14 de janeiro de 2021

Uma mão cheia da minha filha!


Apesar de estar em isolamento profilático teve um dia muito divertido, com os pais e os manos, presentes, cachorro quente ao jantar - pedido por ela - e a surpresa de um bolo de gomas! Teve pena de não poder ir à escola (todos os dias pergunta quando regressa), mas aceitou bem porque sabe que o vírus é perigoso e que uma auxiliar está doente.

12 de janeiro de 2021

Mais uma sugestão Netflix

Eu e o meu marido estamos a gostar imenso da série Lupin. Gostamos imenso d ator principal - quem não viu os Amigos Improváveis, tem de ver - e é bom mudar de língua e ouvir francês e tudo acontece em Paris, uma cidade que adoro e onde já fomos tãoooo felizes!


11 de janeiro de 2021

Até pensei que acontecesse mais cedo...

Tenho a minha filhota em isolamento profilático porque a auxiliar da sala de JI testou positivo. Ficou tão triste quando batemos com o nariz na porta hoje de manhã à porta da escola porque eu não vi as mensagens da educadora... Ainda por cima ela faz anos na quarta feira e queria muito festejar com a turma. Paciência. Este ano é assim. Agora o desafio é trabalhar com ela em casa, mas isto de ter três filhos faz com que ficar com apenas um filho seja um sossego e já está aqui ao meu lado a "trabalhar" no seu caderno. Boa semana!

7 de janeiro de 2021

A possibilidade de um confinamento geral faz-me...

  • querer chorar de desespero,
  • querer enfiar na cama ou mesmo num buraco e só sair de lá depois do confinamento acabar,
  • temer pela minha sanidade mental,
  • pensar que não sei como vou aguentar. Claro que aguentamos tudo, já houve alturas bem mais negras na história com guerras mundiais, fome e bombas a cair nas cidades, mas eu já me sinto tanto no meu limite de cansaço, já me sinto tão à prova eu e o meu marido em teletrabalho, em casa, desde março de 2019... 
  • ficar deprimida. 
  • ficar preocupada com o trabalho e a falta dele. 

6 de janeiro de 2021

Não consegui voltar ao ginásio nesta pandemia...

Ainda tentei, no verão, e fui duas vezes, mas não havia as minhas aulas, as restrições eram enormes e treinar numa cave, sem janelas, sufocou-me e foi nessa altura que cancelei a minha inscrição. Comecei a fazer caminhadas com a amiga vizinha, comecei a andar de bicicleta, mas sinto-me parada, o meu relógio Mi está sempre a dar alertas de inatividade e, vai daí, falei com um amigo, que tem o seu ginásio, com janelas e portas para a rua, cheio de sol e de luz, e que está a dar treinos individuais, com hora marcada em que ninguém se cruza. Uma PT para mim, que ele é meu amigo de há 30 anos, o meu sweetheart de liceu, e ele disse logo que eu ia fazer farinha se fosse ele a dar-me o treino e não lhe ia obedecer:-)) Desafiei o meu marido que também está a pirar em teletrabalho e vamos os dois. O meu marido treina com ele e eu com outra PT, cada um na sua sala e com os seus objetivos e treinos específicos. Vamos ver como corre! 

5 de janeiro de 2021

Mais vegetais, menos carne para este novo ano...

 Eu e o meu marido estamos determinados a comer ainda menos carne este ano, optando por vegetais como centro da nossa alimentação. Os miúdos torcem muito o nariz, mas vai ser gradual, e não um corte radical. A ideia é ir introduzindo cada vez mais refeições vegetarianas ao longo da semana e ires-lhes abrindo a curiosidade e o apetite. Isto significa ter duas refeições diferentes, mas isso já acabava por acontecer, uma vez que eu já fazia uma alimentação muito low carb para mim. Agora é ir pesquisando receitas e inventado na cozinha. Eu adoro cozinhar e adoro comer, por isso, não é complicado. 

4 de janeiro de 2021

Continuo a não prescindir de uma agenda de papel

Tenho tudo em duplicado, na agenda Google partilhada com o meu marido, mas não consigo começar o ano sem a minha agenda de papel. Gosto muito. É um hábito meu para apontar tarefas, datas importantes, eventos... Todos os anos ofereço uma a mim própria. Hoje, além  da agenda, estou a estrear o anel solitário que me ofereci pelos 11 anos do meu filho, os meus 11 anos como mãe. E ali está ele, entre a aliança e o anel de noivado. 


11 anos!! Parabéns, filho grande! Faz 11 anos que vieste mudar as nossas vidas!


Está crescido, refilão, continua esquisitinho a comer e magricelas, odeia sopa, é doce, é meigo, mas é teimoso. Odeia tarefas domésticas e esquiva-se a tudo o que pode, mas está tramado comigo porque eu quero fazer dele um homenzinho. Fez ontem, pela primeira vez, o jantar para a família, uma receita de esparguete, atum e natas que aprendeu nos escuteiros e todos gostaram. Adora Fortnite e o telemóvel para ele serve para ver vídeos e jogar. É um pinga amor, tem uma conversa que não acaba e é muito vaidoso. Tem mau perder e adora ganhar. Tem uma auto estima incrível e é um sedutor, um diplomata por natureza. Chorou os primeiros três meses de vida. Na altura eu só pensava, mas o que é que fui fazer??? Foi difícil. E ainda é. Não para dormir, que isso dorme desde os 3 meses sem problemas, difícil é a adolescência a chegar e eu achar que devia ter menos 10 anos do que tenho para ter mais paciência, mais resistência ao barulho, aos guinchos, às cantorias desafinadas... Parabéns, filho grande. 

1 de janeiro de 2021

Feliz Ano Novo!

 Fomos até à praia apanhar sol e respirar ar puro da Serra da Arrábida para dizer adeus a 2020... Estava um dia lindo, cheio de luz! Foi tão bom!




Depois, à noite, jantámos sushi e improvisámos uma discoteca no quarto dos miúdos e lançámos confetis para comemorar a chegada do Novo Ano!

30 de dezembro de 2020

Despedindo-me deste ano de 2020

 Foi um ano louco. Assustador, em algumas alturas. Foi um ano de teste à resistência do meu casamento porque, de repente, estamos sempre juntos, desde março. Eu trabalhava em casa, já há uns anos, mas sozinha passámos a estar os 5 em casa, numa casa minúscula para estarmos 24 sob 24h, todos os dias, todas as semanas, todos os meses... E foi como se tivesse sido engolida pelo trabalho, pela casa, pelos filhos, pelas máquinas da louça e da roupa que funcionavam sem parar, pelas refeições, compras de supermercado. O verão foi uma pausa muito boa. Um verão diferente, fora de confusões e de praias cheias. Umas férias 5 estrelas, mesmo perfeitas. Tudo ficou mais simples em casa em setembro, com o regresso dos miúdos às escolas e às atividades, mas estamos todos muito mais em casa. Para já, ninguém muito próximo ficou doente, apesar de conhecermos avós de pessoas próximas que morreram com o vírus. Nenhum de nós perdeu o trabalho, se bem que eu tive menos projetos, já que o ramo editorial foi um dos mais afetados pela pandemia. No entanto, não me posso queixar, adorei todos os trabalhos que fiz, deram-me mesmo gozo e a sensação de realização, e já  tenho projetos muito giros a arrancar para 2021. A pandemia e o confinamento fez-nos amar ainda mais a natureza, o ar livre, o estar na rua. Temos a sorte de ter Monsanto mesmo à porta e eu voltei a andar de bicicleta, coisa que não fazia desde a infância... foram mais de 35 anos sem andar de bicicleta e hoje em dia já vou e já aprecio andar na cidade e no meio da natureza, com a família e os amigos. 2020 levou os abraços, a mesa cheia de amigos e de família, as festas com a casa cheia, mas arranjámos sempre maneira de comemorar e de dar o nosso carinho. 2020 trouxe para junto de nós uns amigos que se tornaram vizinhos e esta minha amiga foi, sem dúvida, das melhores coisas de 2020. Sem ela e a sem a sua companhia diária- só não estivemos juntas no confinamento total - e tinha sido mais difícil suportar todos os desafios desta pandemia. Acredito na vacina e espero que 2021 nos traga alguma serenidade, menos mortes, menos infetados e que, aos poucos, voltemos a estar juntos sem medo. Acho que nunca valorizámos tanto o estar, o convívio e isso levamos connosco para os próximos anos. Para já, vamos estando, com cuidado, com distanciamento, ao ar livre, mas sem perder do radar aqueles que nos são importantes, aqueles que gostamos e que gostam de nós.  

29 de dezembro de 2020

Trabalhar até a lua cheia aparecer

Este meu mini escritório foi criado durante o confinamento, em Março, quando veio a família toda para casa e era preciso mais espaços de trabalho. Gosto tanto de trabalhar aqui, no meu quarto. Criei um espaço pequeno, mas cheio de luz, à janela. 


De dia, tenho folhas e melros como companhia, quando trabalho até tarde tenho, muitas vezes, a lua como companhia.





Mais uma sugestão de leitura encantadora!

A minha filha recebeu este livro e tinham de ver a alegria quando percebeu que já conhecia a história porque a educadora já o tinha contado. O livro foi-me recomendado por umas colegas da pós graduação e fiquei rendida. 


É muito bonito. "Depois da Chuva" é um livro especial... "uma fábula moderna sobre a superação das adversidades, a adaptação ao meio envolvente e a colaboração de uns e de outros para a sobrevivência do coletivo. Uma chuva diluvial inunda o bosque e os seus habitantes são obrigados a abrigarem-se num refúgio improvisado. Uma raposa oferece-se para ir buscar comida e água, mas os seus companheiros não acreditam nas suas capacidades - nem nas suas intenções - e distribuem essas tarefas pelos outros animais..."

Quando os amigos se tornam família e ainda escolhem ser nossos vizinhos!

O meu filho do meio trouxe-me uma amiga muito especial. Conheci-a por ser mãe de um amigo do jardim de infância, fomo-nos conhecendo e tornámo-nos grandes amigas. É daquelas amigas que até me pergunto, como passei tantos anos sem a sua amizade. A melhor ouvinte, a melhor conselheira, boa companheira, amiga sincera. Gostamos das mesmas coisas (tirando as cores, já que para ela a palete de cores se resume ao azul escuro e ao cinzento e eu gosto é de unhas vermelhas, lenços rosa e casacos amarelos!) e gostamos da companhia uma da outra, seja nas caminhadas, enquanto esperamos pelos miúdos na natação, nos cafés diários ou na partilha de receitas e refeições low carb. 2020 trouxe-a, a ela e à família, claro, para o meu bairro, que agora é nosso. Funcionamos como a rede uma da outra, sabemos que se estivermos atrapalhadas a outra nos apanha os filhos, nos orienta um jantar, o que for preciso. 2020 teria sido muito mais louco sem a sua companhia, sem as suas palavras, sem as nossas caminhadas, sem a nossa abóbora recheada à quarta feira. Os miúdos dela e os meus mais novos são inseparáveis e ai de quem diga à minha filha que não são todos primos!

No Natal esta querida amiga deu-me o chá da marca que bebemos e que cada saqueta vem sempre acompanhada por bonitas mensagens.



E aos meus filhos estes amigos ofereceram um livro maravilhoso, "Os Vizinhos", lindo, e com um significado muito especial. Se não conhecem, espreitem, é daqueles livros mesmo deliciosos.


Boas Festas.