17 de janeiro de 2014

Cada miúdo tem o seu ritmo

E li agora este post sobre a temática das chuchas, que veio confirmar a opinião do pediatra dos meus filhos. Não podia deixar de não comentar no blog Pais de Quatro e partilho convosco o que penso sobre este assunto, que muita discussão tem dado entre a família e amigos. Se o meu filho mais velho começou a andar cedo, fala desde muito pequeno com uma desenvoltura e vocabulário incríveis, usa o garfo e a faca como gente grande e nunca quis que lhe chamassem bebé, por outro lado, não consegue largar a chucha. Já tentou duas vezes, sempre por sua iniciativa e algum incentivo nosso, como aqui partilhei com quem me lê, da última vez durante duas semanas, a verdade é que recaiu e nós cedemos, porque ele estava mesmo em sofrimento, ao início sem perceber, mas não adormecia e, a meio da noite, quando despertava, tinha dificuldade em conciliar o sono. Claro que queremos que ele deixe a chucha e há-de deixar, mas, para já ele precisa da chucha para acalmar e para entrar no sono. O pediatra deles diz que é natural e que é uma idade em que eles precisam do conforto da chucha, mas que a sociedade entendeu que os 2 anos são a idade certa e ai do menino que continue de chucha. Uma prima minha afirma, orgulhosa, que no dia em que os filhos fazem dois anos lhes tira as chuchas e que nos primeiros dias até roem os lençóis, mas que depois passa... Cá em casa não quero filhos a roer lençóis. Quero esperar pelo ritmo dele, que chegará a qualquer momento. Claro que se chegar a uma altura e o pediatra, dentista ou outro profissional de saúde digam que temos de acabar com chuchas, assim o faremos. Até lá, vamos tentando incentivar o adeus à chucha.

2 comentários:

  1. Eu deixei com 4-5anos! Só usava para dormir, mas usava... :)

    ResponderEliminar
  2. O meu mais velho só deixou a chucha aos 4 anos. E deixou quando estava realmente preparado. É algo com o qual eu nem stresso. O do meio tem 28 meses e é ainda agarrado à chucha. O mais pequeno com 6 meses, não gosta nem usa! Cada um, é como cada qual.

    ResponderEliminar

Gosto de saber o que as outras vidas têm a dizer sobre isto!