31 de julho de 2014

Nós por cá#2

Cheguei ao Algarve e tenho um marido exausto e uma casa que mais parece um filme do Fellini! Tenho a casa invadida por adolescentes amigos do meu sobrinho e que vieram com a minha cunhada, que supostamente vinha dar uma mão ao  meu maridão antes de eu chegar, mas que além dos adolescentes com 2 metros que comem 20 pães por dia, trouxe o cão que faz as delícias dos meus filhos enquanto larga pêlo, e bateu com a nossa carrinha nova na garagem. O meu baby A. caiu do sofá porque a rapariga que veio para ajudar está mais interessada em enviar SMS (e nos adolescentes amigos do meu sobrinho) e sentou-o no sofá enquanto ela estava agarrada ao telemóvel ! Uma festa, portanto!! O tempo está frio, o vento é forte, mas ao menos hoje a água do mar estava quente e deliciosa. Tirando isso estamos bem e contentes! Agora férias, sim são férias para a criançada. O meu marido deve estar doido por voltar ao trabalho e eu vou destes fins de semana prolongados com olheiras. Mas é verão e há que aproveitar da melhor maneira. E vou agora ali preparar uns mexilhões à espanhola que vou acompanhar com uma cerveja gelada! E nos dias de férias que vou ter em Setembro, se o meu marido também conseguir tirar férias, vou de avião para qualquer lado para não correr o risco de viver mais uns dias de Residência Espanhola by Fellini!! 

30 de julho de 2014

Endometriose #2

O post anterior levou-me até ao MulherEndo, a Associção fundada por Susana Fonseca, que há 20 anos trava batalhas com a Endometriose, e que pretende ajudar e apoiar todas as mulheres que sofrem com esta doença. , podem ler o testumunho de coragem e de luta da Susana, que nunca baixou os braços nem se deu por vencida. Obrigada, Susana, pelas palavras que me deixaste aqui no blog.

29 de julho de 2014

Endometriose

Estou desde ontem ao final da tarde com um aperto no peito. Fui fazer uma ecografia porque as últimas menstruações têm sido infernais (dores insuspotáveis, cólicas, vómitos) e porque nunca me esqueci das dores que tinha antes de me ser diagnosticado endometriose e ter sido operada a um quisto. Foi-me removido parte do ovário esquerdo. Fiz vigilância durante 10 anos. Não voltei a ter nada. Consegui engravidar e ter dois filhos maravilhosos e nunca mais tinha pensado no raio da endometriose. Até aos últimos meses. Coincidiu com a paragem da pílula (primeiro por esquecimento em comprar a embalagem e depois numa de olha, pensamos no terceiro filhjo não, é? Então bora lá ver se aí vem. Sem ser muito pensado e ponderado, até porque regra geral demoro mais de um ano a engravidar) e eu pedi ao médico de família que me passasse uma eco. Fui a medo, ontem. Receava más notícias, mas sempre a achar que era da minha cabeça e que as dores eram normais. Para já, tenho de fazer uma Ressonância Magnética para um diagnóstico mais exacto, mas o médico viu um espessamento do endométrio, já perto da ligação ao intestino que é relevante e tem de ser examinado. Não conhecia o médico. Saí de lá em lágrimas. Sozinha em Lisboa. Soube que não ia ser mãe outra vez. Ninguém disse nada, nem falámos sobre isso, que o médico era parco em palavras e só me disse para fazer a RM. Mas soube-o. Saí de lá e só pensava nos meus dois filhos e na saúde que quero ter para os ver crescer. Falei a uma tia, também ela de férias longe, médica especializada em imagiologia, que me disse para ter calma e me recomendou duas colegas para eu ir fazer a RM. Precisava da prescrição. Falei para o centro de saúde para pedir a prescrição que tem que ser enviada para o seguro de saúde a fim de autorizarem a RM. A médica ( que não é o meu médico de família, mas outra que já me tinha observado) numa de me animar, confirmou o que eu senti logo dentro de mim: já tem dois filhos, também já não queria ter mais... ou queria? Eu disse que o quero é fazer rapidamente o exame e ter saúde para ver crescer os meus dois filhos. E quero organizar o meu trabalho para voltar para o Algarve para o mimo e amor dos meus filhos e do meu maridão.

Uma coisa muito, muito boa!

Atender o telefone ao meu marido e quem está do outro lado é o meu besbico pequenino a palrar um mamã, mamã e outras vocalizações. Que bom. Quantas saudades! Falo todos os dias com o meu filho mais velho, mas com o pequenino foi a primeira vez. E o maridão disse que ele estava muito atento à minha voz. Coisa boa da mãe. Que saudades dos meus filhos e do maridão.

28 de julho de 2014

De regresso a Lisboa

Hoje saí da casa do Algarve e deixei os meus amores ainda entregues ao sono das primeiras horas da manhã. Beijoquei-os, deixei um bilhete e saí sem fazer barulho, esperando que o tempo corra depressa cá em cima para eu voltar para baixo. Acabaram os quatro dias magníficos que passei com os meus 3 amores. Foi muito bom, perfeito e com direito a tudo o que nos deixa feliz. A única coisa que não estava no programa das festas foi o pequeno A. ter ficado muito atacado da parte respiratória por causa da maldita humidade que surgiu nas últimas manhãs e noites. Foi impressionante como ele (o pai também, mas em menor grau)  reagiu de imeadito à mudança de tempo. O pequenino parou a medicação da asma, por indicação médica, assim que começou o verão. A ideia era limpar o organismo de tanto remédio e apanhar muita praia, super recomendada nestes casos. Esteve um mês e tal muito bem, (E melhor ainda, desde Abril sem estar doente) mas a mudança de tempo e a humidade atacaram-no. Mas nós atacámos logo com a medicação para ver se a situação se resolve rapidamente para ele poder continuar a aproveitar a praia e a água na companhia do pai e do mano! Boas férias, meus amores!!!

25 de julho de 2014

Nós por cá

Já me reuni com o Maridão, filhotes e mãe! Temos também um sobrinho querido connosco. O tempo está fabuloso e estamos felizes! Quando me foi buscar ao comboio, o mais velho disse-me: o mano gostava mesmo muito de ti, mas acho que agora já se esqueceu de ti! Felizmente, não estava certo e o meu pequenino não se tinha esquecido de mim. Já os abracei muito, já os beijei, já dei mimo, já contei histórias, já dei sopas, já fiz piscinas à beira mar, já dei banhos, já me consolei com os meus amores, já trabalhei... Só ainda não dei um mergulho no mar, que a água está fria para o meu gosto.

23 de julho de 2014

Podem desligar o ar condicionado?

Estão 10 graus neste comboio! Já estamos em terras algarvias, mas aqui dentro parece que estamos na  Sibéria! A coisa boa e maravilhosa é que estou quase, quase a abraçar os meus amores. Maridão e filho grande vão buscar-me a Faro e depois vamos jantar. Vou ouvir as aventuras dos últimos dias e matar saudades. Um pouco mais tarde vou dar o biberão da noite ao bebé - que já está a deixar de ser bebé para se transformar num rapazinho - e beijocá-lo todo! Poder gozar este fim de semana prolongado é uma das vantagens do meu trabalho que (bem gerido e com o apoio de uma equipa fantástica) pode ser feito fora do escritório!

Ensinar a generosidade

Muito interessante este artigo do Observador intitulado “As crianças que queremos educar“.

Notícias da mãe, que os filhos estão bem!

Mais tranquila (e com o coração de mãe mais sossegado, apesar das saudades que apertam) sabendo que o maridão e os meus filhos estão bem e muito felizes fui jantar com a minha equipa de trabalho aproveitar, pois é raro conseguir acompanhá-los nos programas (que não têm nada a ver com trabalho) de folia que fazem durante a semana. O início da noite começou com um copo de vinho no Mercado de Campo de Ourique, depois seguimos para a Madragoa, para a Osteria, onde jantámos lindamente, depois a conversa madrugada adentro. Pelo meio tive direito a ouvir a voz do meu filho mais velho, aquela vozinha maravilhosa, lá ao longe, a dizer que tinha saudades minhas e que estava à espera de saltar nos elásticos lá da feirinha! E agora estou dependente do arranjo do carro para saber se consigo ir hoje para o Algarve beijocar a família! Ai quando eu apanhar os meus filhotes, vou comê-los com beijos!

22 de julho de 2014

Notícias algarvias

- O besnico pequeno não quer sair de dentro de água. A pé, ao colo ou nas pocinhas, água é com ele. Dorme sestas gigantes e às 19h30 cai para o lado, até ao dia seguinte. Ainda não ouvi a sua vozinha, mas sei que está feliz!
- O besnico grande passa o dia dentro de água. Consola-se com bolas de Berlim. Ontem tive direito a um telefonema de 10 segundos "olá mãe! Vou aos carrosséis com os primos. Adeus."
- O pai já aprendeu a fazer pulseiras de elásticos, fez as compras da semana e atestou o frigorífico e dorme a sesta com os filhos.

20 de julho de 2014

E para dormir melhor...

... nada melhor que receber um WhatsApp audio do meu mais velho a mandar beijos, a relatar as últimas horas , a dizer que já recebeu o presente (livro que ele pedia há uns tempos) que eu enviei e a declarar o seu amor!! Agora, sim. Até amanhã.

Tic- tac de mãe

O meu ritmo é o ritmo dos meus filhos. O meu tempo é gerido em função dos tempos deles. Às 19h olhei para o relógio e lembrei-me que é a hora dos banhos e às 21h30 sorri ao lembrar-me da hora em que começa a dança para deitar o mais velho. Antes de dormir o biberão do Afonso e os beijos aos meus amores, que já dormem. E hoje, o silêncio dos quartos vazios e das camas desfeitas para limpezas de verão. Estou mesmo em adaptação a uma casa vazia. É a minha estreia. Vou agora aproveitar para dormir e acho que vou deixar a luz de presença, luz a que me habituei (eu que sempre dormi às escuras) para guiar o mais velho nas andanças da noite. Ser mãe é uma coisa de dentro. É um amor e um estado que se intala no nosso coração. E depois há umas mais galinhas que outras, umas mais deprendidas que outras, umas mais choronas que outras. Durmo descansada porque sei que eles chegaram bem, que já estão instalados e a sentir o calor do Algarve. Durmo descansada porque sei que eles estão muito bem com o meu pai e com a minha mãe. Durmo descansada porque sentir o amor que se sente pelos filhos e pelo marido é uma benção. E sei que estas primeiras horas estão a ser duras para mim, mas também sei que me vai fazer bem (mesmo que eu ainda não o consiga sentir) desligar um bocadinho dos meus filhos. Poder descansar e recarregar baterias. Estive mais de um ano e meio sem trabalhar fora de casa, completamente focada nos meus filhos e nas necessidades deles e da casa e de toda a logística doméstica, e também vai ser bom estar uns dias mais disponível para o trabalho, sem as correrias da saída para os ir buscar à creche, e poder tratar de coisas que nunca tenho tempo. Racionalmente sei isso tudo. Mas irracionalmente liguei a televisão e carreguei automaticamente no 45, canal do Panda ou do Diney, e sei que quando acordar nesta casa vazia vou sentir a falta dos meus 3 amores. Mas os dias vão passar a correr e em pouco tempo já poderei abraçar os meus amores. E as saudades também fazem bem. Só quero que eles estejam bem e aproveitem as férias. Até amanhã. Tenho um livro novo à minha espera. Boa noite.

Coração de mãe muito apertadinho

O meu marido e os meus dois filhotes arrancaram agora de férias para o Algarve e o meu coração vai com eles. A minha mãe também vai para ajudar a tomar conta da criançada. Eu controlei as lágrimas, mas agora elas correm. Toda a gente me diz para aproveitar bem estes dias sem eles (eu vou no final da semana passar um fim de semana prolongado), mas a casa está vazia e custa-me imenso. Ainda agora foram e já me fazem toda a falta do mundo. Tenho caracóis e outros programas que adoro e que nem sempre faço por causa dos miúdos, mas neste momento em que os posso fazer parece que perderam toda a graça. Sou mais galinha do que imagino e estas horas em que eles vão de viagem vão ser de angústia. A minha vida vai naquele carro e o meu coração também.

18 de julho de 2014

Manos!!!

O mais velho nunca ligou a baloiços. O mais novo é doido por baloiços. O mais velho descobriu que adora andar de baloiço com o mano!

17 de julho de 2014

O melhor do meu dia

Ter conseguido ir buscar os miúdos cedo à escola. Agarrei neles e fomos andar de bicicleta para a Doca do Espanhol. Encontrei-me com uma amiga e os dois filhos rapazes (9 e 11 anos). Apareceu, por acaso, uma amiga dela com o filho e dois sobrinhos (todos entre os 8 e os 10 anos). Foi uma festa para a criançada. Eu fui a primeira a chegar e aluguei ao mais velho um mini kart. O pequenino também quis andar e andou, comigo a empurrar. Está mesmo crescido o sardanico!! Ainda ontem nasceu e agora já grita pelo seu lugar no kart e pelo compal de frutos vermelhos, que pedi para mim, mas foi disputado pelos manos. Quando chegaram os outros meninos mais crescidos foi vê- los a andar à solta por ali, com o meu mais velho radiante a acompanhá- los em grande velocidade. Andaram de bicicleta e de skate. Gastaram todas as energias e tiveram um fim de tarde feliz, ao sol, e em liberdade. Só o Afonso é que estava mais impaciente. Só queria o kart, mas eu só aluguei meia hora e ele só teve direito a uns minutos. E depois como ainda não anda, quer andar com ajuda. Começou a ficar cansado. Eu estava com vontade de estar um bocadinho na esplanada à conversa, mas ele não queria nem ver o carrinho dele. Mesmo assim, foi muito bom! 

16 de julho de 2014

Mais uma nova gracinha do Afonso

Ligar os interruptores é um dos grandes divertimentos do besnico lá de casa. Os interruptores são daqueles baixinhos, ao nível dele, e os que ele mais gosta são os que acendem uma luz laranja: o do aquecimento e o da ventoinha! Espectacular, portanto! E quando para lá vai, a gatinhar bem depressa, já vai a rir à gargalhada. Sabe que é asneira e isso ainda lhe dá mais gozo. E quando lhe digo que não ainda ri mais!

Um murro no estômago

Ontem continuei a ler, pelo segundo dia, o livro "A Culpa não é sempre da mãe" e a autora avisou, antes de entrar no capítulo, que o assunto que se seguia era sério e que íamos levar um murro no estômago. E levei. A história de uma mãe e da morte da sua Mónica a poucos dias da indução do parto às 38 semanas deixou-me a chorar. A descrição. As cenas a passarem-me pelos olhos, as palavras daquela mãe e o amor de mãe que sinto pelos meus dois filhos maravilhosos levaram-me aos soluços, um nó na garganta. Há pessoas que sofrem tanto. E chorei. E dei graças pelos meus filhos. Não avancei na leitura. Abracei o meu marido, que entretanto tinha semi-acordado e ao ver-me a chorar ficou preocupado, mas lá o tranquilizei, disse-lhe que tínhamos a sorte de ter dois filhos fantásticos e lindos e cheios de saúde e ele adormeceu. E eu também adormeci, que a leitura tinha-se prolongado bastante e já era muito tarde. Mas o relato daquela mãe foi muito intenso. As palavras usadas para descrever aquela dor eram demasiado reais. Acho que é um texto que nunca irei esquecer. Eu sei que a Sónia já tinha feito uma reportagem sobre o tema da perda gestacional, mas na altura penso que estava grávida e era a própria Sónia que desaconselhava a leitura a grávidas sensíveis. 

15 de julho de 2014

«Por um Portugal amigo das crianças, da família e da natalidade (2015-2035)»

Foi hoje apresentado o relatório  «Por um Portugal amigo das crianças, da família e da natalidade (2015-2035)» e, de facto, é importante que se criem medidas que ajudem os casais que querem ter filhos, ou mais filhos, a poderem fazê-lo com apoios e incentivos. E não falamos só de apoios financeiros, mas de medidas que facilitem o dia a dia dos pais, nomeadamente nas redes de creches, apoios em tempos de férias, redução de Imi's, aumento da licença de maternidade e incentivos para os pais e mães com filhos pequenos poderem ver os seus horários de trabalhos reduzidos, de modo a poderem estar mais disponíveis para os filhos e para as necessidades deles. Na minha opinião penso que o importante é que está lançado o debate e só espero que este relatório não acabe fechado numa gaveta. Que este tema seja levado a sério e que se criem políticas sólidas mais protectoras  da parentalidade. Mais informações aqui, aqui e aqui.

As sopas do Afonso

A fazer 15 meses o Afonso já come quase, quase tudo (sim, isto de segundo filho dá direito a que até batatas do Mac já tenha experimentado), mas ainda lhe dou uma boa sopa de carne ou de peixe para iniciar a refeição e só depois lhe dou um pouco da nossa comida, que ele adora! Dá gosto ver esta criança comer. O pediatra diz que ele comer bem também pode estar relacionado com o facto de ser segundo filho. Parece que os pais são mais relaxados, não pressionam tanto para comer e não criam tantas guerras à refeição. Se não querem comer, não comem, que não há tempo para estar com muitas coisas, que há outra criança em casa. Logo, as refeições são menos stressantes e as crianças lidam melhor com a comida. Não sei se é disto ou se é dele ser mesmo um comilão que dá gosto, mas a verdade é que tem comido e experimentado de tudo e só não pode comer "o que faz mal a toda a gente". Continuo a fazer sopas ricas e saborosas, que congelo e vou dando alternadas. Hoje encontrei este post da Joana Roque sobre sopas do seu bebé, que pode ser útil a outras mães, e vou experimentar os cogumelos, a beringela e os coentros na sopa do Afonso. Mas em breve passa a sopa só de legumes, que ele quer é paparoca da boa!

A nova gracinha do Afonso

Consegue abrir a máquina de lavar a roupa e atirar lá para dentro tudo o que recolhe pelo caminho, incluindo os muitos hímen do frigorífico. Há um novo cuidado a ter antes de iniciar a lavagem da roupa, mas quer-me parecer que muitos objectos não identificados como roupa vão rodar no tambor da máquina!

A mãe é minha # 2

aqui tinha escrito que o meu filho mais velho tem sintomas do complexo de Édipo mas, nas últimas semanas, a coisa tem-se agravado. O pediatra desvaloriza, diz que é normal, e que esta idade dos quatro anos e meio é muito engraçada. Fiquei ainda a saber que a chegada dos irmãos pode agravar esta situação. O Afonso já tem quase 15 meses, mas agora é que ele está a ficar mesmo engraçado, espertalhão e mais rapaz e menos bebé e, além disso, anda sempre pendurado em mim. Logo, o mais velho tem ainda mais necessidade de me querer só para ele. No outro dia, ao contar-lhe a história da noite, dei-lhe o beijinho de boas noites e ele diz: vai, vai lá ter com o teu marido. Já lhe expliquei que no meu coração cabe o pai, ele, o mano, os manos que possam vir, a avó, as tias, tios, primos, amigos e afins, mas ele tem uma necessidade de me agarrar, de me andar sempre a dar beijos (tenta beijar-me na boca e tudo) e de querer a minha atenção. Tudo normal e de acordo com o crescimento saudável de uma criança.