Hoje o meu meu doce e bom avô Zé faria anos. É o segundo aniversário que não o tenho comigo para o abraçar. Foi o melhor avô do mundo, o melhor dos melhores e terei sempre o maior carinho e amor do mundo por este meu avô. Custou muito vê-lo partir, mas custaria ainda mais vê-lo a sofrer. Esteve muito bem até aos últimos 3/ 4 meses de vida e partiu em paz, em casa, ao lado da mulher de toda a vida, a minha querida avó, que nos seus 90 anos cuidou dele e amou-o até ao último suspiro. Foi a história de amor mais linda que conheci, mais de 60 anos de casados e o amor da minha avó não esmureceu até ao final. Hoje no quarto onde agora dorme sozinha tem sempre uma flor fresca junto a uma fotografia do meu avô... Que benção de amor.
Nasceu ontem, como previsto, de cesariana e já está connosco. É linda e é a nossa princesa. Estamos as duas bem e eu passei a noite, ensonada e estremunhada, a chamar-lhe Afonso... E estava toda vestida de cor de rosa... Bem-vinda, filhota!
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