1 de dezembro de 2014

18 meses e uns dias de amor!

Pois é, é um cliché este post sobre as conquistas os filhos  e esta coisa louca do amor dos pais, mas é a maior das verdades! Isso e que eles crescem muito depressa!

Nasceu calminho, comilão e dorminhoco. Nem dávamos por ele. Acordava para mamar e adormecia logo, consolado. Nunca (ou uma vez ou outra muito pontual, que nem conta) teve cólicas. O irmão apaixonou-se por ele assim que o viu. E ele apaixonou-se pelo irmão assim que começou a abrir os olhos e a perceber que a vida não era só mamar e dormir. Super cabeludo e com o cabelo em pé, todo numa crista. Toda a gente dizia que ia cair, mas não caiu. E ainda hoje tem uma farta cabeleira preta. Nasceu parecido com o mano e transformou-se na minha fotocópia.

Aos 18 meses, continua um doce, mas já mais espevitado, como é óbvio. O meu marido diz que esta fase é que é maravilhosa, mas eu com o Afonso apaixonei-me por um recém-nascido. (O meu filho mais velho chorou 4 meses e foi muito duro). Já começa a dizer mais coisas, apesar de ainda não falar muito, mas diz não com grande convicção. Já sabe o que quer e adora tomar as decisões dele. Já não adora sopa, mas  voltou a comer fruta, pão, leite e carne. Teve aí uma crise de apetite, mas já voltou a comer melhor. Mas já não é a boca santa que era. Adora o irmão e anda a ver se parte a cabeça: a brincadeira preferida é saltarem em cima da cama ou no sofá. E claro que um dia destes, vai-se magoar. Adora lavar os dentes e esconder coisas. Delira quando vê um cão e uma mota na rua. Adora fazer recados (Vai arrumar os sapatos, vai buscar a fralda, etc) e escondeu - ou deitou para o lixo- um dos comandos da Playstation. Não gosta de se vestir nem despir e refila para vestir o casaco e o bibe. É louco por mim. Adora correr e está sempre a esconder-se. Quando o pai não está em casa, está sempre a perguntar: e o pai? (eu respondo) e ele volta a perguntar: o pai? (eu respondo) e ele volta a perguntar: e o pai? (eu respondo)... Já interage muito com o irmão, mas também já se batem. E às vezes é o pequeno que provoca. Tem imensos ciúmes do irmão mais velho e ele percebe isso e ri. É um filho muito querido, que está a deixar de ser bebé para se transformar um rapazinho, que já escolhe os sapatos que quer calçar!

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