12 de agosto de 2020

Socorro! A minha filha mais nova foi possuída pelo Lucas Neto!

Antes da pandemia, do confinamento e da loucura que foi este ano, cá em casa as tecnologias eram super controladas, os rapazes jogavam Playstation ao fim de semana e a mais pequena via uns vídeos no youtube kids... depois veio o Covid e a minha filha passou a ser entretida pelo Ipad, que entretanto um cunhado ofereceu aos meus filhos. E em vez de pequeno almoço, passou a dizer café da manhã, em vez de estou a ir, passou a dizer estou indo, em vez de magoei-me passou a dizer me machuquei e trocou o Pai Natal pelo Papai Noel... A minha filha respira, sonha, vibra e implora os bonecos do Lucas Neto. No sábado, quando chegámos a Coimbra, ao hotel, a minha filha disse: ah! a dona Carmen (personagem do Lucas Neto) também tem um cofre para guardar as jóias! Desde que descofinámos ela voltou oara o jardim de infância, para o Atl, fomos de férias sem nenhum gadget, voltámos e ela voltou para o Atl da escola, mas parece que o vício do Lucas Neto ficou dentro dela. É uma doença! 

Três livros para os mais pequenos, mas para os adultos também!

Adoro estes três livros. E os meus filhos também. São lindos, absolutamente deliciosos, cada um do seu género, mas têm em comum boas histórias, ilustrações maravilhosas e pormenores deliciosos que nos fazem ler e reler sem perder o entusiasmo. São estas as minhas sugestões para levar na bagagem dos miúdos neste verão.

O 1.º Direito  é um livro para pessoas que gostam de observar pessoas, como acontece com Graça, a protagonista desta história, contada com cores quentes, contornos policiais e alguma intriga internacional. Graça desconfia que o vizinho do 1.º direito anda a planear um assalto. Será verdade? Pelo caminho vamos conhecer várias vidas do prédio em frente: os clientes do Café Dias, um músico que dá concertos para a vizinhança e um fotógrafo incompreendido, entre outras. Quem é que observa quem? Só saberemos no final da investigação em curso.

O Protesto é uma história sobre o impacto da acção humana no ambiente e um apelo para nos unirmos hoje, em nome da biodiversidade e de um planeta mais sustentável.

A Manta do José é terna história adaptada da tradição judaica sobre a infância e a passagem do tempo, onde um cúmplice avô encontra sempre uma solução para que uma velha manta, que em tempos ofereceu ao seu neto, não desapareça. Aproveitando o tecido para várias peças de vestuário, até apenas haver o suficiente para forrar um botão, a manta vai acompanhando o José durante o seu crescimento.



Voltei ao Sushi!

Estive 15 anos sem comer sushi. É verdade. 15 anos. Apanhei uma intoxicação alimentar tão má, que me obrigou a estar 24 horas a soro, no hospital. Um jantar num restaurante ótimo, um grupo enorme, mas eu tive o azar de apanhar uma bactéria, que me deixou agoniada durante 15 anos. Não me apetecia, incomodava-me... como se o meu corpo rejeitasse algo que me fazia mal. Pois bem, do nada, este verão, na costa alentejana, voltou a apetecer-me. Provei a medo e deliciei-me. Tão bom. Depois disso já comi mais duas vezes, e por mim comia todos os dias. Só penso em sushi. É como se estivesse a recuperar os últimos 15 anos da minha vida... o problema é que não há orçamento que aguente estes meus desejos.



Conseguem adivinhar o que me apetece jantar?

Voltei ao ginásio após o desconfinamento e senti-me segura!

 Voltei ao meu ginásio, o Fitness Hut, e apesar de ter demorado a ganhar confiança para voltar, quando o fiz, um pouco a medo, senti-me segura. Quase vazio, taxa de ocupação baixa, novo método de registo à entrada, sem marcar códigos, tapete de higienização, o distanciamento está assegurado, há produtos de limpeza para limparmos as máquinas, antes e depois de usarmos, em complemento ao serviço de limpeza do ginásio. Soube bem regressar. Pelo corpo e pela mente. 

11 de agosto de 2020

Na minha mesa de cabeceira...

 


E é sempre com incredulidade que leio sobre a maldade, a loucura, a insanidade da ocupação Nazi. Como é possível?? Como foi possível? Já li livros e romances incríveis,  quase todo baseados em factos verídicos,  já vi filmes, também baseados em casos reais, e fico sempre com um aperto no coração e com a pergunta: como foi possível? 

Quando se transforma um fim de semana de agosto em férias...

 Foi maravilhoso. Dois dias que souberam a férias. Ficámos super mega bem instalados no Vila Galé Coimbra, que tem suites familiares onde cabemos os cinco. Já lá tínhamos ficado e, de facto, vale a pena.  Não é um post pago é mesmo informação valiosa para as famílias grandes, que nem sempre arranjam hotéis onde caibam com os filhos todos no mesmo quarto. No sábado os miúdos piscinaram à vontade, apesar de estar mais gente do que eu gostaria. Saímos para jantar fora no Práxis, recomendado por uma colega de Coimbra, e adorámos. Lá se foi a minha dieta, mas no fim de semana fechei os olhos. Depois de jantar fomos passear por Coimbra e subimos todas as ruas e ruelas até às Universidades. Estava uma noite maravilhosa. Sábado começou com banhos no Mondego, uma vista ao Portugal dos pequeninos (já lá tínhamos ido duas vezes, mas a pequenina ainda não tinha ido) e o regresso foi feito pela Figueira da Foz, onde ia em criança com os meus pais. Regressámos a casa depois do jantar e depois de uma volta na Roda Gigante. Foi mesmo bom! Apenas uma noite fora de casa, mas soube mesmo a férias, principalmente porque ficámos super bem instalados, em hotel, e comemos sempre fora, em restaurantes bons, mantendo-me bem longe da cozinha e das lides domésticas!

3 de agosto de 2020

Uma semana de sonho na Costa Alentejana

Foram 8 dias maravilhosos. Praias desertas e selvagens, grutas, cascatas, banhos de rio, piscinas naturais, água límpida e boa, dias quentes, praias sem qualquer tipo de rede móvel. Um paraíso. Eram as nossas praias do nosso tempo de namoro e sem filhos, depois começámos a usar a casa do Algarve, no meio do caos, do rebuliço de família e de primos. Este ano, por causa do Covid, quisemos evitar ajuntamentos e praias cheias e voltámos às praias que mais gostamos. Alugámos um pequeno monte alentejano, entre a Zambujeira e São Teotónio, e todos os dias redescobríamos uma praia diferente. Só repetimos uma praia, a da nossa eleição, a da Amália, porque nesse dia tentámos a Praia do Machado, mas o acesso, selvagem, feito com a ajuda de uma corda, em modo rapel, era radical de mais para irmos com as crianças, principalmente com a mais nova.

24 de julho de 2020

Três filhos matriculados!

Mais um ano em que tenho 3 filhos em 3 escolas. Paciência. Não consegui os dois mais velhos na mesma escola - queria que ficasse um no 5º ano e outro no 2º ano, transferido - e lá vamos para mais um ano com 3 filhos em 3 escolas, mas desde que eles estejam bem e felizes e gostem da escola, está tudo bem. É tudo muito perto, no mesmo agrupamento, a menos de 1km de casa. E o importante mesmo é que as aulas aconteçam, presenciais, e que eles brinquem e sejam felizes, porque só se aprende quando se está feliz!

Salada de Polvo!

Nunca tinha feito e o melhor que posso dizer é que 2 minutos depois de a ter apresentado ao maridão e aos rapazes - a minha filha é a mais esquisita do mundo e não come nem gosta de nada - já tinha desaparecido e estavam a pedir para fazer mais! Cozi o polvo na panela de pressão, cortei fininho depois de estar bem cozido, pus nua caixa de vidro com meia cebola roxa picadinha, 1 alho esmagado, pickles, sal, azeite, vinagre e uma colher de sopa de paprika. Misturei tudo, tapei e frigorífico. Estava maravilhosa... só ficaria melhor com pão, que não comi! Mas quem comeu, lambeu-se!

23 de julho de 2020

O meu filho de 7 anos vive e respira futebol!

Além disso, é fã do Benfica. Por isso, nada melhor que o livro "Domingo Vamos à Luz" em que treina a leitura e entra no mundo mágico das magnificas ilustração do André Letria. 

Leitura juvenil

"Coisas que Acontecem" é a sugestão para os mais novos e quem recomenda este livro é o meu filho de 10 anos, que o está a ler com entusiasmo. Eu, amante da leitura, apaixonada por livros, mulher das palavras, dos textos e de tudo o que está ligado à escrita quero, ao máximo, que os meus filhos leiam, não só porque é importante ler, aprender, mas porque os livros são mágicos, com eles vou aonde nunca iria, com eles viajo, rio e choro... E quando consigo que um livro os prenda, os cative, sou uma mulher e mãe feliz.  Este está a ser um sucesso. E não fui eu que os escolhi, foi o meu filho que o recebeu, já há dos anos, como pagamento de umas locuções que fez para a televisão. Não pagavam em dinheiro, mas sim em livros, e recebeu alguns bem giros. Este foi um deles e saiu agora da estante para as mãos dele.

Novas leituras


Na minha mesa de cabeceira, um clássico, que ainda não tinha lido e que comprei em segunda mão na Livraria Solidária de Carnide. Comecei ontem à noite e gostei bastante... este vai comigo de férias.

A melhor granola!

Eu faço uma boa granola, mas a da Crumbs é muito melhor, e não tem cereais. Recebi agora das mãos da Marta, com toda a segurança, duas embalagens para o meu verão. Para mim, é das melhores coisas para comer com iogurte natural e mirtilos. Vai ser o meu almoço. Bem fresco. Isto não é publicidade, a Marta nem sabe que este blogue existe, é apenas uma partilha, mas percebi hoje que a Crumbs, tal como muitas pequenas empresas, pode estar com problemas em sobreviver. Por isso, todas as encomendas são bem vindas.