A minha mãe já consegue ficar com os meus 3 filhos e isso tem tido um impacto maravilhoso na nossa vida! A semana passada ficou com eles para irmos ao cinema e quando chegámos só elogiava o comportamento deles... Que com ela não fazem birras, que são uns santos, que às 21h já dormiam... Tanto os elogiou (não sei se nos elogiando a nós ou a ela... mas gostei do artigo na mesma) que esta semana a cravei outra vez: ficas com eles para irmos ao cinema?? E ela disse que sim!! E fomos. E gostei bastante, apesar de ainda ter dormitado... É impressionante, que não consigo ver um filme sem adormecer... Mentira. Não dormi nem pestanejei no Lion... Mas nesse mal respirava, tal era a emoção!
12 de março de 2017
Antecipando o dia do Pai ❤️
Recebemos um mimo especial da Dodot, pensando no Pai cá de casa e em grande parte dos pais de hoje em dia que mudam fraldas e fazem tudo, ou quase tudo, o que as mães fazem! Dos três, a Francisca é a que mais refila na hora de mudar a fralda, seja com a mãe ou com o Pai! E apesar de ser a terceira continuamos a comprar fraldas Dodot, que são as que gosto mais.
Compro sempre em promoção, ficando ao preço das marcas brancas. E, para mim, a qualidade é muito superior porque não empapam! E parece que há um motivo para isso...
A Dodot realizou o “Estudo sobre a paternidade” para descobrir quais são os hábitos dos pais portugueses no cuidado dos filhos. Segundo os resultados do inquérito, 81% dos papás portugueses mudam regularmente a fralda aos seus bebés, sendo que 49% o fazem diariamente. Estes novos #PapásDodot envolvem-se ao máximo no cuidado diário dos seus filhos: 87% costumam brincar com eles, 49% mudam as fraldas, 55% dão as refeições e 51% vão deitá-los ou adormecê-los. Sim, é mesmo verdade, os padrões mudaram e, hoje em dia, 1 em cada 2 papás assume tarefas do cuidado diário dos seus filhos. E a pensar nos pais, um vídeo dirigido a eles...
Felizmente os meus filhos têm o melhor pai do mundo, não só porque muda fraldas, mas porque brinca, cuida, veste, educa, orienta, ensina e está super envolvido no dia a dia dos miúdos... Um super Pai muito presente e que adora brincar! Cá em casa, o pai é muito mais divertido que a mãe, mas felizmente também sabe mudar fraldas!
10 de março de 2017
O que eu odeio motas!!
Lembram-se do post em que vos contei do acidente do meu marido? Pois bem, já passou mais de um mês e ainda está muito longe de estar bem! Já retirou gesso e agora vai começar a fisioterapia... mas o fisiatra não foi nada animador. Além de 4 ou 5 meses de fisioterapia, inicialmente diária, há a possibilidade de nunca recuperar totalmente a extensão do braço e o movimento do cotovelo, que saiu do sítio com o acidente e que provocou a lesão e rompimento de todos os tendões e afins... Uma merda! E eu nem sou de dizer palavrões! Acredito que com muito suor e lágrimas o meu amor vai recuperar, mas vão ser meses de grande trabalho para conseguir recuperar ao máximo e ir ganhando alguma autonomia, porque é muito chato estar dependente... Ontem, ele dizia ao médico, que era chato estar assim, com três filhos pequenos em casa, sem poder mexer o braço, sem poder ajudar a mulher, sem conseguir ser autónomo e a precisar de ajuda para tudo. E o médico riu-se e disse: pior era se fosse solteiro e vivesse sozinho! Quem (eu) toma conta de 3 toma de 4!!! A mota, essa, vai directa para o OLX... Odeio motas, sempre odiei, foi uma guerra minha durante anos até que aceitei os argumentos da poupança de tempo, que tanta falta nos faz... E os meus filhos que nunca me peçam motas!!! Porque ou estou senil ou nunca darei um cêntimo para comprarem uma!! Claro que foi um acidente, que os acidentes acontecem, que ele nem teve culpa... Mas não quero saber. No meu marido não mando e houve uma altura em que ele comprou a mota, mas com os filhos a conversa é outra. E quem manda sou eu!
9 de março de 2017
Longe vão os tempos do Bairro Alto e do Lux!
Eu e uma amiga agarrámos nos respectivos filhos e, depois de os recolhermos nas respectivas escolas, fomos a um parque muito fixe, que tem uma esplanada/bar fixe com bebidas, sumos e tostas! A ideia era eles brincarem no jardim e no parque enquanto nós deitávamos conversa fora e bebíamos uma Caipirinha. Quando a minha amiga pede as Caipirinhas, diz o empregado, depois de nos ver com tantas crianças: as nossas Caipirinhas são fortes... Se calhar faço mais fracas do que é costume... E pronto! Fomos logo arrumadas!! Por termos tantas crianças a cargo é que precisávamos de dose extra, mas enfim... ele não deve ser pai... não deve perceber estas coisas...
8 de março de 2017
Feliz Dia Internacional da Mulher
Bom dia a todas as mulheres que por aqui passam. Comecei o dia bem cedo como mulher e mãe e recebi uma flor à porta do meu filho mais velho. Que a cada Dia Internacional da Mulher que se comemora estejamos mais perto de garantir que todas as Mulheres têm liberdade de escolher o que as faz mais felizes, num mundo onde ainda há tanta desigualdade entre oportunidades para homens e mulheres! Eu não quero ser igual aos homens, até porque como mulher tenho privilégios únicos, como o da maternidade, mas não quero ser descriminada por ser mulher, por ter optado ser mãe e não quero que me dificultem a vida porque tento conciliar a vida familiar e profissional! Adoro ser mulher apesar da trabalheira que dá. Somos únicas, temos capacidades incríveis a roçar os super poderes e hoje é o nosso dia!
7 de março de 2017
"Já vou!"
Hoje fiquei com um aperto e um nó na garganta! Estava a contar a história da noite aos meus filhos sobre o hamster Bolt (que o meu filho pediu ao pai para o 8º aniversário) que se tinha perdido, no meio dos embrulhos de Natal. Quando o dono do hamster deu pela falta do bicho foi ter com a mãe e pediu ajuda. A mãe disse logo: vamos procurar o hamster. E o meu filho interrompe e diz: se fosse na vida real tinhas-me dito que já ias porque tens sempre muitas coisas para fazer e dizes quase sempre já vou... Aqui senti um aperto! É isto que ele sente?! É verdade que digo muitas vezes que já vou, mas não é porque não quero ir, mas porque estou a dar banhos, mudar a fralda, a preparar mochilas, a arrumar compras de supermercado, a decidir refeições, a limpar o chão, a adormecer a Francisca, a ajudar com TPC's... Expliquei isto ao meu filho, dizendo que lamentava profundamente que ele achasse que eu não tinha tempo ou que as coisas dele não eram importantes... Porque são. Ainda hoje fui numa corrida ao Colombo para tentar mandar vir umas chuteiras da Sportzone que não existem em Lisboa, mas que existem em Viseu e em Torres Vedras. Eu bem tento ser um polvo e conseguir fazer tudo, mas a verdade é que digo muitas vezes: já vou... quando estou a meio de outras coisas... Vou ter mais atenção, tentar alterar a frase, porque não é mesmo má vontade ou falta de interesse, não é por estar repimpada no sofá a ler ou a pintar as unhas, é mesmo porque estou a tentar fazer tudo... Mas foi bom ele ter dito o que sentia para eu lhe explicar que ele é importante, que o ouço e estou atenta, e também para tentar sempre que possível agira na hora, porque lá está, como ele é o mais velho e o mais autónomo é possível que às vezes exija mais dele do que dos irmãos... e ele ressente-se disso. Por isso é que o momento de deitar é tão importante, é tempo de reflexão, de desabafo, o mais velho usa as histórias da noite para questões do dia a dia, para fazer perguntas, reclamações... São momentos muito importantes.
Está tão despachada!
E faz a vida dela, e já brinca imenso, e sobe, senta, trepa... É mesmo uma miúda querida e super despachada.
Mas quando não está a brincar na vida dela quer é colo e colo e mais colo da mãe! Já tenho dores no braço e nas costas! E ai de mim que me afaste da zona de radar dela! Grita!
Dois livros para a minha biblioteca!
Ontem cheguei a casa e tinha dois presentes da Editora Leya à minha espera! Dois livros sobre dois assuntos completamente distintos, mas que me são muito próximos e que me interessam bastante! Vou lê-los com a atenção que merecem e depois conto tudo! Obrigada, Leya!
Em Corra pela sua Felicidade, Pullen demonstra que necessitamos de uma abordagem nova e radical ao mindfulness, que tenha origem no nosso próprio corpo e no seu movimento. O programa de Terapia de Corrida Dinâmica, desenvolvido por William Pullen, proporciona precisamente isso. Quer estejamos à procura de formas para lidar com a ansiedade, a raiva, a mudança ou a tomada de uma decisão, Corra pela sua Felicidade apresenta planos de exercícios mentais apropriados a cada uma das necessidades (tanto para prática individual, em par ou grupo) inspirados no mindfulness e na Terapia Cognitiva de Comportamento, criados especificamente para serem praticados enquanto corremos ou fazemos caminhadas. O livro foi concebido para poder refletir, faseadamente e a cada passo, sobre a mudança da sua atitude e analisar o seu progresso enquanto corre pelos altos e baixos da vida.
Ao proporcionar planos de exercícios mentais práticos com o objetivo de combinar o seu bem-estar físico com o mental, Corra pela sua Felicidade dá a conhecer a Terapia de Corrida Dinâmica como uma abordagem holística para a sua vida, reunindo, em perfeita harmonia, a mente e o corpo, e combinando o poder de ambos para mostrar como podemos atingir o nosso potencial máximo.
Ainda não tive tempo para ler o livro, mas já o folheei e fiquei bem entusiasmada! E é mesmo giro que um livro sobre a corrida e a felicidade chegue um dia depois de eu ter feito a minha primeira corrida a sério, digamos assim.
O segundo livro, Ouvir o Que a Criança Não Diz, vai ser uma ferramenta muito útil para trabalhar com o meu filho mais velho, e depois com os manos... Porque de facto, às vezes eles não conseguem exprimir o que sentem.
"Alguma vez ‘engarrafaste’ os teus sentimentos? Se sim, descreve o que aconteceu.” Os exercícios deste guia convidam a criança a escrever, a desenhar, a fazer listas – e dessa forma apelativa e surpreendente ajudam-na a expressar emoções, a resolver problemas, a aprender a controlar a raiva, a melhorar a sua capacidade de comunicar. Fazem luz sobre alguns dos seus medos, sonhos, mágoas, esperanças, dificuldades e desejos. E ajudam os adultos a compreender o que se passa no mundo interno da criança.
6 de março de 2017
Plano de Emagrecimento #Semana 7
Estou a partilhar convoco a minha consulta da semana passada com uns dias de atraso, mas entre o trabalho dentro e fora de casa, pouco tempo tive para vir aqui falar. Como já referi não estou apenas em dieta, mas sim num processo de mudanças alimentares, onde também incluo a minha família para fazermos todos opções mais saudáveis. Há uns tempos fiz um post sobre as mudanças mais importantes a nível alimentar e estou muito satisfeita. Não só pela opção mais saudável, mas porque os resultados são visíveis. Além dos 4kg que perdi, perdi imenso volume. Na semana passada além do peso a médica fez-me medições e perdi 6 cm de anca, 7cm estômago e 6cm barriga. Na coxa perdi 1cm assim como no joelho. Perdi bastante (não tenho os valores de cabeça) percentagem de massa gorda, aumentei os meus níveis de água no corpo, o que é muito importante, e reduzi a idade metabólica para 35 anos, o que me tira 3! Mais importante que os números, e que são muito importantes, é eu apertar o cinto três casas ao lado, é eu sentir-me muito melhor quando me olho ao espelho, é a roupa assentar muuuuuito melhor, é eu sentir-me mais gira e mais magra, é ter os meus filhos a dizer: a mãe já não está gorda! e é ter o meu marido a elogiar as minhas novas curvas! Mas, mais uma vez, o mais importante sou eu mais vaidosa e a gostar de recuperar o meu antigo corpo...
A chegar aos 14 meses ela é só gracinhas!
Todos os dias a Francisca faz uma gracinha nova e elas não podem ficar perdidas na correria dos dias. E não é por ser a terceira que tem menos graça e que eu não me derreto com as suas conquistas. Já dizia adeus, mas agora também bate palmas. Dás os beijos mais deliciosos do mundo e também abracinhos! Já sobe para cima das cadeiras alentejanas que estão no quarto (um perigo!!) e já sabe dizer que sim com a cabeça. O não já sabia há muito tempo. É incrível como aprendem sempre primeiro o não!!! Já aponta para o que quer e descobriu o espelho. Não percebe o que é. Mas ri imenso e no elevador vai de cabeça ao espelho para dar beijinhos nela própria. Já quer carregar nos botões dos elevadores e quer acender a luz. Aprende tudo rápido, como qualquer criança, são verdadeiras esponjas, e tem dois mini mestres em casa, os manos, que lhe ensinam as brincadeiras e os disparates. O que ela mais adora é atirar-se em cambalhota da cama de cima para a cama de gaveta... É a loucura. E eles a rebolarem e atirarem-se com ela! Já houve cabeçadas e choro, mas continua a ser um programa que eles adoram! A única parte que tem menos graça é que continua a dar noites chatas... Está muito melhor comparado com o inferno que já vivemos há poucos meses, mas está longe de dormir a noite toda e continua a querer leite, colo e conversa... Enfim. São fases. Melhores noites virão!
Domingo bom!
Depois de um sábado com as baterias em baixo e sem paciência para nada nem para ninguém, domingo foi um dia muito bom! Fiz a minha primeira corrida oficial, ainda por cima por uma causa, e fui com duas grandes amigas. 5 km a correr a um ritmo tranquilo, mas sem parar e a bater o meu melhor e fraquinho tempo. Tinha lá em casa a minha sobrinha mais velha, com 20 anos, que foi dar uma mão ao tio com os primos. E quando cheguei já tinha lá outro sobrinho, de 5 anos, que queria brincar com os meus filhos. Entre brincadeiras, mimo e panquecas para o lanche passou-se o dia. E ao final da tarde chegou a minha mãe para eu e o meu marido irmos ao cinema. Ele está quase há um mês fechado em casa, saindo apenas para ir às consultas, e lá fomos nós ao cinema, antes da consulta de hoje que vai ditar o que se segue... E lá fomos todos contentes para ver o Moonlight, mas estava esgotado e acabámos por ver o Vedações. Eu adormeci um bocadinho ali no início, mas o intervalo fez-me despertar e acabei por gostar muito do filme. E o que gostei mesmo foi do date com o meu marido. A minha mãe disse que os miúdos se portaram melhor do que bem e que às 21h já estavam todos a dormir, depois de histórias, brincadeira e oração da noite... Temos que repetir.
4 de março de 2017
Hoje estive muito longe da mãe que quero ser...
Há dias em que me sinto a pior mãe do mundo. Hoje foi um deles. Entre birras deles, gritos meus, leva e trás a festas de anos (no Alvalaxia no dia de eleições do Sporting com o caos instalado!!!)... Fui péssima mãe, com cansaço acumulado, a ferver por tudo e por nada, sem paciência, com eles a chorarem por me verem gritar... Ainda bem que já acabou. Já os beijei, já lhes pedi desculpa por me ter zangado além da conta... Amanhã vou correr com duas amigas, vem cá uma sobrinha ficar com eles de manhã que o meu marido continua de braço ao peito sem poder tomar conta deles, especialmente da Francisca, e eu espero que esse tempo para mim me ajude a relaxar e a acalmar. Têm sido semanas demasiado cansativas, com tudo às costas, e estou a precisar de tempo para mim para poder recarregar baterias para estar mais calma e mais paciente com os miúdos, que são simplesmente crianças e não têm culpa da mãe estar exausta e às vezes sem forças para fazer tudo o que tem a fazer...
1 de março de 2017
Mini férias de Carnaval
Entre muita brincadeira com os primos houve tempo para uma ida ao cinema e uma ida ao teatro. Fomos ver o "Cantar" e eu adorei. Achei o filme o máximo e super divertido. Os mais velhos gostaram, os mais pequenos fartaram-se!
Ontem foi dia de irmos ao teatro. Fomos ver O Gato das Botas no Teatro Armando Cortês. Achei que era uma óptima produção, os actores cantavam bem, os cenários e o guarda roupa também estavam muito bem, só não gostei muito de algumas piadas sobre reality shows que as crianças não percebem... Levámos 7 primos. Mais uma vez os mais velhos adoraram, mas ao contrário do que aconteceu no cinema o Afonso e o primo Manel não saíram e aguentaram bem a peça toda. A Francisca vibrou na 1ª parte e na 2ª adormeceu ferrada ao meu colo...
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