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Mensagens

Este livro é o máximo!!!!!!

A minha filha gostou tanto deste livro duplo... lê-se de um lado e depois do outro, que quando eu terminei ela bateu as palmas! É mesmo giro e mostra bem aquela máxima dos irmãos... sempre a baterem-se e a discutirem, mas não passam uns sem os outros. Vale mesmo a pena e comprei-o com um preço ótimo na Fnac. Um rapazinho faz uma lista das coisas de que gosta e não gosta na sua irmã... Mas vira o livro ao contrário e descobre o que pensa dele a irmã! Um fantástico livro-duplo para ler e reler, com as fantásticas ilustrações de Rocio Bonilla.

Uma sugestão de leitura para os mais novos!

Não foi um sucesso imediato cá em casa e até achava que eles não tinham gostado do livro porque estavam sempre a refilar com a "parvoíce" do Óscar, mas quando o escolheram para leitura da noite no dia seguinte percebi que estava enganada. Eu adoro os livros do Oliver Jeffers. Tudo começou quando o papagaio do Óscar ficou preso numa árvore. Mas o verdadeiro problema surgiu quando ele atirou um sapato para soltar o papagaio e este também ficou preso na árvore. Seguiram-se uma escada, um balde de tinta, um orangotango e uma baleia, que se encontrava no sítio errado à hora errada. E isto foi apenas o início de tudo. Uma história cheia de peripécias, contada com o humor inconfundível de Oliver Jeffers.

Dia Internacional da Família

Hoje é o Dia Internacional da Família! Proclamado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 1993. As famílias são todas tão diferentes, a minha (pequena, à moda antiga, tudo muito autoritário e algo distante) é o oposto da do meu marido (super numerosa, espanhóis, barulhentos, informais), e juntos, criámos a nossa, que queremos que seja a melhor, longe de ser perfeita, é a que construímos todos os dias, tentando dar o melhor de nós, sabendo que tantas vezes falhamos, mas desejando estar no futuro dos nossos filhos, sermos um porto seguro para eles, a casa onde querem sempre regressar. Grávida do meu primeiro filho, a começar a família com o amor da minha vida, sem ainda ter noção do que era ser mãe, ter filhos, do que os filhos iam mudar na família que já tínhamos começado juntos...

Fomos ao cinema num date!

 Ontem a super madrinha da nossa filha ficou cá ao fim da tarde com a criançada para nós irmos petiscar e ao cinema. E tão bom que foi. Não só um cheirinho a normalidade, apesar das restrições e das horas, mas um cheirinho a liberdade a dois. Temos falta de momentos só nossos e de estarmos só os dois - e não é em casa, em teletrabalho e com as tarefas e cenas do dia a dia, é os dois, a desfrutar da companhia um do outro, a fazermos coisas que nos dão prazer. E petiscar, beber um bom vinho ou umas cervejas bem geladas, e ir ao cinema são programas que nos trazem leveza, que nos ligam e que nos aconchegam. 

Quando me ligaram para levar a vacina contra a Covid 19, pensei que era gozar

Estava a arrumar a cozinha depois de ter deitado os miúdos quando me ligam a dizer que havia umas sobras de vacinas e que eu estava na lista entregue pelo centro de saúde. Agendaram vacinação para hoje. Dormi mal a achar que era mentira, uma aldrabice qualquer, e de manhã, logo às 8h liguei para o centro de saúde, que me confirmou que sim, que estava na lista porque há sempre uma lista com pessoas para as sobras e já estão a vacinar pessoas com 42 anos. Tem a ver com as marcas e as vacinas que sobram e que têm que ser administradas nas horas seguintes. Lá fui. Em menos de 5 minutos estava vacinada - pela enfermeira que geralmente vacina os meus filhos no nosso centro de saúde, esperei 30 minutos no recobro e já está. Daqui a 28 dias levo a 2ª dose e fico com a imunização completa. Levei a vacina da Pfizer. E por esta é que não estava nada à espera...

Anos depois, voltou a ter uma crise de asma!

O meu segundo filho nasceu com problemas respiratórios e no primeiro ano foi uma sucessão de b ronquiolites, faltas de ar, muita tosse e infeções respiratórias que nos fizeram andar sempre a correr para o hospital e que o obrigaram a sair da creche, por indicação médica, uns meses, para se proteger. Um imunoalergologista para o qual fomos reencaminhado depois de tantas idas à urgência, na altura na Estefânia, salvou-o, como eu digo meio a brincar. Diagnosticou-o muito bem, encontrou a medicação que o ajudava e uns tempos depois deixou de ter problemas, os eczemas desapareceram e esteve controlado muitos anos, apesar de continuar a ser observado. Nunca mais teve nenhuma crise de asma até esta semana. Voltámos ao médico de sempre, que nos acompanha a todos entre a asma do meu marido, as minhas renites e alergias e do meu filho mais velho, e voltámos à bomba de ventilam e à cortisona. Estas doenças respiratórias são mesmo assim e a asma pode estar anos sem se manifestar, voltar a...

O meu avô era um grande sportinguista...

... E a minha avó, com os seus 98 anos, ainda o é e ainda conta como o meu avô não deixava que ela saísse de perto dele quando mais velhote, já não "tinha coração para ir ao estádio" e via em casa. Como o meu pai nunca ligou a futebol, nem clube tinha, e como eu adorava o meu avô foi inevitável ficar a gostar do Sporting, mas cotinuo a não ligar muito a futebol, casei com um benfiquista, moro perto do estádio e tenho 3 filhos benfiquistas e por isso, chego a dizer que fico feliz quando o Sporting ganha e fico contente quando o Benfica ganha e alegra a minha família!  E futebol devia ser mesmo isso, alegria, e não os confrontos e absurdos que se viram ontem nas comemorações da festa do título.

The Serpent, na Netflix

Estou doida com esta série. Ontem vimos dois episódios seguidos sem pestanejar e só não vimos mais porque era meia noite e meia e o despertador toca às 6h30, mas estava com uma adrenalina e uma cama de nervos... Incrível. Super bem feita, cenários realistas e baseada em factos verídicos chocantes - é incrível como a realidade supera sempre a fição, como nos ensinam quando estudamos guião. Além disso, é uma minisérie, que é um formato que eu gosto. Mesmo imperdível. Foi uma sugestão que li e ainda bem que fui espreitar!