19 de junho de 2019

Mais uma vez... O investigador Carlos Neto fala como deve ser...

O meu filho mais velho, que entra de férias na sexta, queixa-se que nós temos poucas férias de verão com eles. E é verdade. Temos duas semanas em Agosto, na praia, que lhes sabem a pouco. Depois vão com a minha cunhada uma semana para o Alentejo, com liberdade total no meio do campo, sem televisão, onde a criatividade é palavra de ordem. Até lá, os dias serão passados no Caf da escola, com idas à praia e outros passeios, e duas semanas de um campo de férias com a junta de freguesia. Ainda terão uns dias por casa, comigo, umas combinações com os amigos, fins de semana fora em família, muito parque e campo de futebol à porta de casa, porque temos a sorte de morar num bairro incrível, cheio de crianças, e que é quase uma aldeia, no meio de Lisboa, onde as crianças ainda brincam muito ma rua... Nas férias tentamos dar-lhes o melhor que conseguimos... E não é fácil gerir... o tempo, o orçamento... é uma ginástica que fazemos para que eles tenham  boas férias, boas experiências, para que se divirtam, saiam da rotina...  Cliquem no título do artigo, está muito interessante: Carlos Neto. "Não se pode aprisionar as crianças em férias. É preciso libertá-las para que possam viver tudo" 







1 comentário:

  1. Eu liberto as minhas crianças mas para isso é preciso disponibilidade física e financeira e parece-me que isso falta em muitas famílias, Em muitos casos mais férias significam mais crianças sozinhas dias inteiros em casa, que os pais precisam de ir trabalhar. Triste.

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Gosto de saber o que as outras vidas têm a dizer sobre isto!