13 de junho de 2016

Um filme que me soube pela vida!

Ontem à noite depois de deitar os miúdos sentia-me exausta. Eram 21h30, estavam os três a dormir, mas eu estava desconsolada. Tinha sido um dia muito cansativo, quase sempre em casa, com os mais velhos a provocarem-se constantemente e a baterem-se. Eu sentia-me angustiada e questionava todas as minhas capacidades para educar estas três crianças. Se eles se adoram por que se batem? Por que se provocam? Se me estão sempre a pedir irmãos é para se baterem? Eu estava mesmo desesperada com os rapazes. Pu-los de castigo, zanguei-me... Foi mesmo terrível. A única coisa que eu queria era deitá-los porque eles estavam mesmo disparatados. O erro foi meu que só não os levei à rua, fomos só tomar café e comprar pão, e não os levámos a gastar as energias, mas eles também quiseram ficar por casa e entre muitas brincadeiras e jogos foi um dia longo e cansativo. Eu só queria dormir depois de os deitar, mas o meu marido preparou um jantar bom e um filme para depois vermos. E fez milagre. O marido, o jantar e o filme. 

E quando me fui deitar, já perto das 2 da manhã, e depois de tapar e beijocar as crias estava leve, cheia de paciência, optimista e a sentir-me menos falhada... Isto de ser mãe é mesmo o maior desafio da minha vida e há dias em que sinto um enorme peso, uma enorme responsabilidade e um medo enorme de falhar... Há que respirar fundo, colocar em perspectiva e acreditar que com muito amor, bons valores, paciência e uma família unida vamos conseguir formar três bons seres humanos.

1 comentário:

  1. Não é fácil ser mae/pai...
    Esse filme é mesmo muito giro!

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Gosto de saber o que as outras vidas têm a dizer sobre isto!