6 de março de 2015

Co-sleeping



Há textos a favor do co-slepping, há outros contra,. Há estudos  sobre o assunto, e diferentes perspectivas. Eu própria já escrevi aqui sobre este assunto e sou a favor de cada um dormir na sua cama. Claro que numa noite em que há um pesadelo, numa noite especial em que é preciso um mimo extra, numa noite em que o sono teima em não chegar a cama dos pais está ali, como um ninho, para os receber. Mas depois há o filho de 5 anos que me diz: oh, mãe, mas é muito melhor dormir na tua cama abraçado a ti! É que é mesmo melhor! E eu lá explico que de manhã, antes de serem horas de acordar, e ao fim de semana, podemos todos ficar na ronha na cama dos pais, mas que de noite, eu preciso que ele fique na cama dele para dormirmos todos melhor. É que quando ele dorme lá eu acabo por dormir mal e toda torta. Ele diz que não se mexe e abraça-me... Oh, mãe, é que eu gosto mais de dormir na vossa cama. É a melhor cama de todas.  

Mas eu lá o convenço que a cama dele também é muito boa e que ele tem de ficar no quarto dele e do mano. E ele aceita. Hoje, a meio da noite, lá apareceu a avisar que ia fazer xixi. Depois queria enroscar-se na minha cama, mas eu disse que não. Ele pediu para eu o levar até à cama e dar uns miminhos. E eu fui. E ele adormeceu tranquilamente. Confesso que às vezes eleacaba por lá ficar porque eu estou demasiado ensonada para sair da cama e o levar de volta para o quarto dele. Mas é importante dar-lhe essa autonomia.

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