13 de janeiro de 2015

E depois há noites dificies


O maridão trocou-se todo com as horas e quando e eles acordaram à uma e meia da manhã o meu marido achou que eram 7 e meia. Levou-os para a nossa cama, fez o biberão do mais pequeno (disse que a mãe estava muito dorminhoca!!! – Se calhar porque estava a dormir há uma horinha…) e acendeu a televisão… Estava não sei em que canal, mas ele viu que era uma e meia da manhã. Ai!!! Afinal já não há bonecos, tudo a voltar para as respectivas camas… Não aconteceu. O mais velho decretou que não saía dali, o mais pequeno gritava e lá fui eu arrastar-me levar o besnico para a cama. Não queria dormir. Gritava. Deitei-me com ele na cama do mais velho e estive a noite toda a levar pontapés e a ser empurrada. Ia acordando com um pé na cara e com o braço dormente. Só queria que a manhã chegasse. Chegou. Fui acordar maridão e filho grande. Doía-me o corpo todo. Comentei a noite que tinha tido e ouço o mais velho: as mães servem para essas coisas!, enquanto me abraça.

1 comentário:

  1. Ah pois é, para essas coisas e muito mais do género. :)

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Gosto de saber o que as outras vidas têm a dizer sobre isto!