20 de novembro de 2015

Petição pela Equidade no Acesso ao Rastreio, Diagnóstico e Tratamento das mulheres com Cancro da Mama

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breast cancer awarenessO cancro é a segunda causa de morte em Portugal e tem impacto na vida de quase todas as famílias portuguesas. 

As doenças oncológicas terão um aumento de incidência – segundo as previsões da OMS - e poderão atingir um em cada quatro europeus durante a sua vida. 

Hoje em dia conhecem-se cada vez melhor os mecanismos do cancro, algumas formas de o prevenir e existem tratamentos cada vez mais eficazes e com menos efeitos secundários. 

Perante o impacto psicológico, social e epidemiológico desta doença, pede-se que exista: 

1. O acesso equitativo ao programa de rastreio de base populacional do cancro da mama em todo país. A Liga Portuguesa Contra o Cancro foi pioneira no rastreio do cancro da mama e como parte da sua missão acredita que este deve ser alargado a todo o país, nomeadamente ao Distrito de Lisboa e de Setúbal. Acima de tudo é uma questão de equidade e justiça para com todas as mulheres que devem ter direito a usufruir do Programa Nacional de Rastreio do Cancro da Mama, independentemente do local onde vivem. 

2. A garantia de que, em casos de suspeita clinicamente demonstrada, exista acesso em tempo útil a um serviço hospitalar com capacidade de diagnosticar e tratar todos os doentes; 

3. A garantia de acesso aos melhores tratamentos disponíveis, nomeadamente os mais inovadores e eficazes, nas mesmas condições que nos outros países da União Europeia e sem discriminação geográfica nacional. Isto inclui acesso a cirurgias, radioterapia e medicamentos de comprovada eficácia, conforme recomendações internacionais, dentro dos tempos clinicamente estabelecidos. 

4. Garantia de que os doentes tenham acesso a toda a informação existente sobre o cancro, nomeadamente: hospitais, serviços, especialistas, medicamentos, meios complementares de diagnóstico, investigação científica, apoios sociais e toda aquela que julguem relevante ou importante para o seu caso particular. 

5. Os cidadãos, doentes ou familiares possam ter voz activa nas decisões públicas sobre o cancro. 

Perante o exposto e agora pedido, vimos instar: 

- Os deputados eleitos à Assembleia da República para que discutam o tema do Cancro da Mama e criem um grupo de reflexão sobre o cancro em sede de Comissão Parlamentar de Saúde; 
- Os deputados eleitos à AR para que encontrem um consenso parlamentar produzindo uma recomendação ao Governo que coloque a luta contra o cancro como uma prioridade nacional;

Assinem, aqui.



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