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Óó na avó não!

Nos primeiros dias da semana resolvi ir para casa da minha mãe. Estava doente e sozinha com o meu filho e fazia todo o sentido estar no miminho da minha mãe, que ainda por cima vive ao lado da creche do meu filho. Não tinha de fazer jantar, não tinha de arrumar a casa, não tinha de conduzir de manhã nem à tarde e podíamos os dois dormir até mais tarde. Tudo muito bem não fosse o meu filho implorar para voltarmos para casa. Ele adora a avó, está habituado a de vez em quando lá dormir, mas ele queria ir para casa. Na hora de ir para a cama, hora tranquila e sem cenas em casa, era o drama, chorava, chamava pelos brinquedos, pedia para ir para casa mãe, pai e A. Cedi aos pedidos do meu filho, também eu já tinha saudades da minha casa, e lá fomos ontem ao fim do dia. Tivemos lugar à porta (uma benção rara) e depois de estacionarmos perguntei se ele estava contente por irmos para casa e ele sorriu com toda a cara e disse: feliz, mãe, feliz! E eu fiquei feliz.

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