2 de março de 2015

O meu relógio biológico não se desliga!!!


O meu Afonsinho no primeiro dia de vida

No sábado à noite eu e o meu marido fomos jantar fora e na mesa atrás de nós havia um grupo a jantar. E no grupo havia alguns bebés, incluindo um recém-nascido. E toda eu me derretia... Eu brincava que tinha sido o destino a levar-nos a jantar a uma convenção de recém-nascidos, mas a verdade é que eu fiquei completamente vidrada naqueles seres pequeninos... Que saudades dos meus filhos daquele tamanhinho, que saudades daqueles momentos só nossos, das 24 horas por dia juntos, dos barulhinhos que só eles fazem, de dar de mamar... O meu marido assume que se encanta mais quando eles começam a crescer um pouco mais e a interagir, e eu até compreendo. Acho que quando eles são recém-nascidos a relação com a mãe é mais intensa, é mais carnal. O meu marido é um super paizão desde o dia 1, faz tudo aos miúdos, acorda de noite, dá banhos, muda fraldas, faz tudo, tudo, mas não dá de mamar, e esse momento é muito especial e muito físico e cria uma relação muito forte entre a mãe e os filhos...  Esta é a minha opinião pessoal. Falo por mim que adorei dar de mamar e que achava sempre um momento muito nosso, intenso e especial. E ver um recém-nascido faz aumentar a minha vontade de voltar a ser mãe. Quero muito ter um recém-nascido nos braços, quero muito ter mas um filho, dar mais um irmãos aos meus dois filhotes e aumentar a nossa família!

2 comentários:

  1. E eu gostava de ler aqui a notícia que estás grávida! ;)

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    1. Obrigada!! Vamos ver se tudo se conjuga nesse sentido! Um beijinho e parabéns pelos dois anos da tua faladora!

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Gosto de saber o que as outras vidas têm a dizer sobre isto!