De manhã, quando íamos para o carro estava o funcionário da Emel a recolher as moedas da máquina. O meu filho, que olhou para aquilo como um mealheiro gigante, disse: mãe, afinal quando for grande vou trabalhar na Emel, mas não te cobro a ti, nem ao pai nem à avó! Eu expliquei que aquelas moedas não eram para o senhor, ele apenas as recolhe e entrega na empresa... Ele fez um ar profundamente desanimado e disse: assim não tem graça, já não vou trabalhar para a Emel.
Que fofo! :)
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