O pequeno Afonso, a chegar aos 22 meses tem um grande amor. É a "Inhê", a Inês e está sempre a falar dela, de manhã à noite. A falar, é como quem diz que el é um preguiçoso da fala, mas a perguntar "a Inhê? a Inhê? a Inhê?" Hoje quando entrou na sala, algumas semanas de ausência depois, sorriu para a educadora, passou por ela, apontou para a Inhê e lá foi ele, feliz...
18 de fevereiro de 2015
Regresso às rotinas
Hoje os meus dois filhos regressaram à creche. Os dois. Já não varicelas, nem queimaduras nem tosse nem problemas respiratórios. Esperemos que assim se mantenham e que tão cedo não voltem para casa em modo "férias forçadas". Há mais de um mês que tenho ora um ora outro de baixa em casa. Saúde, filhotes. Brinquem muito e divirtam-se! A escola é super divertida e vocês adoram. E a mamã também fica descansada por vos ter aí e não ter de andar em versão malabarista para vos conseguir ter em casa ora comigo, ora com o pai, a avó e até a prima já foi recrutada!
Uma mãe nunca está satisfeita
O filho mais velho adora televisão. Desde bebé, desde muito pequenino que adora e se interessa por ver dsenhos animados. Começou a ir ao cinema aos dois anos e é o grande cinéfilo lá de casa que não perde uma estreia. Tem energia para dar e vender, e ainda lhe sobra muita, mas desde pequeno que se concentra a ver bonecos e filmes. Eu contrariei sempre um bocadinho isto... Embora, confesse, que muitas vezes era a televisão que me permitia acabar um trabalho ao computador, acabar o jantar ou fazer um telefonema... Isto é o mais velho.
Já o mais novo não quer saber da televisão para nada. Não se liga, não gosta, não quer, não vê nem deixa o irmão ver. Ele chama o irmão, quer brincar mas o irmão está ali grudado na televisão, então espera lá que eu já te digo... e vai ao botão da box e desliga-o e depois ri e corre a esconder-se. E passam horas nisto que acabam em brigas e choro. Eu que sempre tentei que o mais velho não ficasse tão colado na televisão confesso que gostava que o pequeno se sentasse a ver um Ruca ou a o Jake, mas não... Televisão não é com ele. Mas os comandos, o telemóvel da mãe e o ipad, sim.
Congresso Nacional de Endometriose
A Endometriose
não tem cura e o seu diagnóstico leva em média 8 anos! Depois de cerca de um
século de estudos, isto leva-nos a pensar que talvez seja altura de olharmos
para esta doença de outra forma.
Nesse sentido,
a MulherEndo, organiza o primeiro Congresso Nacional de Endometriose 2015
(CNE2015), para todos os profissionais de saúde que se sentem desafiados a
entender esta doença e a contribuir na sua prática clínica diária, para a
inversão de sentido no seu conhecimento.
O CNE2015
pretende permitir o alargamento e a partilha de conhecimentos, bem como a
desmistificação de conceitos ainda pouco difundidos. Para tal, contaremos
com a presença de personalidades com formação científica, cirurgiões e
médicos de especialidades multidisciplinares que diariamente, na sua prática
clínica, trabalham com pacientes com Endometriose.
Está na hora de virar a
página e dar a conhecer não só as novas técnicas de tratamento mas sobretudo as
características da doença, para um diagnóstico mais atempado e um tratamento e
acompanhamento da doença mais eficaz.
Para acolher este nosso
evento, escolhemos a cidade de Leiria, não só por ser a cidade onde foi fundada
a nossa Associação, como pela sua centralidade e qualidade no acolhimento.
Leiria é uma cidade jovem, vibrante pela indústria e turismo da região que a
rodeia e muito habituada a receber eventos.
Venha descobrir a região e
desvendar esta doença que afecta mais de 10% da população feminina Portuguesa
em idade fértil!
Susana
Fonseca
http://mulherendo.pt/congresso-nacional-de-endometriose-cne2015/
17 de fevereiro de 2015
Apesar do vento frio que se fazia sentir de manhã...
Fomos aproveitar o sol e andar de bicicleta!!! Foi muito bom! Estes dois dias com os meus filhos souberam a férias com mel!!!
Os manos no mesmo quarto
Para mim, só tem uma desvantagem: quando um acorda acorda logo o outro! Mas tirando isso, acho que é maravilhoso eles partilharem o quarto. Nós tínhamos possibilidade de os ter em quartos separados, mas optámos por tê-los no mesmo quarto e se vier o tão desejado terceiro também vai para lá!! Quanto mais animação, melhor! Divirtam-se, filhos!
Os manos cá de casa
O mais pequeno é completamente vidrado e louco pelo irmão. Anda sempre atrás dele e se não o vê chama-o logo. Quando o mano não está fica numa tristeza sempre a perguntar "o mão?", que é como ele diz irmão. É tão giro ver a relação deles. É mesmo muito, muito bom!!!
16 de fevereiro de 2015
Coisas mesmo boa de se ouvirem...
Ontem, enquanto namorávamos os dois e pensávamos e sonhávamos com a nossa vida, eu disse: Gostava que o padre Alberto nos casasse pela igreja quando baptizássemos o nosso terceiro filho. Maridão: o padre Alberto. Mas casar cá em Lisboa? Não! Acho que o nosso próximo casamento devia ser nas Maldivas ou assim... E eu sorri! Bela ideia. Deixamos o casamento católico para as bodas de prata. Também é uma ideia fixe! (Souberam tão bem as duas horas que ontem estivemos só os dois. Temos abdicado tanto de nós, que às vezes parece que nos perdemos pelo caminho entre recados, tarefas, máquinas de roupa, choros, fraldas e coisas a fazer. Mas depois, estamos assim um bocadinho só os dois, com uma imperial, um gin e uns hambúrgueres deliciosos, completamente de improviso porque não estávamos nada à espera de ter um tempinho só nosso (das 19h às 21h), e graças à querida família P. olhámo-nos nos olhos, sonhámos e focámo-nos um no outro. No que o que cada um estava a dizer. Conversa de adultos, sem interrupções, sem distracções. E é tão bom. É bom namorar o nosso marido, o nosso homem. )
Dia bom, mas bom!
E foi tão simples. Em casa com os miúdos com a ajuda da super B. Depois fui à consulta com o pequeno para ver se tinha alta da varicela. A pedido do mais velho, deixei-o com a B. no Mini Golf de Miraflores. Estava super atrasada, não tinha dinheiro mas disse para pedirem ao senhor para pagarem no fim quando os fosse buscar. O senhor foi tão atencioso e disse que não cobrava nada... eram crianças, se bem que a B. já é uma senhorita. O pequeno teve alta da varicela e o nosso super médico de família disse que ele já podia ser vacinado - e melhor, perante a minha sensação de culpa por me ter esquecido das vacinas, riu-se e disse que não era a única, a ele também lhe tinha escapado, iam levar, meteu-se qualquer coisa, não levaram e ups... É um médico mesmo fixe e pai de 3 pequeninas. Corri para casa para ir buscar a Prevenar que há um mês repousava na gaveta dos legumes e voltei para apanhar os outros dois no mini golf. As nuvens ameaçavam chuva, mas arriscámos e fomos à mini feira de diversões. Elásticos e carrossel! Que pinta. Corremos novamente para as vacinas. Dois minutos depois estávamos despachados e a caminho de casa. O pequeno já jantou e já dorme e pai e filho foram a uma festa de aniversário em modo Carnaval. Cá em casa não somos muito foliões, eu comecei a achar mais graça ao mascará-los a eles, mas o mais velho também não delira, mas lá foi de Hulk a rigor. E eu tenho todo o trabalho de um dia para fazer, com calma, a ouvir música e à espera que me tragam uma fatia de bolo da festa. E sinto que depois da loucura da semana passada retomei a minha vida. Feliz Carnaval.
E ontem falámos concretamente sobre o terceiro filho. Vamos a isto?
O tema do terceiro filho anda há um ano no ar, entretanto foi-me diagnosticado novo foco de endometriose, exames, cirurgia, recuperação da cirurgia, consulta pós operatório e agora em Março a grande consulta: Mantemos pilula em contínuo até ser altura de sermos mais agressivos (remoção de útero e ovário para provocar menopausa e acabar com a endometriose e com as dores) ou avançamos para a gravidez, com 100% de apoio da médica graças ao sucesso da cirurgia e excelente recuperação? Ontem estivemos a falar dos prós e dos contras de termos mais um filho. Há instabilidade social e profissional, o país não anda bem, os trabalhos podem falhar... Mas temos imensa vontade de aumentar a família, nada nos dá mais alegria que ver o amor dos nossos filhos, os irmãos são a melhor coisa que se pode dar a um filho, o mais velho está sempre a pedir mais manos, tenho uma muito boa rede familiar que nos ajuda sempre que é preciso (avó, tias, padrinhos, sobrinhas, amigos), há óptimas escolas públicas - quando mudámos de casa optámos por vir para perto da escola deles (e da casa da minha mãe) onde há dos melhores agrupamentos de Lisboa, temos um centro de saúde e um médico de familia extraordinário, há óptimos hospitais públicos onde os nossos filhos são muito bem observados, graças ao trabalho do meu marido temos todos seguro de saúde gratuito, temos os dois trabalho - e, acima de tudo, não temos medo de trabalhar, de ir à luta, de arregaçar os braços - e temos uma família que nos ajuda e nos apoia. Claro que andamos cansados, que mais um filho vai endoidecer ainda mais a nossa logística familiar, mas já temos uma monovolume de 7 lugares, temos uma casa onde cabe mais um filho e temos muito amor para dar. O mais velho está a fazer 6 anos e cada vez ajuda mais. E se nós precisarmos de mais ajuda, ele dá. Porque é mesmo assim, quanto mais puxamos por eles, mais eles dão, e com mais filhos precisamos que eles paticipem mais, ajudem mais, colaborem mais...E eles alinham. (No outro dia chegámos à escola ao mesmo tempo que o pai de seis - têm uma filha em cada sala e dois já no primeiro ciclo) e é vê-lo chegar e tratar das mais pequenas enquanto as mais velhas 3, 4 e 5 anos vestem os bibes sozinhas. E eu disse: já viste a C. a vestir a bata a a arrumar o casaco? (virava as mangas para não ficarem do avesso e colocava tudo impecável no cabide). E diz ele: oh, mãe, é que elas são muitas. Têm de ajudar o pai. E é isto... E eu acho que funciona mesmo assim.)
E ontem encontrei este texto. Dei-o a ler ao meu marido. Rimos.
A verdade sobre ter um terceiro filho
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Quando temos o primeiro filho, sentimo-nos o centro do universo: nunca ninguém teve um bebé antes, e este é o evento mais importante na história do mundo.

Somos capazes de dormir uma sesta todas as tardes e passeamos orgulhosas de mão na barriga à espera do grande dia! Sentimo-nos calmas e estamos sempre a rir. Adoramos as más disposições de grávida porque é sinal de que o bebé está a crescer. Fazemos uma alimentação saudável, de preferência com produtos biológicos, tomamos as vitaminas todas e não bebemos álcool. Estamos informadas e avisadas. As pessoas fazem questão de nos contar as suas histórias sinistras de partos complicados. O nosso Obstetra fala connosco e seguimos os seus conselhos religiosamente.
As pessoas desdobram-se para ajudar nas compras, dão-nos as roupas dos seus filhos que já não vão usar. E ficam, realmente, entusiasmadas com a tua gravidez. Todos querem tocar-nos na barriga. E perguntam-nos, onde quer que vamos “É o primeiro?” Quando dizemos que Sim recebemos um grande e caloroso sorriso de boas vindas a este mundo novo da maternidade. Dizem-nos que vai ser a melhor coisa que já nos aconteceu na vida. E nós acreditamos.
Devoramos toda a literatura da especialidade, assinamos a “Pais e Filhos” e outras revistas on line. Montamos o quarto do bebé, planeamos como vai ficar, pintamos ou colocamos papel nas paredes. Passamos horas a investigar qual a melhor espreguiçadeira baloiço, o melhor sling e os melhores arneses. Protegemos todas as tomadas e esquinas da casa, mudamos os detergentes para um armário mais alto e que, para abrir a porta, é necessário inserir um código de 8 dígitos.
Cortamos cuidadosamente as etiquetas da roupa do bebé, e lavamos tudo duas vezes com um detergente super-XPTO orgânico, amigo do ambiente, e especial para a pele dos bebés. O meu filho não vai usar chucha, não vai chupar no dedo, vai mamar para sempre. Vou virá-lo todas as noites para não ficar com a cabeça achatada. Não vai assistir televisão até aos 8 anos, nunca vai ter telemóvel, nem piercings, e nunca vou deixar entrar brinquedos ou roupa dos desenhos da televisão em minha casa, como o Ruca ou a Dora.

Quando engravidamos do segundo filho, o mais velho é o centro do universo. Já nos esquecemos de todas as coisas de bebé, e só podemos gozar a gravidez à noite, quando o primogénito está a dormir. Nunca mais dormimos durante o dia, porque o mais velho já deixou a sesta. Quando entramos no 2ª trimestre de gravidez parece que estamos grávidas de 6 meses. Sentimo-nos stressadas e gritamos muito. Adoramos as más disposições de grávida porque são um bom motivo para descansarmos um bocadinho. Comemos os restos do prato do primeiro filho, tentamos não beber álcool, e às vezes, lembramo-nos de tomar as vitaminas.
Ficamos saturadas com a informação e os conselhos. As pessoas fazem questão de nos contar as suas histórias sinistras sobre os filhos mais velhos que fazem mal aos bebés. Esquecemo-nos de metade dos conselhos do nosso Obstetra.
Os amigos que já não querem ter mais filhos começam a “despejar”, em nossa casa, as coisas de que já não precisam. Quer precisemos ou não. Todos querem tocar-nos na barriga. E perguntam-nos, onde quer que vamos, “É o primeiro?” Quando dizemos que Não, afastam-se com um ar desapontado…
Vamos buscar a literatura da especialidade, mas arrastamo-la por semanas sem sequer conseguir dar-lhe uma vista de olhos. Recomeçamos a ler a Pais e Filhos, mas agora interessamo-nos por outros tópicos, tais como facilitar a adaptação do irmão ao bebé que vai nascer. “Expulsamos” o mais velho da cama de grades, sem cerimónia, e dizemos-lhe que agora é um crescido e, por isso, vai dormir numa cama de crescidos. Fazemos a “reciclagem” dos brinquedos de bebé para perceber os que ainda dão para aproveitar, lavamos os lençóis do berço, compramos uns autocolantes de parede e um par de fraldas de recém-nascidos. Está feito o quarto do bebé. Olhamos para as espreguiçadeiras-baloiço, os slings e arneses, e questionamo-nos se vale a pena tirar aquilo da garagem.
O nosso filho mais velho já retirou todas as protecções das tomadas da casa e continua vivo, por isso não as repomos. Os detergentes estão debaixo do lavatório com um fecho anti-crianças.
Lavamos as roupas de bebé com detergente normal. Compramos um conjunto de bodies e deixamos perto do berço. De certeza que vai dar jeito. Eles só vão assistir à TV quando estivermos muito cansadas, resmungonas, ou a fazer o jantar. Eles só vão ter uma consola quando tiverem 3 anos. Nunca vão ter piercings. O Ruca e a Dora já fazem parte la de casa.
Já esquecemos tudo sobre planos de nascimento, e estamos ansiosas por aqueles 3 dias no hospital para fugir ao caos de nossa casa. Vai saber bem o descanso. Carregamos o telemóvel e verificamos se a net funciona, pois pretendemos ficar toda a estadia no Facebook. Não vamos preocupadas com o parto, mas questionamo-nos quanto à amamentação. Levamos protectores de silicone e cremes para o peito. Pelos sim pelo não levamos a bomba e dois biberãos. Só por causa das tosses.

Quando engravidamos do terceiro filho, o mais velho, em idade pré-escolar, e o segundo, até agora o mais novo, acham-se o centro do universo. Não sabemos que estamos grávidas até percebermos que aqueles 3Kg a mais não são graças ao apetite enorme que temos tido. Parecemos umas mortas-vivas, e aprendemos a dormir as sestas de olhos abertos durante as aulas de natação ou de ballet. Parece que estamos grávidas de 6 meses assim que acabamos de conceber. Só não estamos stressadas quando estamos a dormir. E, quando estamos a dormir, ressonamos.
Andamos com sacos de vómito na mala para sobreviver às más disposições da gravidez, e deitamo-los fora com as fraldas descartáveis. A nossa refeição principal é o almoço. Todas as outras são a correr ou não existem. Se os nossos filhos não comem salada nem vegetais, porque é que nós havemos de comer? Nem sequer tentamos deixar de beber álcool, até insistimos num copo de vinho, mas sabe pessimamente, e enfrascamo-nos em baldes de leite com chocolate. Compramos vitaminas no dia em que descobrimos que estamos grávidas, e esquecemo-nos de as tomar durante toda a gravidez. Redefinimos a palavra “eternidade” baseadas nas constantes perguntas do filho mais velho sobre se “é hoje que o bebé nasce?”
Ninguém se dá ao trabalho de nos dar conselhos ou informações sobre bebés. Todos pensam que somos loucas ou irresponsáveis. E assumem que foi um acidente. Olham-nos de soslaio no supermercado quando nos vêem com dois miúdos, mais um a caminho, 2 cachos de bananas e vários iogurtes. As pessoas fazem questão de nos contar as suas histórias sinistras sobre os filhos do meio que acabaram por se tornar psicopatas. Ou políticos. Vemos o Obstetra no dia do parto.
As amigas que já não vão ter mais filhos, já perderam peso, estão giras, com um ar descansado e relaxado. Podem sair à noite e ter vida social. Não sentem nada mais do que pena por nós.
Perguntam-nos, onde quer que vamos “É o primeiro?” Quando dizemos que é o terceiro, riem-se à gargalhada e vão-se embora.
Já não temos nenhuma literatura de especialidade como tínhamos, e já não há dinheiro para pagar assinaturas. Folheamos diversas revistas à espera de nos inspirarmos sobre o nome da criança. Tiramos o segundo filho da cama de grades num ápice, e treinamo-lo a largar as fraldas ainda antes de nascer o bebé. Se tudo correr mal, vamos a rapidamente comprar outra cama de grades.
Vamos desencantar fraldas de recém-nascido que tinham sobrado dos outros, e pomos junto ao berço. Está feito o quarto do bebé.
Olhamos para o enxoval do bebé, que já passou pelos irmãos, e embora coçadinho, vai ter de dar. Instalamos uma TV no quarto dos miúdos. Nunca vão ter piercings antes dos 16 anos. A Dora e o Ruca estão por todo o lado….
O bebé nasce. E há-de ir para o infantário.
Este filho vai fazer-nos perceber a quantidade de amor de que um coração humano é capaz. Vamos olhar para os mais velhos com outros olhos, e perceber o doloroso que é estar longe deles. Vamos olhar para o nosso marido e ficar eternamente gratas por estes três maravilhosos filhos que ele nos deu, e desculpá-lo por (quase) tudo o resto. A nossa vida é agitada, confusa e barulhenta, alguns gritos, frustrações e muito amor. Teremos muitos daqueles momentos de cortar a respiração, aquelas experiências únicas, aqueles dias fantásticos que fazem com que nunca nos venhamos a arrepender das escolhas que fizemos.
traduzido e adaptado por
Up To Lisbon Kids,
artigo original de Shannon Meyerkort
@Scay Mommy
Os meus vizinhos de cima são uns selvagens...
... E devem estar a acordar o Afonso tal é a gritaria e os saltos a jogarem Playstation. Eu ouço-os a gritarem falta! Os filhos (13 e 15) estão em casa e o pai também. O pai é o verdadeiro selvagem. Já disse ao meu marido, que delicamente pediu que tivessem atenção ao barulho, que a casa é para viver. Quando há futebol gritam de tal maneira que quando eu tinha intercomunicadores para o Afonso eles activavam os intercomunicadores com os gritos. O meu marido já tentou falar com o tipo, mas ele diz que quando vê futebol não está para pensar se cá em baixo estão crianças a dormir ou não. Vivemos num prédio, é assim. Mesmo quando havia jogos do Mundial há uma da manhã eles gritavam. E é isto, e quem pense que o dinheiro traz educação e civismo que se desengane. Numa zona boa de Lisboa, num prédio bom vivem pessoas completamente selvagens e sem o mínimo respeito por quem habita no mesmo prédio. Já disse várias vezes à minha tia - minha senhoria - que se soubesse o inferno de vizinhos que tinha por cima nunca lhe tinha arrendado a casa. E eu adoro a casa, mas odeio o casal e os filhos que vivem cá em cima. A culpa é dos pais claro a quem nunca ensinaram (e também não vão ensinar aos filhos) que a nossa liberdade acaba quando termina a dos outros. Raios de gente selvagem!
Trabalho para viver, não vivo para trabalhar
E custa-me quando as chefias acham que é normal arrastar o trabalho para o fim de semana, é difícil quando trabalhamos com pessoas sem filhos, ou com filhos já crescidos, e que não percebem como é complicado jantares a meio da semana (quando eu quero estar com os meus filhos, apesar do inferno que é dar-lhes de comer), quando acham tranquilo irmos reunir para fora, dormindo fora de casa (claro que é bom estarmos dois ou três dias isolados, num bom hotel, sem preocipações domésticas e familiares e apenas concentrados no trabalho, mas custa deixar os filhos e sobrecarregar o meu marido para o podermos fazer)... Eu adoro o meu trabalho, mas eu trabalho para viver e não vivo para trabalhar e isso nem sempre é bem visto... E eu sei que não vou assumir cargos de coordenação porque não tenho, nem quero ter, disponibilidade 24h por dia, 365 dias por ano... Eu tenho um projecto de vida que passa, e muito, pela minha família, e eles são a minha prioridade. Não quero estar em casa, já estive e não é o melhor para o meu equilíbrio, quero trabalhar, preciso de trabalhar - para a cabeça e para o orçamento familiar - mas não quero ser uma escrava do trabalho. É que nem sequer (nem de perto nem de longe) ganho para isso. Nem quero ganhar. Não é isso que eu quero para a minha vida.
Ementa Semanal
A ementa desta semana está fraquinha. Foi decidida a correr para conseguir ir ao supermercado sábado à noite numa pausa do trabalho. Foi o melhor que se arranjou e ao longo da semana, mais tranquila profissionalmente, pode levar alguns ajustes.
Ementa
Segunda feira
Ementa
Segunda feira
Lasanha
Terça feira
Pernas de frango assadas no forno com tomate, um pouco de natas e cogumelos frescos + arroz branco
Pernas de frango assadas no forno com tomate, um pouco de natas e cogumelos frescos + arroz branco
Quarta feira
Arroz de peixe, lulas e espinafres.
Arroz de peixe, lulas e espinafres.
Quinta feira
Massa gratinada com atum e legumes
Sexta feira
Bifes de perú panados com esparguete
Bifes de perú panados com esparguete
Sábado
Esparguete com fiambre e ervilhas
Domingo
... a decidir
Esparguete com fiambre e ervilhas
Domingo
... a decidir
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