E se há pessoas que nos fazem mal, que são tóxicas, e que devemos manter longe, há outras que chegam por bem e para deixar uma marca única, mesmo que vivamos com elas pouco tempo...

A escolha do meu filho mais velho...


... que acompanhou o pai enquanto ele foi votar. Pois o meu filho olha para o boletim e depois diz: Tantos P's (PPD/ PSD, PCTP, PAN, PNR, PTP, PPM...) qualquer coisa. Devia estar aí era o PSG (Paris Saint Germain, clube de futebol) e nesse é que eu votava! Foi mesmo a única parte divertida destas eleições, que muito me desiludiram pela abstenção. Cada vez mais tenho a sensação que as pessoas gostam é de refilar no café e nas redes sociais, mas quando é para agir outro que o faça... vejo o mesmo na escola do meu filho mais velho, eu faço parte da comissão de pais, onde toda a gente refila, mas quando marcamos uma reunião para apurar queixas, problemas, dificuldade, para delinear estratégias e questões para levar ao agrupamento contam-se pelos dedos das duas mãos os pais presentes... numa escola com quase 500 alunos! 


24 de maio de 2019

"Perigos no Prato"

Arrepiante o Linha da Frente que deu ontem na RTP 1 e que podem ver aqui. Eu ando já há bastante tempo muito atenta ao que comemos, ao que compro cá para casa. E como sou eu quem faz as compras é mais fácil, já que não entram alimentos proibidos, esses deixo-os para os aniversários que e ocasiões especiais, que mesmo assim já são bastantes. No dia a dia, andamos na linha. Processados nem vê-los, acho que já consegui acabar com as bolachas Maria na escolinha dos mais pequenos... "São só duas ou três, coitadinhos..." Todos os dias, minha gente! Faz muito mal. Cá em casa já controlo imenso o que compro, compro cada vez mais só frescos, a carne (quase sempre branca, mas de vez em quando comemos vaca e porco) é de um talho de muita confiança mesmo ao lado de casa, peixe congelado e de mar, selvagem, ovos e muitos produtos bio. Tenho seguido imensas receitas Paleo para ter ideias e ir inventado. Fico cada vez mais doida quando dão guloseimas aos meus filhos, deixo-os comer em festas, sem restrições, mas no dia a dia não entram. Quero que eles percebam a importância das escolhas saudáveis, da variedade... Estou também a reduzir o trigo, principalmente em mim, já que há cada vez mais estudos que indicam que o glúten não ajuda nada a quem tem endometriose, como podem ler aqui e aqui, como eu. Nada de fundamentalismos, nada de cortes radicais, mas ao descobrir novas farinhas, novas receita, novas utilizações de ingredientes estamos a diversificar. Tenho a sorte de adorar cozinhar, adorar experimentar receitas e ter tempo para as fazer, para preparar tudo. Organizo-me para não haver desperdício, para poupar e assim poder comprar biológico e com mais qualidade. Adoro os bio do Aldi e do Lidl. Deixo aqui a receita das novas panquecas que experimentei, não sobrou nem uma para a foto. Éramos 5 e ainda fiz duas para o mais velho levar para o lanche da escola.

Panquecas 
5 ovos
5 chávenas de polvilho doce
2 iogurtes gregos

Tudo triturado na Bimby, deitar na frigideira com um pouco de óleo de coco e ficaram absolutamente maravilhosas. E diferentes. Para mim, é na diversificação que está o ganho!

Da biblioteca para os meus filhos!


22 de maio de 2019

Uma situação engraçada...

No outro dia, à saída do jardim de infância, o meu filho de 6 anos quis acompanhar um grande amigo que ia com a avó à papelaria comprar um daqueles bonecos de uma coleção qualquer que ele adora e avó lhe compra. Eu avisei logo que não ia comprar nada, ele já sabia. Ele argumentou que ia só fazer companhia e ver. Aceitei. Eu fui com eles. Chegamos à papelaria e claro que o meu filho pega logo num dos sacos e olha para mim. Eu respondo que ele já sabe que não compro coleções, que não encho a casa de tralha e que não gasto dinheiro naquelas coisas. Que por mais que ele gostasse não podia ter tudo o que queria, tal como eu não compro tudo o que gosto. E o assunto ficou ali, encerrado, tranquilamente. Ele já sabia a minha resposta, mas como criança que é, óbvio que tentou a sorte dele. A avó do amigo ainda me disse, baixinho: não quer que eu lhe ofereça, pois não? Eu sorri e disse que não, obrigada, não era uma questão de dinheiro. O meu filho pousa o pacote com o brinquedo e continua na dele a ver o resto das coisas: olha este slime super fixe? Depois entretém-se com o brinde do amigo. A avó do amigo diz-me que eu tenho muita sorte em ter um filho calmo que aceita o não e não faz uma grande birra. Eu disse-lhe que não era sorte... havia muito trabalho ali. Ensinei-o, a ele e aos irmãos, que não compro coisas por comprar, coisas plásticas que só vão ocupar espaço e que em 5 minutos são postas de lado. Para quê? Só pelo gosto de comprar? Não. E eles já sabem. E também já sabem que podem fazer birra, mas que eu não me comovo. À saída o meu filho olha encantado para um jornal desportivo, que tinha na capa o Benfica: e eu prometi-lhe que quando ele começar a aprender a ler eu lhe compro jornais desportivos para ele treinar e ler as notícias do seu clube! Ficou radiante! Um dos valores que lhes quero transmitir é que não devemos ser consumistas, não devemos comprar por comprar. Há que dar valor às coisas. 

21 de maio de 2019

A pior experiência com a Cabify! Nunca mais!

Tinha um Cabify Baby reservado com antecedência porque eu ia sozinha com os 3 para o aeroporto, o meu marido ia lá ter, e precisava de cadeira para a Kika e banqueta para o Afonso. Reservei com 3 dias de antecedência, tudo certo e na hora em que o cabify devia chegar para irmos surge mensagem a dizer que estão à procura de motorista. Esperei 15 minutos em stress. Os miúdos sem perceberem nada - achavam que iam ao dentista, chegam a casa e estão malas, digo que vamos viajar, acham que vamos para o Algarve e depois começo eu em stress com a app da Cabify, a ver o tempo a passar e tenho de chamar um Uber que nos leva, por favor, porque a kika não pode andar sem cadeira. Enfim. Foi um stress, mas felizmente o único da viagem. Tinha instalado a Cabify porque tinham cadeirinhas, mas já a desinstalei. Eu tinha mandado mensagem com  a reserva, explicando que ia com 3 crianças, que não podia haver atrasos porque tínhamos um voo e deixam-me pendurada! Já fiz reclamação, mas alerto para estas marcações prévias que já soube de mais casos em que as pessoas ficaram sem transporte!

Fomos à Warner com 3 crianças...

... E adorámos, foi mesmo muito fixe! 

Foi uma viagem surpresa e não podia ter corrido melhor! Baptismo de voo do Afonso e da Kika, que deliraram! Não sabiam de nada e só souberam quando íamos para o aeroporto. A ideia era descobrirem só no aeroporto, mas o mau serviço da cabify estragou a surpresa. Eles adoram andar de avião. Alugámos um carro em Madrid para ser mais fácil ir para o Parque, que fica distante. Correu tudo super bem. Lá fomos nós para o hotel, que já passava das 22h. O hotel era entre o aeroporto e o Parque e foi uma mega escolha, bom, super confortável, bom pequeno almoço e com acordo com o Parque Warner. 

Eles só descobriram que íamos ao Parque Warner nessa manhã, nem sabiam bem ao que iam. A Kika voltou a andar de carrinho, fundamental numa viagem dessas, e a mochila ia cheia de águas, cereais, pacotes de fruta para beber, bolachas... muito protetor solar e chapéus. Levava também capas transparentes que não serviram para a chuva, mas para as atrações que metem água e nos dão valentes banhos! Podem comprar-se lá, mas levar fica mais barato. Também levámos havaianas para usar nessas atrações.

O parque é super giro, fácil de andar e está dividido numa zona mais infantil, que faz as delícias do mais pequenos e onde a Kika e o Afonso mais se divertiram, e a zona para os mais velhos. 

O Afonso ainda andou em atrações com mais emoção e o Alexandre por 1 cm não andou em tudo! 


No dia 19 comemorámos 12 anos de casamento, entre loopings e montanhas russas, já que esta vida a dois tem sido uma grande aventura, com altos e baixos, momentos de frio na barriga, emoções fortes e muita agitação!
 
Ontem chegámos a casa felizes. Correu tudo bem. Desde os voos, ao aluguer do carro, não houve incidentes, não houve quase birras e de um modo geral portaram-se sempre bem, com as implicâncias do costume entre os manos! Foi mesmo bom... só não gostei da montanha russa West Coast, toda em madeira, muito gira, mas enorme, super desconfortável, senti-me dentro do tambor da máquina de lavar... nem sei como é que o meu filho mais velho andou duas vezes. 

O maridão arriscou nas montanhas mais malucas e todos adorámos o espetáculo da Academia de Polícia! Foram dois dias longos, saíamos sempre depois das 22h, mas muito divertidos, onde andamos sem correrias, vimos tudo, andámos em tudo o que queríamos, repetimos... Quem quiser gastar um pouco mais de dinheiro, mas poupar tempo aconselho o passe "correcaminhos" que dá entrada direta a todas as atrações, saltando as filas. Nós não tínhamos, mas também o máximo que esperámos foi uns 20 minutos... 

Na segunda feira fomos para Madrid para levar os rapazes ao estádio do Real Madrid, uma visita ao interior, ao museu, aos balneários... eles deliraram, claro! Foram 3 dias mega! 

17 de maio de 2019

Não se deve mentir aos filhos...

... mas hoje combinei com os meus filhos que os vou buscar mais cedo às escolas para irmos ao dentista. Só que não!!! 😃

Programa de filha única!




Já tinha ido buscar os manos para almoçarem comigo, à vez. Gosto de fazer estes programas de filho único, sempre que dá. Não há regra, não vamos todos os meses, vamos quando eu me consigo organizar e, acima de tudo, quando sinto que eles estão a precisar... Ontem foi a vez da patanisca. Não a fui buscar para almoçar para não quebrar o ritmo da sesta, mas fui buscar mais cedo e fomos comer um gelado e andar de carrinho.


Ela estava feliz quando a fui buscar à escola, disse adeus ao mano que partilha ainda o recreio com ela e lá fomos as duas num programa de miúda, escolheu o gelado que queria, radiante, mas quando viu que  o carrinho tinha dois lugares queria ir buscar o mano que tinha ficado na escola... Ficou triste... Gostava de estar sozinha comigo, mas fazia-lhe falta o grande companheiro Afonso. Amor de manos é isto.


16 de maio de 2019

Uma sopa diferente

Tenho inventado e feito sopas diferentes para dar novos alimentos e nutrientes aos miúdos. Desta vez fiz uma sopa de beterraba, que eles odeiam e eu adoro, e que é muito rica. A sopa leva duas beterrabas, uma courgete, uma cenoura, uma batata doce, um alho francês e maçã. Juntei tudo na bimby a cozer com água, juntei sal, azeite, triturei e já está! Ao jantar o meu marido juntou-lhe ovo cozido picado e disse que ficou ainda mais deliciosa! Os meus filhos comeram, sem grande entusiasmo... mas estava bastante boa. (as minhas fotos, já sabem, são sempre uma miséria...)

15 de maio de 2019

Eu também endoideço com o grupo de whatsApp das mães da escola!!!

O que eu me ri com este vídeo da Porta dos Fundos!!


15 de maio - Dia da Família

Nasci numa família muito pequena, sem primos da minha idade, e sempre sonhei ter uma família grande e unida... mesas cheias de gente, natais com muitas crianças, muita confusão.... Hoje em dia quando passo férias com os meus filhos e muitos sobrinhos já peço um pouco menos de confusão, mas a vida deu-me uma família grande e barulhenta, com costela espanhola! Cá em casa somos cinco e somos tudo uns para os outros. Somos perfeitos em todas as nossas imperfeições. Há barulho de birras e barulho de gargalhadas. Há sempre colo e mimo. Os manos abraçam-se e bulham na mesma proporção, mas adoram-se. Nunca me hei-de esquecer quando a Kika nasceu o Afonso dizer, ainda com 2 anos: "era mesmo esta mana que eu queria!". Eu endoideço diariamente, mas deito-os todas as noites com histórias e beijos. Tapo-os antes de ir dormir e agradeço pelos filhos que tenho, e também pelas horas paz e sossego que a casa vive com eles a dormir:-) Temos álbuns de fotografia para que eles recordem todos os momentos que a memória não vai consegue guardar... E para não nos dizerem: nunca lá fomos, nunca nos levaram... temos provas das milhentas horas de parques infantis, de praia, de passeios, de festas de família, de férias, de dias comuns a aproveitar um final de tarde... Além deste núcleo duro dos cinco, há uma bisavó, duas avós, muitos tios e tias, primos e primas. Uns mais próximos no dia a dia, mais dedicados, mais presentes, outros mais distantes, mas queridos e especiais e outros menos, é mesmo assim... mas no final estamos muito bem rodeados, e algumas ausências são compensadas por outras presenças muito fortes. Adoro a nossa família e adoro sentir que os meus filhos têm uma grande noção de família e do amor e diversidade que a família traz. Se há coisas que gostava que fossem diferentes na minha família de origem? Claro que sim. E tento mudá-las e fazer diferente em casa, com os meus filhos. Tenho pena que o meu pai, o meu sogro e o meu avô Zé não estejam cá para aproveitar os meus filhos, mas essa é daquelas coisas que não podemos mudar, podemos apenas manter a memória em histórias que lhes contamos sobre quem já partiu e deixou saudade. 

Ano novo, escola nova também para a Kika

Ontem fiquei enervada quando percebei que para reinscrever a minha filha no Jardim de Infância, no próximo ano, tinha de pagar mais do que o valor da mensalidade. A diretora diz que mudou o regulamento já no ano passado. Não me recordo. Talvez esteja mais consciente e atenta ou como estou apenas como freelancer tenha mais atenção às contas. Não sei. A nossa ideia é que a Kika siga para o púbico, como só faz os 4 em janeiro não é garantido que entre... Ia re-inscrever para guardar lugar, mas o valor incomodou-me, achei um roubo... Acho que a inscrição devia ser quase simbólico... Já pagamos 12 meses e a escola só abre 11 e com este valor é mais um mês a jantar à festa. Depois de ponderar e conversar com o meu marido, e porque há cada vez mais coisas que me incomodam lá, decidimos assumir o risco e não inscrever. Agora é fazer figas, esperar que entre e se adapte bem. É uma miúda super despachada, mas claro que a mudança será grande, principalmente se não entrar na 1ª opção, que é apenas Jardim de Infância, e entrar na enorme escola do mano mais velho... Resta-nos esperar pelo fim de julho. E acreditar que fizemos a escolha certa. 

13 de maio de 2019

Um bolo mais saudável para a escola

Hoje era a vez de eu mandar um bolo para a venda da escola. Todas as segundas feiras os finalistas do Jardim de Infância vendem bolos para angariar fundos para a famosa e tão aguardada viagem de finalistas. Como acho que é um excesso de bolos e de açúcar desta vez experimentei um bolo com aveia, banana, fermento e azeite. Como a receita levava passas e eu não pus, juntei uma colher de sopa de açúcar mascavado. Comprei antecipadamente uma fatia para experimentar logo à tarde. O bolo cheirava bem, mas não cresceu como os outros. O meu filho orgulha-se sempre de vender os seus bolos muito depressa - diz que toda a gente adora os meus bolos - só espero que esta receita não o deixe ficar mal!


No sábado fechámos a praia...



E vimos este por do sol magnífico. O final de dia foi perfeito. Foi um excelente dia de praia com amigos, mergulhos, ameijoas e sangria. O único problema foi o mega escaldão que eu e a Kika apanhámos. Não sei se foi do protetor ser do ano passado, mas nunca na vida tinha apanhado um escaldão assim. Hoje ainda estou que nem sinto a pele. E olhem que eu sou bem morena e estou lagosta. Eu e a Kika, que é muito mais clara que eu... Felizmente, ela escaldou-se um pouco menos. Um disparate, e eu que sou sempre ultra cuidadosa. 


10 de maio de 2019

Termos mais atenção aos rótulos... também nos produtos de higiene e cosmética!

Gostei deste artigo. E, de facto, eu que pinto as unhas todas as semanas tenho de tentar arranjar uns vernizes menos tóxicos. 

Também chegaram livros novos da biblioteca

Para mim...


E para os meus 3 minis... 





Boas leituras! Por cá, não dispensamos as histórias da noite. 

O que andamos a ver pela HBO


Adoramos a Killing Eve! É hilariante!



Começámos também a ver Chernobyl


Ainda só deu o 1º episódio, mas gostámos imenso.



E começámos também a ver a Newsroom


É um bocadinho mais ao género novela, mas é gira e já vai na 3ª temporada, o que quer dizer que temos muito para ver.






9 de maio de 2019

Por um dia a dia mais ecológico

Menos plástico, menos químicos, mais sustentabilidade e materiais orgânicos para o nosso dia a dia. Comprei sacos reutilizáveis para guardar as frutas e os legumes no frigorífico, escovas de dentes de bambu para toda a família, shampoo sólido para experimentar, pasta de dentes de gengibre e desodorizante natural 100% vegetal, à base de bicarbonato de sódio. 


Depois dou o feedback  dos produtos!

8 de maio de 2019

Ainda sobre o meu dia da mãe

Foi muito bom com mimos e presentes super fofinhos feitos pelos meus filhos. Adoro os presentes que eles fazem para mim nestes dias. Tenho caixas guardadas cheias de cartões e presentes feitos por eles. Além dos presentinhos houve mimos e beijos. Que eu aproveito todas as ocasiões para os apertar e beijocar! Sou muito de beijos e abraços aos meus filhos. O maridão foi correr de manhã bem cedo e chegou com um ramo de flores para mim. Gosto muito de flores, apesar de me custar que passado um ou dois dias murchem. Depois fomos almoçar com a sogra, cunhados e cunhadas, uma delas fazia anos, sobrinhos e sobrinhas. E preparei um jantar para a minha mãe, a minha avó e a minha irmã. A parte melhor do meu Dia da Mãe é como Mãe dos meus filhos maravilhosos... Enchem-me os dias, a vida, o coração, a alma... 💓

Os treinos do filho grande!

 Não costumo assistir aos treinos. Contam-se pelos dedos de uma mão os treinos de futebol a que assisti. Então do mais velho, ainda menos. O horário é tarde e costumo ir deixar ao treino, a ele e a um amigo, nem saio do carro e sigo com os mais pequenos para casa para preparar banhos e jantares e depois o pai do amigo vai buscar e leva-os a casa. Mas ontem alterámos as coisas, estava sozinha e fiquei. A alegria do meu filho quando percebeu que eu ia assistir ao treino foi gigante. Encheu-me o coração. Estava radiante, quando marcava os golos dizia que era eu que lhe estava a dar sorte. Apanhei um frio de rachar, estava junto ao campo debaixo do chapéu de chuva, com uma camisinha fina e um blazer, mas valeu a pena. Adorei estar a vê-lo, principalmente pela alegria que lhe dei com a minha presença. Ganhei o dia! 

3 de maio de 2019

Voltar a focar...

... voltar a perder peso, voltar a ganhar consciência do que como... Fiz o tratamento nas clínicas Pedro Choy em janeiro de 2017 e emagreci o que desejava. Foi fácil e mantive durante dois anos... De há uns meses para cá ganhei peso novamente. E estou outra vez a precisar de focar. Desta vez não tenho dinheiro para gastar em tratamentos e sessões de acupunctura e vai ser só força de vontade, comer bem e ir ao ginásio. É incrível como aos 40 é tão fácil ir ganhando 100 gramas, outras 100 e quando se vai a ver estamos com mais 4 kg em cima! Não quero isto. E é só uma questão de voltar a focar e voltar ao que é mesmo importante e saudável. Vamos a isto.

E esta??

Como a minha irmã é vegetariana e combinámos no dia da mãe ir comer caracóis com os meus filhos, a minha avó e a minha mãe. Ontem, quando estava quase a adormecer lembrei-me: mas ela é vegetariana e come caracóis? Perguntei-lhe. Baralhei-a! Como não viveu em Portugal nos últimos 5 anos, e só é vegetariana há dois, nunca comeu caracóis desde essa altura... e ficou na dúvida! Eu acho que não pode comer... É um bicho, logo é carne... Há por aí vegetarianos? Na pior das hipóteses comemos nós os caracóis e ela as torradas! 

Esta semana não partilhei ementas semanais...

... Mas aqui fica uma sugestão: pernas de frango com molho de alho e mostarda dijon.Vai ser o nosso jantar de hoje, mas já está no frigorífico a marinar há 2 dias. A receita é do Casal Mistério!

Acabei ontem o livro da Michelle Obama e... ADOREI!!!


Valeu a pena ter comprado, agora tenho já uma lista de amigas a quem o vou emprestar! 

2 de maio de 2019

Não gosto nada do ditado "Filho és, pai serás; assim como fizeres, assim acharás"

Não gosto nada do ditado "Filho és, pai serás; assim como fizeres, assim acharás" talvez porque espero não ser para os meus filhos uma mãe como a minha foi e é para mim (e também para a minha irmã). Tive e tenho a melhor avó (materna) do mundo, uma mulher exemplar, que adoro, que admiro, que respeito como a mais ninguém. É a minha referência como mãe e como mulher, sempre muito próxima e com uma palavra sábia na altura certa. Passava dias, semanas e até meses a fio com a minha avó e o meu avô em criança e adorava.  Com a minha mãe a relação sempre foi mais distante e menos intensa, mais superficial... quando o meu filho mais velho nasceu ainda se aproximou um bocadinho de nós, parecia que ser avó ia ser especial, que nos ia aproximar, ofereceu-se para ficar com ele antes dele entrar na creche, mas rapidamente se arrependeu. Para quem nunca teve obrigações nem responsabilidades, quem sempre teve empregadas internas para cuidar das filhas, ter um neto todos os dias, o dia todo, era uma prisão. Apesar de nunca o ter assumido sabemos que foi um alívio quando aos 9 meses, em Setembro, ele entrou para a creche. E nunca mais ficou a tempo inteiro com nenhum neto. Só o mais velho chegou a dormir em casa da avó uma ou outra vez...  Tal como nunca teve uma relação próxima comigo, ou com a minha irmã, também não tem com os meus filhos, que preferem a bivó apesar dos seus 97 anos. Nunca tinha conhecido netos que não querem estar com a avó, eu pelava-me e ainda hoje adoro estar com a minha avó, mas os meus filhos não têm essa sorte. O mais velho já me disse, muito envergonhado e triste: oh, mãe, eu sei que a avó é tua mãe, eu sei que a avó é tua mãe, mas nós não gostamos muito dela... Quando eram bebés a minha mãe ainda ia dando uma ajuda. Eu trabalhava, ela não, ela era avó e na minha cabeça as avós cuidam dos netos. E pedia-lhe, ela ficava sempre, logo, disponível... mas depois cobrava. Como posso trabalhar em casa passei a ficar sempre eu com os miúdos, apesar de isso significa trabalhar noite dentro, já que não é fácil trabalhar com filhos, ainda para mais doentes em casa. E assim nós fomos todos afastando cada dia mais um bocadinho. E eles foram crescendo e combinou-se que a avó levava os rapazes à música, também para me libertar um bocadinho, mas depois também isso acabou... eles já não queriam ir à música porque não queriam que fosse a minha mãe a levá-los,  apesar de ela os encher de chocolates e gomas às minhas escondidas... as relações não se forçam, constroem-se ou destroem-se.... e eu tenho pena que eles já não tenha nenhum avô vivo, que a avó paterna esteja com demência e que a minha mãe queira meninos perfilados do século passado que não têm vontade nem voz própria. Eu só tenho 40 anos, mas fui educada da forma mais antiquada possível... claro que comecei a trabalhar e a ganhar o meu dinheiro cedo e aos 21 anos já tinha arrendado o meu primeiro apartamento. Não tirei o curso que os meus pais queriam (segui Comunicação, quando Direito é que era bem visto) e fui viver sozinha, para choque da minha mãe que viu tudo com muito maus olhos, mas sem nunca perguntar o porquê. Na minha família não se falava e ainda hoje não se fala de sentimentos. Felizmente em minha casa, eu e o meu marido falamos e incentivamos os nossos filhos a falar de tudo, não há tabus, não há assuntos proibidos, falamos de acordo com as idades. Não sei se estamos a fazer bem ou não, mas entregamo-nos todos os dias aos nossos filhos e à vida que escolhemos. Nunca me levaram à escola, ia sempre nas carrinhas dos colégios, passava horas de manhã e de tarde, e talvez por isso faça tanta questão de todos os dias levar e ir buscar os meus filhos, para que eles se sintam especiais no final do dia... Eles e eu, porque é das melhores coisas do mundo chegar ao final do dia ao jardim de infância e vê-los correr para nós, suados e felizes, para nós beijarem! O mais velho, no 3º ano, já não faz tanto alarido, mas gosta na mesma. Não acredito em ditados que nos prendem e acredito que as relações dependem de nós, do que nós fazemos por elas. E eu tento todos os dias ser a mãe que os meus filhos precisam, ser um exemplo para eles e construir com eles uma relação forte, de confiança, amor e respeito mútuos. Espero que um dia eles gostem de estar comigo e eu com eles, que façamos programas porque sim e não porque é Natal e dia da mãe e temos de estar juntos só porque tem de ser. 

Um novo almoço de filho único


Ele escolheu o restaurante, almoçamos ao ar livre e depois de almoçar ele contou-me (inventando, que ainda não sabe ler) a história do livro que tinha recebido no Happy Meal. Foi bom. Estava calor, um dia lindo. E houve mimo e tempo a dois. Ele gostou muito e eu também.💓