14 de maio de 2016

Dia de exclusividade dos filhos!

Ainda sobre o tema deste post aqui falei com a educadora do Afonso que disse que ele ficou mais carente desde que ficou em casa doente e percebeu que eu fico em casa com a Francisca enquanto ele e o irmão vão para a escola.  E reforçou a ideia que todos nós já sabemos da importância dos momentos de filho único. Por isso, nem de propósito hoje a avó combinou levar o mais velho a almoçar fora, eu fiquei com a sardanica pequena e o pai levou o Afonso a almoçar. Só os dois. Sem manos, sem mãe. Estou curiosa para saber onde foram e como correu. Amanhã sou eu que vou de manhã ao teatro sozinha com ele. Depois ainda vamos organizar um cinema nós os 4, sem a bebé., com tempo exclusivo para os rapazes cá de casa! Não é fácil gerir tantas emoções, mas eu e o meu marido acreditamos que basta aqui uma atençãozinha extra, um empurrãozinho para o Afonso se voltar a sentir especial e para encontrar o lugar dele nesta nova família que se formou quando a Francisca nasceu. Houve uma altura em que o mais velho também esteve desorientado, mas rapidamente e com atenções de filho único encontrou o seu espaço. Com o Afonso está mais complicado, ele é mais pequeno, mais dependente de mim, mais carente, mas acreditamos que com amor, cuidado e atenção tudo se vai resolver. E temos a sorte dele ter uma educadora (e auxiliares) extraordinárias que o mimam, apoiam e ajudam nesta fase. 

2 comentários:

  1. Aqui não fazemos o dia do filho único. Acredito que seja simpático para eles mas para nós é complicado, não dá. Desde a gravidez do Manuel que fazemos o dia do pai e da mãe, só nós sozinhos. Vamos lanchar, almoçar ou dar uma volta mas sempre num dia de trabalho durante semana porque ao fim de semana e á noite não as posso deixar. Agora temos levado o Manuel e tem nos feito muito bem. Com 3 filhos não é fácil mas temos que reservar tempo só para nós. Elas são duas e não se lembram de ser sozinhas, estão sempre juntas e quando alguma tem uma festa a outra fica completamente á deriva. Não estão acostumadas a estar separadas. Beijinho

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  2. Eu tenho de admitir que ando cheia de medo da reacção da mais velha à chegada da mana... Queria que fosse tudo fluido e natural mas sei que nem sempre é assim! Espero que consigas orientar o teu pequeno Afonso para ele redescobrir o seu lugar!

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Gosto de saber o que as outras vidas têm a dizer sobre isto!