14 de outubro de 2015

Como fazer disparar um coração de mãe!

Recebi um sms de uma auxiliar da escola dos meus filhos, que em tempos já me ficou a tomar conta deles em casa, a dizer que tinha sabido o que tinha acontecido com o meu filho e que esperava que não fosse nada de grave. O meu coração disparou! Não sabia de nada, não me tinham ligado. A tremer e a sentir o coração saltar-me do peito liguei-lhe a saber o que se passava. Do outro lado, uma alma aflita... pensava que me tinham ligado, mas era porque o meu filho devia estar melhor. Eu queria saber o que se tinha passado! Ia ligar para a escola. Ela, aflita, a pedir para não o fazer que a ia colocar em xeque... Ela tinha ouvido comentarem no almoço. Ele tinha sentido uma forte dor de cabeça, tinha ficado tonto, mas não tinha chegado a desmaiar... Eu a hiperventilar deste lado. Precisava de saber o que se passava! Queria falar com a educadora do meu filho, mas também não queria colocar a senhora numa situação complicada. Desliguei com a garantia de que a auxiliar ia descobrir o que se tinha passado. O pânico. 30 segundos depois novo telefonema. Entrou para a escola este ano um menino com o nome igual ao do meu filho, não era ele que tinha passado mal. O meu estava bem. E de facto, tinham ligado à mãe do menino em causa. Mas não era eu. O alívio. A aflição do outro lado, pedindo desculpas pela situação. Não faz mal, está tudo bem e é o que importa. O meu mundo a voltar a girar como deve ser... Espero que o outro menino esteja bem. Já uma vez me tinham ligado a dizer que o meu filho estava com febre. Não era o meu. Era este menino. É que até este ano, ou seja, até há dois meses atrás, não havia mais nenhuma criança com o nome dele... e sempre que falam no nome dele, associam ao meu. E foi isto. Um susto, mas nada mais que um susto. Ter filhos é mesmo viver com o coração fora do peito... Ainda estou a recuperar. (mãe do J. que vens aqui ao blog, não comentes nada na escola, please. Depois falamos. Bjs. e parabéns ao teu filho pelo dia de hoje.)

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